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Poesias de Medo

Cerca de 19704 poesias de Medo

Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer Quando eu louvo Eu sinto o Teu soprar Trazendo vida em mim Cadeias vão quebrar Babi G./ Carlos B./ Daniel S. / Elaine T. / Hananiel/ Heminy R./ Ohana M./ Simone D.

"Deus não tira seus talentos.
Você perde por medo de usá-los.
Talvez porque não se sinta na graça dele, O PAI!"
Haredita Angel
20.03.10

Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

"Não tenha medo da escuridão
Ela é a única que não muda
Está sempre lá
Inteira
Por mais que se veja apenas um pontinho
Mergulhe e verá uma imensidão
Se por acaso
Você se perdeu
Sairá de lá reencontrado
Inteiro
Não existe luz no fim do túnel
A luz é você
Basta quando se perder
Se reencontrar
E lembrar que tudo é questão de equilíbrio
Luz e escuridão
Um não existe sem o outro"

"Há dias em que tenho medo do mar, do rio
Outros dias, já sinto vontade de mergulhar
Nadar até às profundezas
E me tornar parte das águas
É como me sinto:
Às vezes, calma
Outra hora, turbulenta
Às vezes, reluzente
E outra hora, tão escura"

A Ganância dos políticos-influencers pelo poder é proporcional ao medo dos asseclas descobrirem que podem pensar.


Essa ganância toda não nasce apenas da vaidade em brincar de governar, mas da necessidade de manter intacta a ilusão de que seus seguidores não precisam pensar por conta própria.


O combustível desse projeto é a entrega constante de mais do mesmo: discursos previsíveis, inimigos de ocasião e soluções fáceis para problemas complexos.


Já nem se trata de convencer, mas de reafirmar.


A cada frase repetida, a cada promessa reciclada, alimenta-se o viés de confirmação que sustenta a lealdade cega.


Os seguidores não buscam novidade — esperam ouvir aquilo em que já acreditam, embalado em palavras que reforcem a sensação de estar no famoso caminho das pedras.


Nesse círculo vicioso, o medo dos políticos-influencers é que um dia, seus asseclas percebam que a Liberdade de Pensar por conta própria vale muito mais do que qualquer discurso pronto.


Porque quando a mente se abre para além das trincheiras, a dependência do “líder” deixa de fazer sentido.


E é justamente aí que a fragilidade do poder deles se revela.

⁠Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.

Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.

Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.

Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.

Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.

Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.

Na arena




O medo tem tamanho e autoridade, no seu histórico pode até invadir os sonhos esquecidos,


Já algumas questões são cobradas impiedosamente pela dor que é o agiota do tempo,


Quando se trata de mais uma identidade revelada é um sinal de que mais um coração solitário foi exposto as sombras da caverna sem esperança,


Esse cenário só muda quando os aplausos na arena silenciam e o medo de cair perde fôlego,


Não precisa ter armadura de ferro e nem uma espada bem afiada para alcançar o que realmente te importa,


Não desvie o olhar, não se perca nas palavras, os gestos bem executados domam feras, eles rasgam caminhos perdidos no meio da encruzilhada,


O que sangra, cicatriza e vira marca da ilusão desnuda quando esbarra no propósito.

Te quero inteira!




Te quero de novo, sem pressa, sem jogo,


Te quero de novo, sem medo, sem sombras, sem idas e vindas, sem choros,


Te quero de novo, sem alarme, sem celular, sem perceber quantas voltas o mundo dá,


Te quero de novo, a noite na cama de pijama saindo cedo descalça e trêmulo querendo desmaiar.

Dei bobeira




Te amei com os olhos,
Mas te deixei exprimir do coração,
Te quis sem medo do caos
Mas a paciência não é um hábito mental dessa geração,


Fui criança ao brincar com os limites daquilo que era encanto,


As emoções não sobrevivem muito tempo sem estruturas, pois se perdem no soprar das imaginações,


Ver sem enxergar o que realmente importa e viver de impulsos sem interpretar o que toca, trazem consequências nos caminhos abertos mas sem significados para a felicidade.

Zerei tudo

O medo me julgou, até eu dar o troco,
Zerei tudo, para recomeçar de novo,
Arriscar requer coragem, viver exige os enfrentamentos,
No olhar esbugalhado, a rebeldia grita enquanto transborda de alegria,
As portas do inferno foram fechadas, a montanha à frente é grandiosa no estilo nepalesa, mas a minha vontade de tocar o céu já me faz enxergar o topo.

Segui na mesma frequência,
Te abracei sem medo, sem enxergar,
Se o fim do mundo fosse hoje eu sei que estaria seguro, pois fiz de você o meu abrigo.

Quantos sonhos seus deixaram de florescer porque, com medo do silêncio do processo, você os expôs antes da hora só para provar que existiam?


Janice F. da Rocha

Voltar para Jesus é aprender a escutar de novo... não a voz do medo, mas a voz da promessa. Não o eco das falhas, mas o doce chamado que diz:
“Você é amado(a). Eu estou aqui.”

Livre pra amar sem medo,
mas sábia pra escolher quem fica.
Meu coração é casa…
só entra quem sabe cuidar.

E se o depois da vida for apenas a continuação do que já sentimos aqui, mas sem pressa, sem medo e sem despedidas? Talvez o amor ao próximo seja a única coisa que atravessa tudo — como uma força invisível que nos conecta, mesmo quando não entendemos o porquê.
Há quem diga que o “cupido” nos une como uma magia silenciosa, aproximando caminhos que nunca se cruzariam. Mas, como toda magia, às vezes ela se desfaz… e o que sobra não é vazio, mas aprendizado.
Talvez, na eternidade, o amor deixe de ser paixão e se transforme em algo mais puro — uma amizade leve, sem expectativas, sem perdas. E se tudo isso for uma grande ilusão bonita? Um roteiro invisível que nos guia, colocando pessoas certas em momentos certos.
Nem todas permanecem. Mas nenhuma vem por acaso. Cada encontro deixa uma marca silenciosa que, de alguma forma, nos transforma para sempre.

Afirmar que não tens medo
Inteligente não é
Ostentares a humildade respeito e a fé
Seres a gota d'água
Isolada
Na profunda solidão
Desgarrada à sua raça
Sem nenhuma proteção
Junte- se as outras
Escoa- se desta imensidão
Frutifique este deserto
Mais amor no coração
Volte- se a Jesus
Obtenha a salvação
Ou então irmão
Esvairás feito cinzas ao vento
O embrião não fertilizado
Água que corre rumo ao pântano
Povo sem território
País sem nação..

Quando se é criança, tem-se o medo de monstros serem reais;


Quando se é adulto, tem-se o medo de monstros não serem reais.


Proceder mesmo diante deste medo é o que se chama empatia.

"Se nem Medo, Dor ou Sofrimento duram pra sempre, imaginem Humanos e, ainda mais, Humanos Fanfarrões!"
0732 | Criado por Mim | Em 2014

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com