Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Quando somos iguais nossas diferenças são pra simplesmente fundir é o reconhecimento alegre e limiar.
Nunca é diga qualquer coisa, ame o canto com respeito as palavras, do dom brotado pelo amor carregado de flor, sem entendimento também contêm sentimento.
Ser um dia er*rado não se culpa pelo mal não divulgado, caminha firme pro sol te fazer lembrado e, saber o dom do compartilhado.
Inventares proibições pra proteger-te é de porquês do não se sabia da qualidade dos verdadeiros afazeres.
Inteligência é o soma interno, dado do externo pensante e, concomitante, em conjunto com a realidade concreta.
Esperam-se pra nascer por longos nove meses e, pra renascer aqui, alguns anos, no útero o néctar é o da paciência.
Fui e vou aonde andares e pelas janelas, brilho de seus olhos, ainda me falarás é Ele pois, são eles.
Quando a negação se encontra com a aceitação; se esperam muitos abraços; em um só corpo cabe-se boa intenção.
A gratidão é a flor que regerou as sementes, onde os caminhos são largos de estreitos, criados pelos sábios adivinhos que não sabiam o que diziam.
Onde houver negação corrige vossa intenção pois, confiável é vossa narração, quem analisa si perde sem confusão.
Enquanto puxavam gargalhadas davam, fechadas sagradas, esperas dê vossa inocência, não modificavam nardos.
Tudo é impossível até o momento certo, ultrapassando, saltando e não modificando, segue sempre edificando.
Onde há ignorância o amor sana pela motivação, dá compaixão ao desentendimento, bonando sorrisos em celebração.
Jogaste isca pra integrar-me em redes, pelos sociais, sabedor que de mentiras não tenho fundamentos e, nossas novidades, levam tempos que não se perdem.
Venha com a roupa e localização que quiser, reconhecer-te é uma questão de energia e a nossa é eternamente viva.
O perdão subjetivo pode ser purificado a nível individual e o coletivo um dia foi falsamente liberado pelo nepotismo positivista.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
Dentro das negações, a um tesouro fino, aguardando o momento do florescimento individual, pra ser compartilhado, por ti à curar, edificando o todo se aprende amar.
Quando vossa folha fixar verdades , naturalmente vosso olho in pé rial serás universal, estando acima do negativos pensantes, podemos errar de inventariantes.
Ajustamos as purificações dos presentes; não tocamos neles, ensinamos a distribuí-los e, não nos servimos involuntariamente deles, assim nos alegramos com a beleza e satisfação do todo., pela continuidade existente.
