Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Quando um ajudante se livra de sua própria ajuda, isso não é falcatrua é, necessidade de dar boas condutas, em ordens sulas, dando rápidas em belezas imaginativa, nas pontuas.
Gosto cada um tem um é, que, a digital dos dedos é, um presente pro incapaz, pelo saber fazer o, que, não fazia, antes de se meter na cozinha, uma bela sobremesa e, nos serve à mesa, meu encanto se defaz nos lances também das incertezas.
O dia mais feliz da minha vida, se multiplicou, quando dá sua chegada, às porteiras atravancadas não cairam de velha, sendo renovadas, pelo tempo que chega, sem propositura de más falas.
Não brigue com o invisível, crie também o impossível, sabes ser arquiteto antes, mesmo, de o nascer.
Se ganha com a confusão que não têm saída, agora, as criadas, são, de responsabilidade de um dia, oras já é vencida.
Conversou com milhões na vista de um e, o reverso, também é um, já que todos somos o uno, sem esperteza, entretando, coloque muita gentileza.
Quando não necessitar escrever, voltarei a ler pra dá, pequenas risadas, ao nosso viver, tirando-te as preocupações dos pregões, é que sinto tanta saudade de você, e, na dança étera onde o amor impera, tudo podemos, acontecer, pois, pela celebração nosso encontro é simplesmente pra alegria de nosso ser.
A base das músicas é o perfume das escritas, não o entendimento do inconsciente, que caminhava no escuro, saia das grutas e restabeleça vossa postura, ès templo de cura.
Sejas sempre a dançarina dos meus sonhos e retorne nos círculos desejados, agradecendo a delicadeza com que conduz a boa vontade, dando mais espaços.
A beleza de seus pensamentos se realizam pelo diâmetro equivalente de vossa situação presente, é como pé direito claro e permanente.
Se meu choro ou meu sorriso não lhe fere opinião, é que guardo em meu peito, um único sentimento que me permito, chamado gratidão.
O sofrimento surge do controle... uma vez que a inconsciência da realidade já é nascida, contendo o tempo e o espaço para sua autorrenovação.
Não creio que a política em suas variadas classificações de tempo, possa servir como base, falseando em subterfúgio à claridade da Divindade que habita no íntimo de cada ser.
Não medite utilizando nomes que não contêm ordem e significados do altar, é certo que a palavra sagrada não renasce no planejamento humano, nasce da graça que surge do não existencial, pela ordem do caos.
Para que servem as estratégias, quando o Sol e a Lua nasce da coragem daqueles que simplesmente amam.
Deixem que se fartem de seu silêncio, esse é o pão do tempo, que basta por si, orquestrando e refazendo as doçuras da vida.
Não percamos nosso tempo, canalizando maldades alheias, a observação contínua na alegria é eficaz, sanando as represas impostas por alguns seres.
Não se doutrina seres humanos, se doutrina ou desdoutrina larvas que querem ser humanas, até essas perfazem uma densa realidade.
Não me esvazie as alegrias, delas são lágrimas de cores, onde o real e o irreal me preenche os licores de amores.
Há iniciações diárias, outras milenares e poucas de fatos vividos, necessidades de era da saudade do seu tempo de risos, impostos nos atos contritos.
