Poesias de Luis de Camoes Liberdade

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Amo a pequenez/delicadeza de meus dias, por simplesmente sentir àquilo que me cabe, na certeza que deles é que se (possue) a real grandeza de existir.

Expectativas são fatores causados por ânsias externas, profano sistema cumulativo, bloqueado pelo fato de não saberem de onde nem para onde se vai.

Profissão pra servir deve sempre passar por nossos vistos, e, ,a, arrogância esqueceu à muito tempo o valor da elegância da humildade, gratidade.

Harmosiosamente falando que nossos cantos, estejam livres de encantos, se servir pra edificar podes aqui ficar.

Algumas confusões são até engraçadas, mesmo quando em nossa pele sente-se o retardo dos desinteressados, corrige essa falha dos chamados espelhados.

A monogamia é uma mentira criada para acalmar histéricos e sufocar a compreensão do homem, atrasando almas e prejudicando vidas.

Movimente seu dom, divino talento, ande qualquer um, para que os desdonados te livrem de suas acusações disfarçadas de glórias.

Nossas pausas são proteção dando uma rápida observação, não pra modificação ou conclusão, são cuidados de tempos em estação.

Nas rotações sinceras, não há preocupação nas conclusões e, sim, calma nas futurísticas revelações.

Se culpar o outro pela dor que sente, é pela flauta da humildade, e, por não compreender, ainda, o que real mente sente, não propague, sem por fim à liberdade consequente, musicalize pro seu tecido alegremente.

Poesiaria
Tristes são as poesias de rua.
Falta-lhes a básico:
Rimas
Versos
Palavras.

Me comovo...
Todas elas deveriam morar
Num livro lindo,
Confortável
De capa bem elaborada,
Aconchegante.

Contudo poucas condições literárias disponho.
Louvo cada poeta e seu esforço para adotá-las.
Tenho um sonho utópico, louco, desastrado
De construir uma poesiaria
E hospedá-las confortavelmente.

Pois a poesia sonhada
Estará sempre bem instalada.

Inserida por MoacirLuisAraldi

Enquanto vivo
Vejo a beleza
Em poesias que alguém
Faz.

Jamais terei tal perfeição,
Carrego a inquietude
De não desistir.

Não aprendi transmitir
A sensibilidade
Estocada no peito
Querendo sair.

Tento frear.
Nessas horas
Recolho-me e disfarço
Mas a alma...
A alma sempre chora.

Inserida por MoacirLuisAraldi

Meu mundinho
Posso espalhar poesias pelo mundo
Viajar por onde for,
Mas levo comigo meu mundinho
- Lembrando com grande amor-
Meu Pinheiro Marcado
No interior de Carazinho.

Inserida por MoacirLuisAraldi

Não dedico meus versos a você que aprecia poesias, pois certamente tens a grandiosidade do amor.
Dedico sim
Ao ego dos que não amam.
Por pena.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Não é so porque eu sei ler que eu quero ler Lusíadas e poesias.
Isso não é cultura ou aprendizado é tortura

Inserida por luis_fernando_barbosa

A noite
A noite tem seus encantos,
Suas magias.
Seus romances.
Suas poesias.

A noite tem prantos,
Bijuterias.
Tem desencantos.
Tem agonias.

A noite é sedutora.
Acolhedora.
Reveladora.
À noite...
É sonhadora.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠São poesias de desespero, sei.
Pois me desespero de tanta paixão
Me perdendo na ilusão de amar.

Inserida por LuisFernandoSG

⁠A vida em espírito e corpo se formando
O vento embalando a luz
nas poesias lançadas ao ar

Canções intensas sem instrumentos
na ternura dos meus sentidos

Cresci admirando os caminhos,
colhendo belezas que as mãos alcançavam
- Lamentando as flores mortas –
e fazendo versos ofertados com carinho

Meus olhos anoiteceram
O silêncio me fez lembranças aos passarinhos

A vida é um voo constante.

Inserida por MoacirLuisAraldi

Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram,
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Netuno e Marte obedeceram;
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.

Luís de Camões
Os Lusíadas (1572).

Sem eleições gerais, sem uma liberdade de imprensa e uma liberdade de reunião ilimitadas, sem uma luta de opiniões livres, a vida vegeta e murcha em todas as instituições públicas, e a burocracia torna-se o único elemento ativo.