Poesias de Gregorio de Matos Guerra

Cerca de 83362 frases e pensamentos: Poesias de Gregorio de Matos Guerra

" Há em nós, valores e desejos que nos impulsionam à loucura. E ela tem encantos, que excitam qualquer um...

Inserida por OscarKlemz

Quando me dei conta que poderia mudar o mundo para melhor, entendi também que teria que começar pelo meu...

Inserida por OscarKlemz

" Quando nossa viagem passa da metade, ou supõem-se que tenha passado, começamos a ver a morte de uma maneira simples, necessária, embora queiramos vida eterna. Alguns sinais vão aparecendo, coisas da época , diriam alguns, alegria dos médicos, dirão outros, mas o fato é que tudo passará, inclusive nós, eu e você. Por isso é sempre libertador, deixar a alma leve, descarregar pesos, atribuir perdão, pedir desculpas, ser menos intransigente com coisas banais. Somos meros passageiros e o que devemos é viajar buscando sempre a felicidade...

Inserida por OscarKlemz

" Observar um pássaro voando, me faz muito mais feliz, do que ver um casal namorando e cantando em uma gaiola...

Inserida por OscarKlemz

Cada pai, cada mãe sabe das dificuldades e sacrifícios que tiveram para criar seus filhos, situações que os filhos só saberão se um dia também forem pais...

Inserida por OscarKlemz

"Sei que as bruxas existem, só não consigo identificá-las devido às plásticas, maquiagens, botoxs e batons...

Inserida por OscarKlemz

" A sorte de quem batalha, parece que é um pouco maior do que a de quem, apenas espera por ela...

Inserida por OscarKlemz

" O negócio será andar vestido de terno e gravata. Policiais não atiram em colarinho branco...

Inserida por OscarKlemz

Dar a vida é oferecer a alguém o palco do tempo, onde a brevidade da existência é o que torna cada instante um tesouro de valor infinito.

Inserida por andrederose

⁠Ah, parei um pouco e decidi montarte-me, em secreto, peguei àquela caixinha e à abri, retirei todas às pecas que lá tinham, não foi fácil, houve momentos que me alegrei com o que vi; houve momentos que chorei com o que vi; houve momentos que me surpreendi, porém, quando peguei a última pecinha em silêncio permaneci, apenas olhei-a, com lágrimas aos olhos dei umas boas risadas e então, somente então, acho que há compreendi.

Inserida por matheusapenas

⁠A empresa, por sua própria natureza, é uma instituição total, onívora, que gostaria de absorver o trabalhador o tempo todo.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠As pessoas não estão mais habituadas a ficar em casa, a ter tempo para si. Só conseguem ficar longe dos respectivos escritórios quando são obrigadas a isso.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠Toda organização, grande ou pequena, tende a ser conservadora, sofre de compulsa à repetição.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠Uma pessoa que passa a vida toda, todos os dias, dez horas no trabalho, acaba por sentir-se indispensável aos propósitos da organização. Se dispõe de tempo para si, não sabe como usá-lo.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠A Coca-Cola é uma substituta da água da fonte, o ecstasy também é substituto do amor, a heroína é uma substituta da viagem.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Estamos desabituados de uma tal maneira a fazer as coisas com calma, que assim que dispomos de uma hora livre a enchemos de tantos compromissos ou tarefas, que o tempo acaba sempre faltando.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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Eu acredito que os executivos de meia-idade sejam, sob um certo aspecto, pessoas doentes. E o que é pior: a agenda deles é contagiosa.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.

Domenico De Masi
O ócio criativo.Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Em outros tempos os ricos repousavam e os pobres se esfalfavam. Hoje isso se inverteu: os ricos correm como doidos para cuidar dos seus negócios e os pobres são condenados à inércia do desemprego.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Se há cem anos a idolatria do trabalho era indispensável para liberar-nos da miséria, hoje, na maioria dos casos, é apenas uma inútil escravidão psicológica.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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