Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Suas palavras são jogadas pra cima ao vento. Mais tarde, se forem boas, plainam como folhas de outono, caem suave e não machucam ninguém . Se forem ruins, caem direto na sua cabeça.
Sem dor não haverá ganho . Sem esforço não haverá conquista . Sem sacrifício não valerá a pena [...]
Reinos terrestres têm seu auge e seu declínio, mas está vindo Aquele Homem de Quem é dito: "e o Seu Reino jamais terá fim".
(…)O que sobrou posso contar nos dedos, antes eu mal conseguia fechar as gavetas tão abarrotadas de coisas, pessoas, lembranças…
Por caridade, não deixem a língua portuguesa do Brasil se estragar ainda mais. Estudem a boa e velha 'Gramática Metódica' do Napoleão Mendes de Almeida, leiam José Geraldo Vieira, Graciliano Ramos, Leo Vaz, Herberto Sales, Gustavo Corção e Marques Rebelo e defendam o que é patrimônio cultural seu.
No reino da anarquia, o príncipe regente manda construir; o príncipe ambicioso manda demolir; e o rei fica calado.
As pessoas estão sempre interessadas em emagrecer, mas poucas estão interessadas em parar de comer alimentos que engordam.
Os alertas são necessários enquanto não aprendemos a evitar certos enganos. O mal só exite para nos levar ao bem.
Que sensação desagradável ao ver pessoas inúteis sendo valorizadas, enquanto os diamantes são desprezados.
É melhor você ser bem sincero citando palavras que não agrade, do que ser bem falso citando palavras lindas e sem nem um significado.
“Perdem muito, as pessoas, que não se debruçam sobre o universo do estudo as religiões; erram, quando não ACREDITAM que a ciência também é uma CRENÇA. Assim o fazem, muitos, que se inebriam com um determinado conhecimento; elogiam-no, reverenciam-no, vangloriam-no, e por serem doutrinas, métodos, tábuas, etc. pelas quais se entregam diariamente sem cautela, por hábito imposto ou por inclinação a imbecilidade, e também por serem um tanto vaidosos e egocêntricos, atrevem-se a intitularem-se portadores da razão, do conhecimento e da verdade. Tal atitude vem delinear no quadro do pensamento humano, um rabisco de mau gosto, um desenho um tanto obsoleto e pueril, uma caricatura irônica do ser que busca o alto das montanhas na profundidade das cavernas...; mais do que nunca, sempre domados pelos invisíveis açoites da idéias preconcebidas, lutamos na defesa daquilo que nos corrompe, para nos tornarmos corruptores de toda a humanidade. Não queria eu, usar-me de palavras tão instáveis, que apesar de serem fáceis de compreender a alguns poucos, são herméticas a maioria, principalmente aos que estão corrompidos; mas, que na verdade, o que aqui quero salientar, aliás, apelar e implorar, a quem esteja lendo estas páginas, é que, salvem-se da indiferença e do apego aos abstratos conceitos: eles têm o poder de vetar os nossos olhos; e já é tarde demais para não abrirmos os olhos agora”.
Linda morena, que encanto é você! Alegre, felina, dengosa, você é mais, muito mais que uma rosa num belo jardim ou a gota no orvalho pela manhã.
Deus criou a dor para nos tornamos sentimentais, quebrar nossos paradigmas, nos superarmos e sermos a fénix.
As coisas ruins são superadas, e lembradas com alívio, já as boas, não percebemos na hora e depois temos saudades delas.
O amor mendigado é como morfina; alivia temporariamente a dor, mas não a trata. O efeito de alivio, euforia e bem estar passam rápidos e logo você precisará mendigar doses cada vez mais fortes para aliviar seu vazio.
É certo que, quanto mais rude é o trabalho em que te consomes, em nome do amor, mais ele te exalta. Quanto mais te dás, mais cresces.
Quando você busca algo com tanta ansiedade e para isso tem que anular o que já havia construído com tanto amor, cuidado, pare e pense antes de prosseguir...
