Poesias de Estrelas
A beleza do céu, das árvores e das estrelas nos cerca o tempo todo, mas nossa mente costuma estar longe demais para notar. Deixamos a vida passar sem ver o que ela tem de mais bonito e simples.
Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.
As estrelas que vivem enfeitandoa escuridão da noite,são as inspiraçõesdos astrólogosque procuram nelasuma solução para solidão.
Que junto com a luz das estrelas a luz da paz se acenda em tua noite proporcionando o descanso que a sua mente precisa e a tranquilidade que o seu coração quer.
Mas que olhar lindo e impactante Jaci, que energia tão boa e atraente! Até mesmo as estrelas se encantam, unindo ao seu sorriso descrevem a mais bela canção.
Uma escada e uma luz que formam estrelas para caminhar em meio a essa escuridão...não se limite apenas á escuridão; se agarre às estrelas, vale a pena brilhar!
Na noite que tarda estrelas, as mãos tecem versos no chão e se podia dizer que era manhã, já que as palavras tudo aceitam dos versos descomprometidos com a verdade e eu não diria que é mentira se ardem as esmeraldas. A face reflete o mais puro céu azul e os girassóis deliram no amarelo altivo de uma vasta plantação. E se diria que o rubro de minha face era a vida queimando na melodia indizível das colinas esverdeadas que murmuravam fontes de água cristalina nas mãos de flauta. E se podia dizer sobretudo que tudo já foi dito, mas o poema contradito toca a margem do infinito e mais versos geram em minhas linhas digitais. As árvores falam o sussurrar das folhas ao vento e colorem de flores o chão e as ruas se fazem rosas, vermelhas e larajadas, uma camada farta de detalhes numerosos em sonhos de turquesa. O amor partiu em muitas tardes como uma imagem que se esvai e restam fotos antigas desprovidas de vida. E o amor já não é uma necessidade, haja visto o preço oneroso da vida, pois é preciso comer, morar, vestir e viver. Eis que o amor é um luxo e se procura a paz no esdrúxulo movimento de se manter em pé. E para tanto se pede um pouco de fé, na esperança desmedida de o mundo ser melhor e sermos melhores para o mundo. No entanto, navego no absurdo e planto flores no olhos plenos de palavras, que assim compõem uma paisagem que não distingue as estações e faz solar a escuridão da noite. Faz do sul o norte e tudo muda de lugar no poema a proclamar verdades de imensidão nos dedos que tecem rimas nas constatações violetas do corpo em êxtase, pois tudo são pormenoridades se escrevo e me escutam e nada tarda na vida que permanece no tempo. Seguimos fortes sem lamentos a poupar o rosto de lágrimas frágeis, porque se bem observar não há motivos para chorar, pois que estamos vivos e atravessamos todas as madrugadas frias.
Eu sou apenas um menino que ainda guarda estrelas no bolso e acredita que o amanhã pode ser mais leve. Erro, aprendo, caio e levanto. Não tenho todas as respostas, mas tenho coração aberto, sonhos nos olhos e o tempo inteiro do mundo para ser feliz.
"Por mais que existem mais de mil estrelas no céu e aparentemente elas sejam todas iguais,cada uma é de um jeito e tem o seu próprio valor e sua própria beleza,exibindo um brilho espetacular"
Que ao acender o brilho das estrelas, a noite acenda também a luz da gratidão no teu coração e da paz na tua alma. Tenha um sono reparador e tranquilo.
O crepúsculo bordava silêncios nas margens do tempo, enquanto a memória recolhia estrelas caídas nos jardins de orvalho. Eu observava a aurora em outro momento da eternidade e o destino escrevia hieróglifos invisíveis sobre a névoa dos séculos. Eu já não questionava, me deixava ir conforme as águas do rio e isso era um alívio de desapego. As montanhas guardavam o segredo ancestral das eras esquecidas, pois o vento transportava vestígios da lua derramada prata sobre os caminhos da ausência e tudo era silêncio que passava e esvanecia o aroma da lógica na inquietude das palavras, prisioneiras da sintaxe. A alma peregrinava por catedrais erguidas de luz e sombra no infinito a respirar entre as páginas de um livro não escrito. Era como ler o nada e o nada meditava. O silêncio possuía a solenidade dos templos. O horizonte vestia mantos de melancolia, mas a vida em si era alegre porque eu andava com a postura reta e a opressão se escondia para longe de mim. E no mais era uma grande calma nas festas juninas do mês. Ao findar o dia a noite florescia como uma rosa negra sobre o firmamento. E a alma de açucena contemplava a vida sem sobressalto. Era o momento de um novo ciclo e o espírito estava leve como estrelas que cintilam pensamentos divinos. A estação espalhava cartas douradas como um oceano recitando antigas profecias à praia adormecida. E lá estavam minhas pegadas de tantas estradas que meu ser já percorreu. A existência dançava nas horas do dia e era possível ouvir sua melodia em lírios brancos de uma canção tardia. O firmamento abria suas janelas para a vastidão do mundo e havia um sentimento profundo de orquídeas se espraiando pelo caminho florido. E não havia nada a faltar, só ao momento presente se entregar. A paz invadiu o meu coração e eu aprenciava a imensidão.
Ao abrir a janela do meu quarto vejo a escuridão da noite, e milhões de estrelas a brilhar, então fico a admira-las, de repente me chama atenção aquela que brilha mais, então nela eu vejo você e chamo-a de DILEUSA! minha estrela.
Ser poeta é contemplar as estrelas, e com a sensibilidade do seu amor, admira-las, encantar-se com sua luminosidade em uma noite de insônia.
Ainda que o seu ser seja momentaneamente vestido de escuridão, lembre-se, você é feito de estrelas.
Em dias desafiadores, lembre-se que, quando o sol se põe é tarefa das estrelas refletirem a sua luz, até o amanhecer.
Deitado no terraço, que mais parece um navio, navego entre as estrelas sem definir um caminho. O olhar é como um farol refletindo a luz celestial, que chega a mudar o brilho e nos empresta uma nova forma de olhar. Céu desconhecido, abstrato faz-nos interrogar tudo o que há no espaço. Mas a verdade é que nesse momento coloco-me a sonhar e admirar, permaneço estático e continuo a contemplar o céu de Tangará...
As estrelas de Davi brilham lá no céu, após o Jesus nascer, Maria e José, viu o menino Jesus, os três reis magos vieram visitar o Jesus, que a estrela brilha lá em cima do céu, essa é a nossa estrela natalina que brilhava no céu.
Nem todas as estrelas juntas conseguem brilhar assim, pois existe uma luz mais forte...a que você acende em mim.
"" Um dia pensei, admirando as estrelas em ter o brilho de algumas e Deus me disse, por que queres algumas, se todas são tuas. Desde então me contento em contemplá-las ...""
Como estrelas mortas, um brilho tardio, um calor lembrado que não aquece e, no entanto, sigo sendo levado pelo meu eterno passado.
