Poesias curtas de Amor
Quando a ignorância impera, o amor se cala,se aniquila e os sonhos se desfazem,porque insuportável é a arrogância de quem só conhece as suas verdades tão falsificadas.
Aquelas páginas rabiscadas não trouxeram você de volta, me aquietei em nosso amor, hoje por isso a solidão custa em me deixar...
Desconhecido homem de poucas palavras por fim fora entendido, num mundo desconhecido conheceu o amor, por tantos sobreviventes que ali residem, poucos fugitivos sem abrigo, então espaço concedeu aos velhos por tantos algarismos, cedeu ás horas rompendo-se de seu bifurcado paraíso...
o amor e assim chega de repente fais a gente se perde ta marcado em mim essa vontade louca que não saber te esquece.
O amor é como uma joia bruta, é necessário lapidar para ter um valor elevado e um brilho intenso, e o brilho as vezes é ofuscado e é necessário polir outra vez.
Para o amor não existe 'agora' nem 'depois', nem 'aqui' ou 'ali'. Todos os dias foram feitos para o amor. Todas as estações do ano são estações do amor. O amor desconhece fronteiras. Enfrenta barreiras. Move obstáculos. Amor é tudo isso ou então não é nada.
Foi aquela dor quem me caçou, derradeiro amor em falsas juras me expurgou, pela vidraça da janela estilhaçada vejo os restos da minha paixão que relutou...
É o que eu falo, o mundo não precisa de religião e sim de amor e respeito com todos os seres vivos.....
Eu acredito na força do amor, por que ele me sustenta e me mantém viva a todo instante, eu acredito que há esperança mesmo que seja para recomeçar do zero ou até mesmo de um outro amor distante aos olhos mas bem perto do coração.
E você que achava sabia tanto sobre o amor, hoje se vê sentado no primário na escola da vida. Vendo as lições boquiaberto.
Quando temos o amor de Jesus em nossos corações, também temos amor pelos perdidos. Eles estão caminhando para uma condenação eterna e nós temos a palavra de salvação e libertação
O que eu sinto por ti é algo que nem sei como explicar. Bem que dizem que amor não se explica. Talvez é isso, amor.
Certo dia me perguntaram: será que pode haver amor sem esperança. Olhei para o céu observei dois pássaros voando, então falei: um pássaro tem quantas asas? pode um pássaro alça voo sem a outra asa dele.
Lembra quando dizia que amava-me? Pois bem, meu amor, passou, não foi? Mas, não para mim! Após dois anos essa chama continuou viva aqui, e hoje ela queima-me, deixando malditas e dolorosas cicatrizes...
O verdadeiro amor não é aquele que sentimos quando somos amados, mas é aquele que amamos mesmo sendo odiado.
Penso no amor como uma música cheia de notas, com seus altos e baixos, erros e acertos. Risca, rabisca, borra, apaga e, de repente, a gente acerta o compasso. E, num rodopio mais lento ao som da percussão, do coração, os ventos e, a direção mudam e a gente simplesmente dança.
Ela tem essa mania de ir se entregando, doando, sem antes saber se é amor. E quase sempre cai, machuca e dói, dói muito cair de joelhos no chão. Mas, dizem por ai, que dor de ilusão, dói mais que um simples esfoladinho, porque é dor que dilacera o coração.
