Poesias curtas de Amor
O amor é a força mais
extraordinária do Universo
porque só ele é capaz
de nos devolver para a vida.
Uma real história de amor pode ser vivida
por todos que tenham a disposição
de vivê-la como ela merece.
Pode botar fé
que hoje sai
um bom Arubé,
De amor por
eu sei que você cai,
E não há nada
que te distrai.
É Bate-Caixa,
meu bem,
É Jongo,
meu amor,
Do jeito que toco,
te encanto,
pouco a pouco
vai cair na minha
com o coração louco.
Carnavalito
Em Santa Cruz muito lindo
Amor bonito
...
Tem Taquirari
Em Santa Cruz só falta
Você por aqui
...
Vem Chovena
Santa Cruz tão bonita
Com alegria
...
Santa Cruz bela
Bailante Sarao
É desta terra
Benzinho-amor
nas tuas mãos
vou de Fandango
por onde me levar,
O importante nesta
vida é amar ou amar.
És Caxiri meu,
de ti sou Caapi,
Um do outro
a gente se complementa,
Nunca faltará amor
porque somos poema.
O meu coração
é potiguar,
Bem que todo
o amor neste
Camaleão
poderia se declarar,
Porque o meu já
não consegue se calar.
Meus passos de Maracatu
são filhos de Cambinda,
Assim como o meu amor
que nasceu do teu olhar
me seguindo com folia,
Não preciso aos Santos
consultar e nem fazer magia.
O Taperebá florido
recorda que teremos
frutos para fazer
doces com amor,
Se isso não é poesia,
não faço a mínima
daquilo que seja,
Mas sei que Taperebá
tem algo parecido
quando se beija
e a gente se enleia.
Plantei no coração
Versos Intimistas
como quem planta
Taperebá para o amor
crescer e surpreender,
Quando menos imaginar,
estarei dentro de ti
florescendo e frutificando,
e estará prá valer amando.
Que cada manhã seja um convite para viver com intensidade e amor.
Assim como o sol que nunca falha em surgir no céu…
… temos dentro de nós a capacidade infinita de recomeçar!
A Amizade é a alma gémea do Amor.
Seguem caminhos diferentes, mas com objectivos idênticos: encontrar a humanidade.
— O que é o Amor?
— Amor é: a minha mortalidade humana unificada à imortalidade do que sinto por ti.
Amor Sem Ordem Alfabética.
Gosto quando observas a minha invisibilidade.
Gosto quando me respiras debaixo de água.
Gosto quando fazes barulho com o teu silêncio.
Gosto quando iluminas o escuro do meu poema.
Gosto quando as nossas feridas escorrem Amor.
Sinto este apocalíptico amor
cerzido em carne viva
no tecido transparente do osso
submetido a formas anatómicas
irremediavelmente inviolável.
É assim que
eu quero estar contigo
a contemplar o nada
e atordoados pelo amor,
do nada, construímos
o nosso interno mundo.
