Poesias curtas de Amor
O amor é uma faca de dois gumes, um lado corta e feri;
A outra corta e completa, veja o que mais vale à pena!
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
O amor vive entre o coração e a perfeição;
Não espera nenhum firmamento, só a chance de experimentar a tal paixão;
Se hoje faz algum sentido, esperar por esse amor...
Guardarei o que aprendi com muita luta o que foi dor;
Mas não sairei derrotado e sim um vencedor...
Queira o bem sem se importar a quem, pois do amor se dispersa a dor;
E da noite inspirada se tem uma noite abençoada;
As minhas
inspirações
consistem
pelo amor
que sinto
pela vida;
E a alegria
Que emerge
Em todas
As manhãs;
Posso não querer o amor inventado, mas sempre ei de querer o amor sincero!
Para amar e entregar o meu coração;
O amor não provém do coração assim dito;
Mas sim dos pensamentos, que espera o primeiro contato visual... depois a inspiração se encarrega do contato adverbial!
Incompreensão é violência
Ingratidão é inconsciência
Pacifismo está faltando
E amor ao próximo virou lenda.
A minha imaginação é muito mais vasto que o próprio universo;
O ato de pensar no amor é a atitude de sentir a tal fato;
Agora que me fiz entendido
Não há ilusão mais cortante se não
A frustração de um amor incompreendido;
Não entro no campo do amor de forma leviana, mas entro de forma justa e corajosa;
Para que os meus sentimentos possam se sacrificar e em inteirar pelo destino afetivo;
O amar sem medo
Mas o amar sem medo é a perfeição
Eu não sendo aperfeiçoado
Não nascerá amor em meu coração;
Hoje me despeço da relação junto à solidão... Que sempre falou mais alto em minha vida!
Pois o amor próprio decidiu se impor e retomar as regias para que pudesse falar suavemente ao coração;
Deliberadamente eu amo com o meu amor
E nunca retrocederei em nenhuma hipótese
Mas retornaria para amar ainda mais e fazê-la merecedora de uma verdadeira rainha;
Se o amor lhe chamas
Segui-o, que o coração espera surpresas inesperadas, mas acalentadoras ao momento preferencial;
Cortejei-a com toda sinceridade... E o que ganhei em troca?
Pouco amor e muita falsidade
Lisonjiei-a com todo o meu talento, e o que eu consegui, foi descaso e sofrimento
Então agora vou ignora-la, pois me fiz forte eu vou deixar que o tempo ensine do jeito que pra mim pouco importa;
Desejo enfatizar o grande amor que em mim transborda pela vida!
Vivo e sagaz, dar me a razão de viver
Para que com as minhas palavras eu possa me envolver;
Para dar brilho ao olhar alheio
Quando entender o reflexo no espelho;
