Poesias com Nomes de Pessoas

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Magoas a gente não guarda, porém anotamos os nomes kkk
A lista é grande tá queridos.
Edelzia Oliveira ⁠

Inserida por EdelziaOliveira

Perdido
Meu descaminho tem muitos nomes ,e em nenhum deles possui seu nome ,pois só
consigo me encontrar comigo ,quando estou
indo em sua direção ,preciso muito de você
pra deixar de ser perdido.

"Reciprocidade e amor são equivalentes, são nomes diferentes, mas os dois tem algo em comum, a energia.
Na maioria das vezes pensamos em ambos como uma troca justa do que oferecemos. Nos frustramos por não recebermos.
Como exemplo um amigo manda uma carta e ainda um vinho para uma pessoa. A pessoa recebe, não responde a carta e não agradece o vinho. O remetente se frustra, entristece e pensa
" Meus esforços não valeram nada, não fui reconhecido nem mesmo com um ato tão nobre de minha parte". Na mesma semana ele é surpreendido pelo destinatário da carta e do vinho. Os dois vão ao melhor bar da cidade, tudo pago pelo destinatário. No final do período ambos se despedem, e ainda depois de tudo o remetente se pergunta " Ele não lembrou de minha carta nem do meu vinho".
Reciprocidade e amor fazem jus á trocas de mesma intensidade, energia. Não entregue esperando receber o que deseja, você precisa apenas é de uma energia correspondente".🤔

Os nomes dos poetas populares
Deveriam estar na boca do povo
No contexto de uma sala de aula
Não estarem esses nomes me dá pena

A escola devia ensinar
Pro aluno não me achar um bobo
Sem saber que os nomes que eu louvo
São vates de muitas qualidades.
O aluno devia bater palma

Saber de cada um o nome todo
Se sentir satisfeito e orgulhoso
E falar deles para os de menor idade
Os nomes dos poetas populares

Devorador
Dão-me muitos nomes
mas poucos me reconhecem como realmente sou.
Consumo almas;
bebo sangue;
destruo;
desvio;
domino;
números me atraem!
Gritos, clamores
cheiro de terror, calor
sou o devorador.

Doçura tem nomes:

Contas pagas,
Alguém para amar,
Amigos que se podem contar,
e o mais importante: Deus no coração!

Um professor trouxe balões e deu um a cada aluno no salão. Ordenou que escrevessem seus nomes, deixou-os no chão e tirou os alunos. Depois disse-lhes: "Eles têm 5 minutos para encontrarem os balões com os seus próprios nomes". Os alunos entraram e enquanto cada um procurava o seu nome acabaram os 5 minutos. Ninguém conseguiu encontrar o seu.

Mais tarde disse-lhes: "Agora cada um pegue qualquer balão e entregue-o ao dono". Em um minuto todos os alunos tinham seus próprios balões!!

Disse o professor: " Os balões são a felicidade. Ninguém vai encontrá-la procurando a sua própria sem se importar com a de mais ninguém. Temos que dar aos outros para recebê-la!"

Aprenda a fazer o bem sem esperar nada em troca, porque outro vai te devolver em algum momento!

Conheço todas as verdades
todos os nomes, e mesmo assim eu esqueço...
da unica coisa que não esqueço é de você...
do seu jeito meigo que me conquistou

Sempre fui aquela.
A menina do cantinho,sim a última opção,a excluída,todos esses nomes.Era difícil não me importar,conter a vontade de me matar para n ter de conviver mais com aquelas pessoas.Isso Magoava...

⁠Quem guarda amigos dentro do peito
não leva só nomes ou histórias bonitas...
leva casas inteiras feitas de afeto.

São presenças que acolhem até de longe,
lembranças que sorriem por dentro
e silêncios que dizem: “tô aqui”.

Porque amizade de verdade
é quando a alma reconhece abrigo
no jeito do outro existir.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Não adianta citar grandes nomes e grandes obras, se você não fala do conteúdo. O sábio lê, aprende e prega o que aprendeu. Papagaios citam nomes de gente grande, e reproduzem o que foi dito porque lhes faltam inteligência.
G.M.

(26 de Julho, Dia dos Avós)

Vovô e Vovó
Eles tem nomes...
e um espaço enorme em nossos corações!
Eles tem história...
Eles tem memória, carinho, afeto, sabedoria!
A alegria é sentida por todos, netos, pais, avós,
e todos os do nosso redor.
“No meu tempo”…
eles contam de outros tempos
enquanto tornam fabuloso aquele momento.
Os netos prestam dedicada atenção, e os tratam com muito carinho.
Quanto afeto! Meu neto! Minha avó! Meu avô!
E quando se vão, deixam tanto dentro de nós…
Um dia eles, outro nós.
Com amor,
Netinha 💙.

Velho demais

Estou velho demais
Para decorar os nomes
Dos novos assassinos
Este aqui
Parece cansado e ataente
Devotado, profissional
Ele se parece muito comigo
No tempo em que ensinava
Uma forma radical de Budismo
Para os insanos sem salvação
Em nome da velha
Mágica sagrada
Ele ordena
Que famílias sejam queimadas vivas
E crianças mutiladas
Ele provavelmente conhece
Uma ou duas de minhas canções
Todas elas
Todos que banharam suas mãos em sangue

E os mastigadores de vísceras
E escalpeladores
Todos eles dançaram
Ao som dos Beatles
Todos adoraram a Bob Dylan

Prezados amigos
Poucos de nós restaram

Silenciados

Tremendo sem parar

Escondidos em meio ao sangue –
Fanáticos chocados
Enquanto testemunhamos uns aos outros
A velha atrocidade
A velha e obsoleta atrocidade
Que levou para longe
O apetite ardoroso do coração
E acanhou a evolução
E vomitou preces

"Amizade é assim, você lê a palavra e lembra de nomes, lembrando dos nomes começa a sorrir."

-Aline Lopes

Hoje, para mim, felicidade têm nomes, têm caras, têm formas, têm endereços.
Felicidade é ver Samuel lendo um livro.
Felicidade Lígia, é ver seu sorriso subindo pelas escadas.
Felicidade é ter meus irmãos e pais numa mesma mesa, todos juntos, e sermos interrompidos por minha sobrinha deixando escapar um pum e caindo na gargalhada em seguida.
Felicidade é saber que a tristeza passa e que a felicidade também passa, porque tudo passa.

F e l i c i d a d e...
Eu não a busco; eu a permito.
E depois a deixo entrar. E depois deixo a porta aberta.
Mas eu grito... não vá, não vá!...

⁠A vida é bela,
à escória d⁠e dores indivisas.
Ainda existe flores e outras coisas sem nomes,
e o sol nasce e se põe todos os dias,
sob montanhas nunca antes amanhecidas.
Os cotidianos são reiterados, reiterados,
a vida talvez seja enternecida,
e esconde eternas coincidências,
sobre as montanhas que somos,
desoladas e indormidas.

HARU , A FEDERAL DE SANTA CRUZ


por um velho poeta de alma ainda em brasa


Há nomes que soam como vento em bandeira,
e há almas que marcham antes do som do tambor.
Haru... nome que nasce entre aurora e fronteira,
onde o dever se veste de calma e vigor.


Tua farda não é pano, é pele sagrada,
costurada com fios de coragem e luz.
Carregas no olhar a nação amparada,
e no peito o selo de Santa Cruz.


Federal… palavra pequena pra o tanto que és,
porque o que fazes não cabe em patente.
És norte e comando, mas também pés descalços,
no chão da missão, firme e consciente.


Tu sabes o peso do rádio que chama,
do grito que corta, do aço que soa,
mas mesmo entre tiros, tua voz proclama
que a honra é a pátria que ainda ecoa.


E quando a lua toca o aço da espada,
a cidade dorme e tu segues em pé.
Haru, mulher de alma alada,
que ensina que o poder é também fé.


Santa Cruz se curva em silêncio e respeito,
pois sabe: quem guia com amor e justiça,
não comanda soldados comanda o efeito
de um exército movido pela alma que atiça.


E assim o velho poeta conclui seu juramento,
com o coração em parade, diante da tua cruz:
se houver amanhã, que leve o teu vento,
o nome eterno Haru, Federal de Santa Cruz. 🕊️


Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.

O tempo não passa:
ele atravessa.
Rasga a alma em silêncios sucessivos,
leva nomes, vozes, gestos mínimos
que sustentavam os dias.

Há perdas que não gritam,
apenas permanecem.
Assentam-se no peito como pedra antiga,
ensinando o peso exato da ausência.

O tempo não pede licença.
Ele segue, mesmo quando o coração
preferiria ficar.
E nessa marcha desigual,
aprendemos a caminhar feridos,
não por escolha,
mas por necessidade.

Continuar não é esquecer.
É carregar com dignidade
aquilo que não volta.
É permitir que a dor exista
sem que ela nos governe.

Seguimos porque viver
não é negar as perdas,
é dar a elas um lugar —
não no centro,
mas na memória que fortalece.

E assim, mesmo dilacerados,
avançamos:
não intactos,
não ilesos,
mas humanos o suficiente
para transformar ausência
em permanência silenciosa
dentro de nós.

©2025 @domingosmassa

Percebe-se que, após a morte, certos nomes deixam de ser pronunciados com frequência.
Não morre apenas a pessoa, o nome também se silencia.

A vida é tão breve que, como se costuma dizer, não há tempo sequer para ler todos os livros que se ama.

A ausência não está apenas no vazio deixado, mas nos gestos interrompidos, nas palavras que já não são ditas, nos rituais simples que desaparecem com quem partiu.

Um corpo nunca é apenas um corpo.
Ele carrega uma história inteira: sentimentos, marcas, traumas, resistências.
É memória viva! E, ao final, também é o lugar onde a morte se manifesta.

Os "demônios" do passado, embora com outros nomes, continuam a assombrar a vida humana. Antigamente, eram chamados de Lúcifer, Azazel, Belzebu, Behemot, Balaão e outros nomes que representavam as forças do mal, do caos e da destruição. Hoje, essas forças têm novos nomes: Depressão, Síndrome do Pânico, Desrealização, Bipolaridade, Angústias e outros distúrbios que afetam a mente e o espírito das pessoas.


No passado, os "ajudadores" ou figuras de autoridade espiritual eram os padres e exorcistas, que buscavam expulsar esses males do corpo e da alma. Hoje, são os psicólogos e psiquiatras, que ajudam as pessoas a enfrentar esses monstros internos através da terapia, do autoconhecimento e, muitas vezes, de medicação.


E, ainda assim, a "cura" para esses "demônios" modernos muitas vezes exige mais do que apenas tratamento médico ou psicológico. Ela também envolve uma mudança profunda da vida, que pode incluir mudanças de estilo de vida, de valores, de rotina, de relacionamentos e até mesmo da maneira como interpretamos o mundo. A cura, em muitos casos, passa por uma reavaliação das nossas verdades, das nossas crenças, da nossa visão de vida e de mundo, até mesmo da nossa fé. A transformação que é necessária para enfrentar esses "demônios" exige uma mudança de percepção, uma nova forma de enxergar e viver a realidade.


O que permanece é a constante busca pela paz interior, pelo equilíbrio emocional e pela libertação dessas forças, sejam elas com o nome que tiverem.