Poesia te Perdi

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O Amanhã ainda vive
Se hoje pesa respira o amanhã ainda vive há sonhos que demoram mas não morrem Há caminhos que se escondem só para te ensinar a confiar⁠

o Beijo que você me roubou
Não foi da boca foi do que eu guardava desde então carrego teu gosto na parte de mim que nunca mais voltou ⁠

⁠as estrelas contam histórias
que a noite guarda em silêncio


cada brilho distante
é um segredo antigo
viajando pelo céu


há sonhos perdidos
morando entre constelações
há amores que o tempo não levou


quem olha para o céu
não vê apenas luz


vê lembranças
que aprenderam a brilhar ✨

toque de mágica

às vezes a vida muda
não com barulho
mas com um pequeno gesto

um olhar que encontra o nosso
uma palavra que chega na hora certa

e de repente
o peso vira leveza

como se o mundo
tivesse encostado na alma
com um toque de mágica ✨

Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.⁠

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

Estado Poesia


Quero estar anestesiada de Manoel de Barros. Quero viver imersa na poesia, quero habitar esse mundo onde a palavra ressignifica tudo: o passado, o presente e até submete o futuro a uma linguagem.


Quero poesia correndo pelas veias, quero sangue transformado em palavra e desabafo em verso. Quero que isso seja aquilo, e que de lá pra cá eu chegue onde nunca fui.


Quero resgatar essa forma de vida onde a palavra me permite atingir o belo, enxergando flor onde há apenas asfalto.
Quero ignorar a lógica utilitária do mundo, para encontrar infância onde roubam minhas horas.


Jaqueline Bastos / Jaque Poesia

Quero resgatar essa forma de vida onde a palavra me permite atingir o belo, enxergando flor onde há apenas asfalto.
Quero ignorar a lógica utilitária do mundo, para encontrar infância onde roubam minhas horas.⁠

A gente anda com uma certeza fugaz
De que somos tudo o que queremos da vida,
Sem saber se somos pelo menos parte
Do que a vida queria de nós.

Inserida por Jardimpoesia

Hoje vivemos em um conto de fadas mais real...
Onde os monstros são mais reais do que na
Imaginação de quando eu era criança,
Estão no menino que nunca tivera inocência,
Roubada ainda no ventre da sua mãe,
No jovem que barganha a própria vida por um
frívolo prazer,
Na mãe que chora por não saciar a fome do
filho que chora,
Dos filhos, abandonados pelos pais, abandonados
Pelo mundo, que já não sabem mais chorar...

Inserida por Jardimpoesia

Eu sinto sua falta,
Todos os dias de minha vida,
Eu sinto vontade de você,
Sinto vontade de te ter.

Inserida por poesia-insana

" Nesse mundo onde não se ver mais amor verdadeiro,
Tentamos nos expressar de certa forma, que acabamos sempre feridos… "

Inserida por matheus-souza

" Tá vai me chuta de sua vida de novo,
Mais chuta logo pois estou começando a ficar cansado,
Não de você mais de ser uma bola que fica de lá pra cá, sem rumo. "

Inserida por matheus-souza

Crueldade é amar de pé no chão...
Ver o outro como ele realmente é,
é mastigá-lo no desencanto.

Inserida por Jardimpoesia

O mundo vai nos deixando caleijados...
Alguns bons calos que nos fazem lembrar o esforço pelo qual lutamos para chegar há algum lugar.

Inserida por Jardimpoesia

Santa Maria, por favor, protege com o teu amor,
A cidade de Santa Maria que agora queima de dor!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por PoesiaGuria

Quero ser uma ‘mistureba” de estilos nada parecidos com nada,
E esbanjar o meu jeito nada convencional de ser eu, apenas eu.
Ter sonhos que não me aprisionam, mas me libertam!
Ver a vida pela janela de um coração livre de preconceitos e sempre pronto para se reinventar...

Inserida por Jardimpoesia

Que bom seria se o amor estivesse sempre
Ao nosso alcance,
E estando ao nosso alcance,
Se mantivesse mágico,
A mesma mágica de quando está distante.

Inserida por Jardimpoesia

nunca ter estado num lugar não é nunca lá ter ido
...
nunca ter estado é nunca ter sentido
...
sem ter estado há o sentido mais sentido
...
ainda mais sentido é o sentido de nunca ter estado tendo estado
...
é estar-se sentido
...
sentir-se estar-se
...
des-sentido
...

Inserida por O_Carpinteiro

Nós, os poetas, olhamos para as palavras como se nelas não se pudesse conter a essência das coisas, depois, limitamos a vida ao significado do verbo que não
pronunciamos, no segredo desvelado, rebelamos a alma que não se orienta na pedra filosofal do entendimento, nós os poetas olhamos para o poema como se ele não existisse e por isso tornamo-lo absoluto, o que há de sublime no sentido é o que não percebemos, nós, os poetas não falamos com Deus porque já nascemos no eterno, o que de nossa ãnima permanece é o símbolo do corpo, um caráter, um som, uma aliteração e mais qualquer coisa que não comunicamos com a poesia, nós, os poetas, sentimos o desconhecido como se já o compreendêssemos, pois temos a alma sem um conceito, somos vagas nebulosas, rastos estrelares, poeiras cósmicas, em nosso poetar.

Inserida por O_Carpinteiro