Poesia te Perdi
Um desafio claro para a educação nos dias de hoje é se encontrar um ponto de conciliação entre os meios tradicionais, físicos, como livros, jornais e revistas com os novos suportes tecnológicos, presentes de maneira cada vez mais precoce em nossas vidas. Eu acredito que a tecnologia vem para acrescentar, o que devemos fazer é unir as novas tecnologias ao que já se faz em casa e nas salas de aula. O importante e imprescindível é estimular a leitura!
A neve matinal se despede da longa noite, fria… Parece uma artesã a bordar a minúcia das rendas com a sua luminosidade, acumulando invernos.
Quem ousa afirmar que podemos escapar do amor verdadeiro? Mesmo quando a admiração se desgasta pelas decepções e pelo inexorável avanço do tempo, ele persiste, escondido em algum lugar. Mesmo quando a beleza se esvai, ele resiste. Mesmo após anos de separação, ele nunca se desvanece por completo. Em algum recanto profundo da alma, ele sempre existirá. O amor verdadeiro é um enigma que desafia qualquer explicação.
A ideia de que em algum momento dessa vida todos são iguais, perde o valor quando a realidade prova que não há poesia onde existe fome!
Os livros serão sempre fundamentais para o desenvolvimento moral,cultural e intelectual mas os meios de comunicação em massa desde que foram criados também se tornaram essenciais para a formação psicossocial do indivíduo ,são armas muito eficientes contra a alienação .
"Posso não ser o que teus olhos desejam, posso não ser o que tua boca procura, mas posso ser teu arrependimento futuro, ao lembrar que já pude ser tua."
"Se fosse para ser sensato no amor, ninguém cometeria loucuras. O amor é para os loucos e não para os sensatos. Permita-se!"
"Nas estradas da vida, encontramos com muitos "sacerdotes da lei". Todo mundo tem a oportunidade de ser Jesus na vida do outro, procure espalhar o bem, não queira ser um Pilatos ou um Judas na vida de alguém."
A falta dos teus abraços eu sinto, eu adorava viajar no silêncio de seus carinhos, às vezes costumava aumentar a tempestade no coração, vá... pode voar, pra quando quiser voltar, e para decorar a parede de seu coração eu costumava desenhar o meu nome, hoje lembrei quando vi na luz dos teus olhos... era uma vez estávamos acostumados à amar.
Meu coração não é teimoso ao ponto de ser transgredido, sendo deixado de lado por um falso amor, um ego displicente e sem sabedoria, a forma que fui descartado, deixado e incompreendido por quem eu mais confiei e doei meus sentimentos é a maior de todas decepções, a vida é um trampolim, e eu irei saltar mais alto sem um peso morto em minha consciência.
Em dias de chuva ou dias de sol, e intensidade da beleza são impressionante, são folhas brancas, e nós somos as letras
Me entender não é fácil, falo pouco, mas falo o idioma do meu mundo, se eu disser (A) não precisam escrever (Z), basta soletrar, as metáforas não são tão importantes quando me conhecer é o bastante, saber minha história e trajetória, minhas teorias só servem para mim e de forma alguma quero que vivam o que eu penso, nem que vivam o que eu vivo, mas tirar o melhor do que escrevo pois isso sim faço para todos.
A viola, ah.. aquela viola que sempre está ao seu lado, na sala, na mesa, no quintal, na praia ou na rede, acompanha minhas falas e escritas, quase toca sozinha, fiel na afinação, com a alegria ela soa e ecoa os sons na madeira seca que eu mesmo usinei, já contemplou as estrelas de noite, o brilho intenso do sol e não reclamou da chuva, me ajudou à compor muitas canções e cada ano que passa, o som de seu tampo se refina, adora viajar comigo, um violão feito à mão, minha criação, minha coleção, é como um velho amigo.
A arte contemporânea é a fenda por onde escapa o indizível, uma denúncia em núcleos e formas que expõe a violência.
Amar é caminhar entre o brilho que cega e a sombra que acolhe, alçando voos sem asas, aceitando quedas sem chão.
Galgando as linhas de seu corpo estonteante, que como ondas do mar, num vai e vem constante, quê num instante terminar tal uma explosão sideral fenomenal.
Por que a flor é tão bonita? Porque sabemos que não durará para sempre. O efêmero tem sua própria poesia, nos ensina a apreciar o agora. O mesmo vale para a vida, para os encontros, para os momentos que nos transformam. Nada dura para sempre – e talvez seja exatamente isso que faz tudo ter tanto valor!
O talento da pena só se faz revelar por quem vive com intensidade e profundidade todos os sentimentos. Não se cria um poeta apenas à base de rosas, mas principalmente pelo tocar dos espinhos.
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