Poesia sobre Silêncio
Me compreendas
Ou me lambuze com os teus
Lábios umedecidos...
Em meu silêncio me desatina
Seja indecente adentrando ao pecado
Demonstrando as suas malicias
E devore-me sem presa
Sem medo
Sem pudor
Seja quente
No gosto que for
Te quero com amor
Ou até mesmo com dor
Que sejas de prazer
Contudo quero aprender
Domine os meus sentidos
Nesse caminho nunca fui vivido
Teu cheiro me enlouquece
Mas não há desalinho
Ao quê se sucede
Só desejos de você
Se não me amar irei morrer;
Não é preciso cruzar os braços para ter silêncio na felicidade
Se o caminho para um abraço gostoso se inicia de braços abertos...
Não tenho ódio a quem conheça, pois quem nem se quer...
Nos conhecia deu a própria vida por puro amor;
Vivo o meu silêncio com algum propósito talvez
Para me inspirar de tédio em algum instante
Para amadurecer-me de tristeza
Que agrade quem não me admira
Que prefere viver de mentiras
Eu sou assim, diferente;
Quem sabe indiferente também
Mas não me incomodo que me desdenhe
Pois é vivendo que vou aprendendo...
Não preciso amar
Para então provar
Que sou capaz
De ser o que todos acham certo
O que é ser certo?
Ter um diploma
Família e dinheiro?
Ser um macho alfa?
Não entendo esse mundo
Que me acho e me perco
Do que é errado e do que é perfeito...
Eu nasci com dons disso eu sei
Mas de nada me beneficia
Se não tem ninguém para as veem;
Será que um dia me sentirei útil?
Espero ter a vida que sonhei
Não para agradar os outros
Mas para agradar a mim mesmo...
Pressuponho que o teu coração me quer em silêncio, mas que de tão dinâmico não se permite render-se a mim;
Mas com minha tese exequível de conquistar-te de modo que não sejas leviano ao teu coração...
Entendo necessário a resolução dos sentimentos nascente em nossa alma e desviando das palavras levianas em questão;
Fico em silêncio... Fico inquieto
Não é tédio... Não é falta de remédio;
Estou triste sem amor... Mas é claro sinto dor
Não é na veia... Nem na cabeça
E sim na alma... Por quem me deixa
Deixa triste e só... Que na verdade me deu um nó
Estou sem ânimo de me erguer... Me jogou fora
E nem sei do por quê?
No meu íntimo que fortaleço
o meu conhecimento...
No meu silêncio que me inspiro
em certos momentos...
E em tuas palavras que me
encontro e me sinto sábio;
Aprendo e evoluo
no seu tempo com
o seu manual
sagrado!
Se não entendem o meu barulho, ninguém entenderá o meu silêncio
Eu não espero nada que me agregue... Muito menos reconhecimento!
Por onde anda o amor? Se escondendo das extravagâncias mundanas?
Ou se guardando em silêncio e buscando o seu entendimento pelo valor?
Por onde anda o amor? Será que saiu de cena e se esconde para não ficar mal visto ou prefere ficar as espreitas, como tanta gente pensa?
Não! O amor não é desse calibre, porque o amor é sincero, não se esconde... Ele é livre, Ele cuida, ele guarda, é paciente... Não exige, mas respeita;
o amor perdoa, O amor abre mão, mas também sabe dizer não, eu só sei que o amor é assim... O amor mora em você e o amor mora em mim!
O amor não morreu, apenas repousa para quando renascer possa eternizar e ser uma coisa boa!
E agora sei por onde o amor andou... Pelo coração de quem está apaixonado ou no coração de quem um dia amou;
Nascemos chorando
ao chegarmos a essa vida
de controvérsia...
Mas morremos em silêncio
ao contestar a verdade
a cada momento!
Eu sempre me dou melhor comigo mesmo
quando estou em silêncio, pois há
um certo encontro da experiência
e a força dialogando em voz alta...
E eu me calo para colher sabedoria!
1 minuto de silêncio...
Por que mataram a ortografia
e substituíram a língua portuguesa
por uma língua não compreendida!
... Eu me entrego por assassinar
a língua portuguesa...
Não tenho álibi, eu só me
desprendi através das minhas poesias
Meu lado mal foi desatado pelo silêncio do meu coração, quando eu amar não fique em silêncio e não se surpreenda.
Transponho minha vida para te mostrar quem sou, dando a oportunidade de ser feliz.
Invento uma história entrelaçada no amor que reverte todas as dúvidas imperfeitas.
Disparo contra as indiferenças que possam causar um por acaso sem correr na direção errada.
Tem gente que procura o amor como se não existisse um amanhã, pois o silêncio se faz retrátil e redil ao caminho da vida;
Meu canto retem o meu lado careta e desperta meu romantismo que me leva em direção à felicidade;
Sou assim com minhas palavras com erros de português, porém com a prudência de um amor desigual;
Sinceridade se compara a verdades que exala de meus olhos dando-me honra e dignidade em meus textos;
Não se aproxime de meu coração, pois a minha solidão é culpa de quem me ama;
Fique em silêncio e não debata minhas escolhas que me mantém vivo, mas atenção é preciso para aprender a não viver os mesmos sonhos;
Aquele garoto que sonhava ter a felicidade terminou frustrado em cima do muro e sem razão e queria mudar o mundo, pois o mundo o mudou;
No assistir de um caminho injusto e sem dar opiniões que pudesse arriscar o melhor da vida;
Grito o seu nome em silêncio e transbordo lhe em prazer intenso que desperta a sua mais oculta libido;
Saber exaltar as coisas belas da vida e sem perceber de que a felicidade vivia ao lado;
Eu também mostro quem sou entre a história tão verdadeira que se fez chegar de outro jeito;
E o preço do tempo é tamanha paciência que afugenta a ansiedade e liberta as frustrações;
No escuro do meu silêncio depois do desespero, confesso para o meu travesseiro que ainda posso sorrir;
Minha felicidade que eu desconhecia, vive no oculto do meu coração, adormecida no descanso da minha seriedade;
Eu remeto recados em forma de inspirações para a lua, esperando que ela diga ao meu destino para lembrar que ainda estou aqui;
Meu compromisso é com minha vida interrompida que em meu silêncio tanto grito para entender qual é o meu nome esquecido;
No meu tentar não houve escolha, mas fui dispensado quando ainda o meu sangue estava quente;
Apostei minhas fichas no meu escuro, tanto faz ou tanto fez, não perderam tempo de saborearem minha derrota;
Ensaiando despedida mesmo sem saber que à hora de perder estava próxima dos meus passos;
Tento não me ver perder o que nunca competi, mas no meu silêncio eu posso até sorrir sem machucar meu coração;
Não me peça tantas desculpas e sem ameaças ensaiadas na frente do espelho;
Não seja tão displicente com as palavras se esfregando a minha ferida, pois me vejo tão incerto e inseguro;
