Poesia sobre Sabedoria
A atitude vira descarrego em nós, é fonte necessária o saber, mesmo quando poucos não compreendem o entender, seu serviço é simplesmente ser, a ajuda que das tu podes também receber.
Não preciso em espinhos pra fazer o que me cabe, bastão também é tempo de saber, das, horas no agir e não reagir.
A compaixão é pra que todos possam saber o sabor das soluções e não invenções nos tratados sem resoluções.
Quem en-sina precisa compreender o porque castiga, quem responde chamado não precisa saber o porque apanha das colheitas flores.
Queres saber a respeito da miséria de um povo... observe seus costumes e vínculos; doação sem a devida motivação é aumentar um vácuo no tempo, trabalho é atividade de irmãos.
Não precisamos saber muitas coisas mas o suficiente, já que o costume de um povo que sabe viver se torna a melhor cultura.
Se não sabes a orbe do compartilhar; (já é mais)saber a vocação do transmutar e ou mani-pular é a-mar.
Estamos todos cansados de saber que não sabemos absolutamente nada e, isso é profundamente preocupante, para (alguns) confortante.
Sempre preocupada com o xororô, agora já, é, sem falsas, pra saber onde é, realmente flor sem impor, tratando o compor.
É que você plainava o que se devia fazer sem saber e, outros tantos refaziam, apenas sem ó quê, havia de ser.
A mesmice é a sena dos imbecis, me desculpe, mas, o que queres realmente é, o, saber dos porquês se deve fazer?
Nunca preciso escrever e, agora preciso dá satisfação pra você, ou, é favor, pra saber que tudo vale, sê o saber do viver.
A cor do País não estípula às peles e, a, raiva é saber quem é, deixe de bagagens e, viva o que sempre por ti vier.
Eu não sei, mas, o saber nunca para, mesmo que a porta não seja igual, tudo e disposição da imaginação, que cria e recria, as qualidades nas benfeitorias.
Covardia é saber e, não fazer, nem sempre é problema, desde que não empurre, esperando com paciência a hora do pular, sabes aguardar por vez, já que na esperança tudo também é, e, dança.
Se a carne é o reflexo do espírito, queres do saber, cuide de ti, pois, muitos não sabem do porvir e, se, fazem bem sem o assistir.
Gosto cada um tem um é, que, a digital dos dedos é, um presente pro incapaz, pelo saber fazer o, que, não fazia, antes de se meter na cozinha, uma bela sobremesa e, nos serve à mesa, meu encanto se defaz nos lances também das incertezas.
Podes modificar o tempo de meus escritos e títulos, desde quê, multiplique o saber de vossa interpretação.
Quando podereis ler àquilo que de fato é seu, sem precisar saber, quem lho deu, abençoando, quem não mereceu.
Nada contra escritores é que alguns, boicotam nossas palavras, sem saber a necessidade das estradas.
