Poesias sobre rosas

“Eu sou incluída nas listas de mais mal-vestidas o tempo todo. Eu vesti aquele vestido grande, rosa, dos anos 80 para a festa de lançamento do meu CD, e todo mundo da imprensa estava tirando sarro dele. Mas eu não dei a mínima. Eu fui a princesinha do Deryck naquela noite.” (Revista Maxim, 03/2008)

Era triste como a rosa que se umideceu...mas logo viu o sol, sendo que mesmo assim, a realidade lhe trouxe a verdade, e o que lhe veio, a entardeceu...

A vida não é tão cor de rosa como todos os gays gostariam que fesse e nem tão azul como parece, mas mesmo assim ainda podemos ser felizes

E na sublimação do sentimento que o amor aparece, uma simples rosa é como ter o mundo em suas mãos

Não devemos dar as belas mulheres uma rosa por apenas ser mulher, devemos dar a elas o nosso coração e com isso brotará as mais belas canções que jamais foram geradas em nossas emoções

"Quando eu a conheci encontrei a Beleza com a virtude, o sorriso com a sinceridade, a rosa com a fragrância, a verdade sem dor. Encontrei tudo! Só não encontrei o Amor!

A rosa para uma conquista deles é uma pistola numa tocaia durante um beco nas madrugadas sombrias de nossa cidade. Somos tão livres e tão presos …

Do rock pro funk, do verde pro rosa, do médio pro grande, do simples ao extravagante, de sutil ao rude, não importa do que ao que nem como, apenas MUDE!

‘Eu poderia citar o cheiro de uma rosa ao escrever um dos meus poemas, poderia descrever detalhadamente a sensação doce ao reencontrar alguém especial, ou simplesmente relatar as pequenas coisas que costumam me encantar. Mas ainda sim eu prefiro falar de ti.’

Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Sábado.

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Se você tocar uma rosa com timidez, ela machucará sua mão, mas se a agarrar com firmeza os espinhos se dobrarão.

Você que se dizia minha rosa, por algum motivo começou a criar cravos e a não se importar com o sangue que escorria de meus dedos, ao tentar tocar-te.

Ela era uma menina tão fofa e boba, rosa a definia, como uma princesa ela queria ser, hoje não ,ela tá tão diferente, mas lá no fundo sobrou um pouco daquela menina e esse pouco é o tanto que ela pensa.

Menininha feito florzinha cor-de-rosa. Dotada de um dom chamado delicadeza. Delicadeza na forma de falar. Delicadeza na forma de se vestir. Delicadeza. Essa palavra a define bem. Menininha delicada. Encanta a muitos com essa sua delicadeza. Menininha frágil, mas forte também. Não é delicada sempre. As vezes também é insensível. As vezes também é áspera. Dura. Quando tem que ser. Mas a palavra que a define melhor mesmo é delicadeza. Essa é a palavra. Menininha mulher, mas ainda assim, menininha.

Ela se desmanchou em emoção ao receber da terna paixão uma rosa em botão e brilhosa caixa de chocolate em formato de coração.

Mulher é que nem uma rosa linda frágil e Delicada, porém tem espinhos que podem ferir um homem apaixonados

"A primeira ofereceu uma atenção bonita e cor-de-rosa, de quem oferecia-se ao sol. O segundo ofereceu companhia. Companhia completa. E foram felizes por 20 minutos. O terceiro ofereceu um sorriso gigante, eterno em poucos instantes. Mas a última… Bem, a última ofereceu mais que isso, nos tropeços de palavras, na certeza de meiguice: ‘foi um prazer. Bom, então… Então até algum dia. Quem sabe, quem sabe a gente ainda se encontra algum dia, em algum lugar’, disse oferecendo esperança. Uma esperança quase de um milagre, que enxergou uma chance no inteiramente improvável dos dias. Ela olhou profundamente aqueles olhos de menina-promessa-amiga-esperança e guardou aquele perfume. Depois foi embora. Mas não mais sozinha. Foi carregando esperança então, até algum dia.”

Das pétalas da rosa terei a textura para dar-te a ternura dos meus carinhos. Do mar terei a calmaria para ser teu aconchego nas noites sombrias. E das estrelas serei o Sol para te aquecer...

Logo eu tão simples e cinza, vi-me encabulada rodeada de cores, rosa, vermelho, azul, verde, lilás, tudo tão mágico, resplandecendo encantamentos algum dia proferidos, ouvia-se cantos suaves saindo de algum lugar, a voz se escondia por alguns becos, não se podia achar, alegrei-me apenas em ouvir. Por um longo instante tinha achado que me perdi em algum arco-íris qualquer ou passei a visitar a lugares mágicos desconhecidos, só então percebi que não era nenhumas das hipóteses sugeridas, não tinha saído do lugar, estava bem no meu quarto deitada na minha cama, dei lugar aos meus loucos devaneios, sai de órbita por longos 10 minutos, tá vendo, olha só o que me acontece, é só pensar em você que acabo saindo deste mundo, boba eu, tola eu.

Vale à pena esperar o desabrochar do broto, do contrário não vislumbraremos a beleza da rosa. Livro Fechamento de ciclo e renascimento.