Poesia sobre poesia
E junto com a beleza das flores da primavera, Deus estará enviando bênçãos infinitas sobre todos.
Amém!
Sobre o tempo:
Que ele passe rápido feito uma estrela cadente, rasgando o céu, se eu ousar pensar em te esquecer.
Mas que se mova morosamente, quando estivermos juntos.
Para que eu possa sussurrar bem baixinho no seu ouvido, que você É e SERÁ SEMPRE o MEU GRANDE AMOR.
O AMOR dessa, e de todas as vidas que virão
Se você crê em Deus, pra que a pressa.
Descansa o teu coração.
Está sobre nós o seu amor.
Precisa de mais alguma coisa?
Reflexão sobre a Guerra
Guerra. Uma palavra pesada, que carrega em si ecos de morte, tristeza e a ausência da paz. Ela revela o pior do ser humano e deixa cicatrizes profundas por onde passa.
Desde os primórdios, conflitos fazem parte da nossa história como espécie. Mas quando se trata de guerras globais, o envolvimento de milhões transforma tudo em algo ainda mais devastador e aterrorizante.
Quem viveu aqueles dias sombrios jamais esqueceu. As lembranças ficaram registradas na mente e na alma. Já outros só conhecem a dor através da internet, de fotos, vídeos ou dos relatos de familiares que enfrentaram o horror de perto.
Hoje, memes, sátiras e risos muitas vezes surgem como válvula de escape, mas há uma linha tênue entre aliviar a tensão e zombar da dor alheia. Quando memes fazem piada com o sofrimento de países em conflito ou de quem já enfrentou a guerra, deixam de ser brincadeira e se tornam crueldade.
Isso mostra falta de compaixão, ausência de bom senso e maturidade. É fácil rir à distância, mas impossível sentir o peso real de quem sobrevive a bombas, sirenes, destruição e medo.
Vivemos tempos difíceis, em que nações ainda brigam por interesses egoístas como poder e dinheiro, os mesmos motivos que no passado acenderam as guerras.
E hoje, o perigo é ainda maior: as armas nucleares, biológicas e químicas são tão avançadas que, num único disparo, podem destruir tudo e todos.
O destino da humanidade está nas mãos do próprio homem. A guerra é terrível, mas a pós-guerra, com suas marcas, traumas e ódio perpetuado, é ainda pior.
Que possamos escolher o diálogo em vez da violência. Que aprendamos com o passado para não destruirmos o futuro.
Pensando na vida !
Pensando na vida, refleti sobrê o que fiz ou deixei de fazer,
pensando na vida, me arrependi de não ter tentado com perseverança,
realizar os meus sonhos e conquistar o horizonte,
Pensando na vida, lembrei da minha fraqueza , diante do medo de fracassar..
pensando na vida, acordei dos meus sonhos, e resolvi os realizar!
Ainda existe esperança...
no meu coração ,sorri uma criança,
e pensando na vida , isso me fortaleceu !
Hoje pensando na vida, resolvi acordar, resolvi lutar..
e pensando na vida, parei de pensar !
E pensando na vida, resolvi me encontrar...
è assim que as vezes nos encongtramos,
pensando na vida..pensando...pensando...pensando...
e esquecendo de viver ,de tanto pensar e não arriscar !!!
Ser rico não é sobre o quanto de dinheiro que possui, mas o quanto satisfeito está com a vida que possui.
Um homem com muito dinheiro e insatisfeito com sua vida é pobre.
Um homem com pouco dinheiro e satisfeito com sua vida é rico.
Sobre o dia da mulher.
Todos os dias são delas
E pensar que nada seríamos
Sem elas
Nada acontece, nada se perpetua
E do nada muda
O dia, a noite e até a madrugada
Se tornam bálsamo
Com sua leveza, sutileza e sensatez
Authomy Neto🌹
Uma dor deixa de ser sentida em duas situações:
Quando o tempo atua sobre a mesma sanando-a, ou quando outra dor maior surge concomitantemente.
De forma análoga, a dor de um amor perdido se extingue de duas maneiras: Ou sofrendo até que o tempo reduza esse sofrimento a nada ou substituíndo o amor pedido por um novo amor.
Se ficarmos martelando sobre a mesma ferida
ela se agrava e demora sarar, então, o melhor a fazer
é procurar curá-la da forma menos dolorida possível.
A fórmula é pessoal, cada um encontra a sua,
uns mais rápido que outros. Cabe a nós encontrarmos
a melhor e ela será aquela que nos faz perceber
que o referido ferimento jã não faz parte
de seus pensamentos, pois o mesmo é passado.
"Sobre o solo da fazenda"
No solo rude da fazenda, o sol a adentrar as frestas a luz ilumina o chão.
Elos incondicionais de mãe e filho, fortalecem os laços ancestrais,a pele escura, a genética é o patrimônio do amor imensurável ,há sorrisos na casa pois há tambem muitas alegrias à serem compartilhadas.
Tantas historias,mas nenhuma outra poderá ser vivida apenas contada pois os tempos são outros e a voz dos antepassados sobre as novas gerações hão de serem ouvidas.
Sobre os corações e mãos e abraços há uma força misteriosa que não se pode medir.
Corre a criança livre como um pássaro deixando rastros de risadas no ar .
A mãe cultiva sonhos com doçuras à enfeitar os fatos históricos de uma um povo que não mostrou apenas para que veio mas também por que veio.
Um dia
Estivemos caminhando
Sobre a mesma terra
Que hoje
Nos esconde
deve haver
Em algum lugar
Outras almas
que ainda se lembrem de nós
Mas nós não sabemos
Onde procurar
Pudemos somente
Pedir
Em sonho ao rapaz
Que costuma escrever
Pra muita gente
"Uma vez
Lembra de nós
Com o amor que tem
No coração
diga que há muitos aqui
Precisando um pouco
de oração"
e
Sem saber direito
O que fazer
o moço que sonhou
acordou
e escreveu
Edson Ricardo Paiva
Sobre a faculdade
Que todos nós possuímos
De crêr e pressentir e intuir
e transformar em verdade
Coisas e lugares
Onde antes havia o nada
Tudo isso acaba por conferir
Uma espécie de divindade
A cada um de nós, gente comum.
Sobre a possibilidade
de querer manipular os fatos
Acrescentar e subtrair
Algo de algo
Que há de ter existido, acontecido
e permanece abstrato
E absolutamente não levam a nada
Sempre haverão de comprovar
A nossa desastrada humanidade
A triste realidade
da nossa natureza
E toda a inferioridade
que, infelizmente
Certamente
Possuímos
Aqueles que a isso vivem
Não deveriam ter o direito
de possuir nada
Pois não tem posse
Assim como jamais
Pertenceram sinceramente
ao grupo dos que possuem direito
a estar no coração de alguém.
Edson Ricardo Paiva.
Não sei nada
Sobre a vida
Ou sobrevida
Sobrevivo
Sobre o trigo
Sob a sombra
Sobra escombros
Sobre os ombros
Chão
Escuridão
Pão
Perdido
Sobra
Outro pedido
Sempre
Desatendido
Vida
Sobre ela
Sei
Que acaba.
Edson Ricardo Paiva
Estive ouvindo um cientista
Que falava sobre estudos
E descobertas da ciência
Pensamentos acerca
de nossa humana inteligência
O cara expôs uma lista, disse Muito
da importância disso tudo
Me lembro que falou sobre sinapses
Conexões neuronais
Discorreu sobre as nossas conquistas
E o que aquilo representa pra nós,
Seres pensantes
Como somos agora
E o jeito que éramos antes
Falou muito mais
E quanto mais ele falava
Menos as pessoas
Pareciam ser iguais entre si
Pois eu me ative a algo que ele não falou
Apenas expôs
de forma velada e subjetiva
Algo sobre o qual
Eles não sabem quase nada
E que muito os aparvalha:
A velocidade com a qual
Espalha-se a ignorância
Nossa ausência voluntária de pensamento
Na mais injusta medida
Ali
Cresceu também a ganância
Filha mais bem nutrida
da falta de inteligência
Pois
Parece que diante
da efemeridade dessa vida
O ato de pensar
Deixou de ser importante
A sua desnecessariedade
É muito mais atraente
Porquanto seduz
A muito mais gente que a gente pensa
A coisa que ele não disse
Mas que eu supus
Foi que é bem mais fácil compreender
O Pensamento de gente que pensa
Do que o pensar aparente
Sua falta de luz
Tornando assim
Quase impossível aceitar
A nossa mais que imensa
Festejada arrogância
Travestida de muitas coisas
Ele disse que todo mundo
Possui um cérebro na cabeça
Mas não falou que a ciência não tem
Conhecimento suficiente
Pra explicar
Porque é que tanta gente
Pode pensar e não pensa
Edson Ricardo Paiva.
Uma formiguinha
caminhava sobre o piso de cimento
Seguia em linha reta
O local tinha sido varrido
Não havia nada à carregar
Era apenas e tão somente
Um inseto perdido
Num lugar desconhecido
Às vezes
Eu também me sinto assim
Quanto tempo faz
Que tudo foi levado pelo vento
Tanto tempo faz
Que uma seta indicou o caminho
Que a tudo conduzia
Ao inexorável fim
E tentando ser amável
O mundo esqueceu de mim.
Caminhando sob o Sol
Sobre o duro e estéril
Solo infértil da terra salgada
escavei e ali eu achei
Um pote de sementes
Que naquela hora e lugar
infelizmente
Não serviam pra mais nada
Caminhando sob a sombra
de um chão acidentado
da terra alagada
Mergulhei e ali me deparei
Com um pote de ouro
Que naquele momento
Também não serviu-me pra nada
Palmilhando cada centímetro
do chão pisado
de meu coração sem cura
cansado e endurecido
embaixo da dor eu encontrei
um pote de amor, que àquela altura
era tardio, não valia mais nada
Procurando na terra dos sonhos
Onde eu sempre ponho
A esperança que às vezes me resta
No final de mais um dia de tortura
Encontrei um grão de sabedoria
Cristalina e pura
Ali acabou-se a procura
Finalmente eu havia encontrado
Alguma coisa que presta.
Senhor, Deus do infinito
Que se faça hoje em minha vida
Tudo aquilo que disseste
Caia sobre mim, Tua Luz Celeste
e tudo mais que Está Escrito
Aquilo que me foi revelado
e tudo mais, que porventura
Ainda me for oculto
Tudo que acho e sempre achei
Muito bonito
Mostra a mim, Meu Pai
Teu Rosto, Tua Verdade, Teu Vulto
Revela a mim Tua Bondade e Teu Amor
Retira a dor do meu caminho
Retira a mim mesmo do caminho dos homens
Me mostra, Meu Pai, como é doce a Tua Companhia
Se, porventura, houver chegado ao fim minha missão
Senão, esclarece-me uma vez mais
Por teu amor e compaixão
Só não me deixe aqui no chão
Vivendo à esmo
Faz então, um cisma em minha vida
Eu sei que o Senhor pode dividí-la
Como bem lhE aprouver
Me mostra o que o Senhor quer
e pretende de mim
Pois muita coisa aqui, chegou ao fim
Portanto
Não me abandona, Senhor
Vivendo de um modo qualquer
Há mais coisas sobre a gente
Que a gente não sabe
Que é melhor nem mesmo pensar
Não é medo de andar de avião
e nem vontade de pisar com o pé no chão
Perdi meu medo de fantasma
Mas às vezes me assusta o marasmo
Me assusta o descaso
Me assusto em ver
Tanta gente que se supervaloriza
Sem que ninguém as avise
Que tanto brilho
Que enxergam em si mesmas
São pelo fato de viver ensimesmadas
Mais nada
O que a gente, às vezes, não percebe
é que não é preciso nada disso
Pois o nosso compromisso
é com algo invisível
E quando a gente
Atinge o grau da simplicidade
Acabou de subir um nível
Não faz mal ter medo de escuro
O mais puro medo que se oculta
é aquele
Que nem mesmo o coração escuta
e a alma refuta
Um medo descabido
Que a cada dia
Tanto mais descabe
Mesmo que a casa caia
Nem mesmo que o Céu desabe
A gente vai morrer sem saber
Muita coisa sobre a gente
Que a gente não sabe.
Quando eu digo palavras suaves
Ou escrevo alguma coisa sobre amor
Minhas palavras raramente tem retorno
Senão, parecem não surtir nenhum efeito
Muitas vezes vão acompanhadas de gestos
Que ninguém, vê nem repara
Outras vezes por um olhar
Que as pessoas
interpretam de maneira errada
E eu não compreendo
Se essas pessoas são vazias
Ou se eu mesmo não saiba me expressar
Algumas das pessoas, cuja companhia
Eu mais quis...
Se afastaram.
E as que ficaram são aquelas
Que a mim parece que fazem
Um enorme esforço
Em demonstrar o seu desprezo
Mesmo sendo as mesmas que um dia
Tanto fizeram
Pra hoje ter direito
à minha companhia.
Não sei dizer quase nada
Sobre a beleza da vida
Também não sei falar de tristeza
Cada dor habita um dia
E mesmo que a dor seja dor
Ele sempre evita
Doer além do permitido
Pra que assim ninguém perceba
O corte, a ferida, a quase morte
Que permite transformar a vida
Em quase vida
Não sei dizer nada também
Sobre a beleza de uma quase vida
Também não sei falar de alegria
Cada riso habita um dia
Mas o riso jamais evita
Alegrar além do permitido
Pra que assim a gente perceba
O corte que sara
A dor que cicatriza
A alma que não se vendeu,
Jamais se entrega
E se nega
A prosseguir vivendo a quase vida
Pois sabe o valor que existe
Na simplicidade do dia que corre
O dia é um lugar no tempo
Onde a alma que se diz insatisfeita
Rejeita a alegria pequena
Porque quer sentir-se plena
Quando "plena" é plenamente
Uma palavra sem sentido, que a escraviza
E morre, sem fazer nenhum ruído.
Edson Ricardo Paiva.
