Poesia sobre o Mundo

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A avareza humana é, sem dúvida, um dos maiores responsáveis pelo aumento do câncer no mundo. Por isso, eu alerto você de que, desde o café até o biscoito, da margarina ao pão e do pão ao refri, quase tudo está contaminado.

Gente que fala de si como anúncio geralmente está tentando se convencer antes de convencer o mundo.

O mundo do consumo é maravilhoso, mas ele não pode sacrificar os teus valores e as tuas nobres crenças, se ele te exige isso, não há dinheiro que compensa a tua falta de paz interior.

Gentileza, reciprocidade e zelo mantém a chama do amor e da humanidade num mundo onde todos que se auto-exilam em pedestais do orgulho.

A honestidade é a única luz que não busca iluminar o mundo. Mas que, por ser pura, acaba por denunciar as suas sombras.

Mundo novo é aquela semente que plantamos, regamos e cuidamos para que seu nascimento seja próspero.

A cultura parece estranho do mundo, mas algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece progresso do ambiente; mas todos conseguem perceber isso.

A cultura parece uma surpresa do mundo, algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece uma esperança do ambiente, mas todos percebem isso.

Não insista em ⁠amizades tóxicas, distancie-se, bloqueie, exclua e esqueça; pois o mundo é enorme e existem nele outros milhões de pessoas boas esperando por uma boa e saudável interação com você.

Toda felicidade do mundo seria inútil diante da ruína que você mesmo ergueu. Suas escolhas te esculpiram, não há retorno, e nada jamais apagará o que você se tornou.

O mundo julgou-me frágil, mostrei estrutura, as aparências deram lugar à substância, meu silêncio convence mais que palavras.

Minha voz ganhou tom de autoridade serena, falo o necessário, faço o suficiente, o mundo foi acostumando-se ao meu ritmo.

Nunca tive infância. Fui lançado à pressa do mundo, obrigado a crescer antes de compreender a vida, envelheci de dentro para fora. Sonhei com uma infância que nunca existiu, um abrigo inventado para suportar a ausência do que jamais vivi. Cresci depressa demais, e no lugar dos risos ficaram apenas os ecos de um tempo que nunca foi meu.

Renasço das quedas como quem recolhe brasas e delas forja amanheceres. Carrego o peso do mundo nas costas, não por orgulho, mas porque sei que dignidade se sustenta no esforço. Não escrevo para o aplauso, minhas palavras apontam as feridas que pedem cura. Ao doar-me, faço habitável a vida do outro e, nesse gesto, reconstruo a minha. Sigo insistente, acendendo luzes onde o silêncio impera, transformando dor em exigência de justiça e sentido.

A fé é o abrigo que me sustenta quando o mundo vira tempestade. Quando a tempestade vem, a fé não nega o medo, sustenta os pés, acalma o peito e dá abrigo ao ser.

Que tua voz Senhor, seja prece e tua vida, louvor, assim a esperança faz morada no coração do mundo.

Num mundo de assimetrias, onde os extremos se isolam e os excessos asfixiam a alteridade, a convivência torna-se apenas uma sombra do que poderia ser.

A consciência de que fui resgatado a um preço tão elevado confere um valor que o mundo não pode manipular nem tirar. Que eu viva cada dia honrando esse resgate, com a dignidade de quem sabe ser incondicionalmente amado. Não mais escravo do medo, mas livre para expressar o melhor de mim, impulsionado pela Tua graça.

O revés não é o fim: é a introdução épica da sua virada. Mostre ao mundo o poder da sua retomada.

Quando o mundo desaba em ruínas ao meu redor, a Sua presença se impõe como um telhado de aço, blindado e que não vaza.