Poesia sobre o Desabrochar da Idade
A vida, como o clima, pode mudar de repente — mas é essa imprevisibilidade que revela sua beleza. Viva com fé, caminhe com esperança e receba cada dia como um presente único do propósito de Deus.
A vida é cheia de altos e baixos; o que nos mantém de pé são nossas raízes firmes, a fé que carregamos no coração e a esperança que nos impulsiona a seguir.
Em certos momentos, sentimos-nos frágeis, pequenos e inseguros. Mas algo extraordinário sempre acontece: lembramos de que temos um Deus que cuida de nós em todo tempo. E é nessa certeza que encontramos a força e a capacidade de enfrentar todos os desafios.
Muitos filantropos não doam, eles investem. Investem em sorrisos ao lado de carentes, em vídeos distribuindo coisas enquanto capturam lágrimas. E, claro, investem em hashtags como #fazerobem. Mas o coitado que recebe nem sabe que está num espetáculo performático. Mas tudo bem, porque o importante é a intenção de acumular likes e comentários do tipo "Você é um anjo!" No final, o necessitado continua necessitado, o filantropo continua faminto por validação, e o algoritmo agradece pelo engajamento.
Escrever é como mergulhar no abismo de si mesmo, enquanto editar é iluminar o caminho do outro, guiando sua voz sem apagar sua essência.
Editar livros é dar forma ao caos das ideias, equilibrando arte e técnica, paixão e pragmatismo, em um ofício que exige tanto o coração quanto a razão.
Escrevo porque as palavras são pontes entre o caos da alma e a ordem do mundo, onde o indizível encontra morada.
Essa é a vida em sua essência mais crua, um lento retorno, não apenas aos lugares, mas aos nossos laços. Andamos pelas estradas do mundo carregando ausências, buscando em rostos alheios os vestígios do que um dia fomos. Os reencontros não são meros acasos: são feridas abertas que, por instantes, se fecham. Os laços que resistem ao tempo nos lembram que há algo, talvez inexplicável, que insiste em nos puxar de volta, não para um lar de paredes, mas para o abrigo invisível da alma, onde moram a lembrança, o afeto e a culpa.
Por mais que as saudades que sentimos de alguém sejam fortes, não devemos deixar que isso se intrometa na nossa vida , devemos sim continuar a viver felizes.
Em um único dia, vivemos muitos momentos significativos. O que tornará esse dia produtivo é a forma como aproveitamos cada oportunidade que ele nos oferece.
Um dia bem vivido não é aquele cheio de realizações, mas aquele em que cada oportunidade foi recebida como um presente e usada com sabedoria.
Sonhar faz parte do processo, mas o que faz acontecer é a atitude — e, por consequência, a determinação.
Não espere o momento perfeito: plante hoje aquilo que você deseja colher amanhã — com fé, atitude e firmeza de propósito.
Ser criança é viver com o coração leve, onde o tempo passa diferente, a esperança é natural e a alegria se encontra nas coisas mais simples — uma fase em que o mundo ainda é bonito porque os olhos ainda sabem sonhar.
Dominar a si mesmo é uma virtude frutificante — e quem a cultiva descobre que a vida pode ser mais leve, mais harmoniosa e silenciosamente poderosa.
Dizer que pensou em fazer algo e não fez é o mesmo que guardar uma semente e nunca plantá-la — a ideia existiu, mas nunca frutificou.
O simples pode ser extraordinário quando é feito com amor, pois o valor das coisas não está na complexidade, mas na verdade do coração que as realiza.
Correr é ótimo, mas há momentos em que andar é o mais sábio — pois é no ritmo certo que avançamos com maior produtividade.
Nem sempre quem chega primeiro é o que chega melhor. Avançar com sabedoria é andar no tempo certo, com os pés no chão e os olhos voltados para o que realmente importa. Afinal, é no equilíbrio entre o passo e o propósito que a jornada se torna verdadeiramente produtiva.
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