Poesia sobre Homem
Quando o homem faz a sua natureza terrena morrer, a sua natureza espiritual começa a nascer e frutificar para propósitos da vida eterna.
O homem sem o conhecimento do Altíssimo desperdiça azeite, riquezas e tempo, recusando ouvir sábias instruções para adquirir felicidade, propósitos e bens duráveis.
O homem espiritual que mostra possíveis soluções dentro das Escrituras para os problemas e as crises espirituais dentro das igrejas, consegue grandes transformações familiares, conjugais e sociais para suas respectivas lideranças.
Dá uma vontade de me transformar no Super-Homem: só para destruir todos os tanques, artefatos, aviões, navios e submarinos de guerra daqueles que atiram contra o seu próximo, para que cheguem a um acordo pacífico.
Bendito seja todo homem que, lembrando que Deus existe, anda confiante e agradecido pela Sua proteção, misericórdia e providência.
Hoje em dia ter alguns minutos de fama tornou-se uma coisa tão vulgar que, há pessoas que são capazes de tudo...
À frente de um grande homem está sempre uma mulher, o homem que tem uma mulher atrás, é um homem arruinado.
O algoritmo é para a máquina o que a lógica é para o ser humano: ambos seguem passos definidos para alcançar um objetivo, mas apenas o homem tem a capacidade de reinventar seu próprio caminho.
No trânsito, deveria ser como no casamento: cada motorista, assim como o homem e a mulher, deve ceder e agir com respeito mútuo, para que, em unidade, sigam seus caminhos com harmonia e traquilidade.
O verdadeiro homem publico está sempre preparado para ser convidado a atenuar suas vaidades em favor da precisa oportunidade politico-social cidadã de promover a legalidade, a liberdade, a prosperidade e a felicidade como bem comum a todos e para todos, indiscriminadamente que co-participam em legitimidade no local-pátria que escolheu para lutar, defender e viver.
Mães são sempre todas e todos que com amor, compreensão e perdão, exercem a úmida e ativa maternidade na promoção e renovação da vida.
Eu sempre falo que se dependesse só do inocente homem, desde o inicio de tudo, até hoje, estávamos todos vivendo em plenitude e abundancia, ainda no paraíso.
Assim é a lei da física e da evolução ao redor das culturas. O homem mais maduro com alguma situação gosta de menina nova e quem gosta de mulher velha endinheirada é só garotão.
O que é foi, a um instante, o que será adiante, ainda não nos pertence. Vivemos sim oblíquos no vácuo infinito do intermediário.
A Maçonaria é perfeita em termos de criação mas o gênero humano que habita nela ainda vive entre as vaidades e os poderes. Sendo assim, sabe se que entre os irmãos de qualquer rito, muitos estão preparados mas nem todos serão escolhidos para trabalharem pela grandeza da própria ordem.
A falta de posição é uma realidade constante no mundo contemporâneo e não seria diferente com a sexualidade. Diante disto nasce a sexualidade fluida, a não escolha predeterminada de gênero para completar se.
Não existe direito ambiental que se sobreponha ao direito universal do homem da mesma forma que não existe direito patrimonial que se sobreponha ao direito inalienável da liberdade de expressão, dentro de um governo democrático, composto pelas diferenças.
O corpo do homem, dorme, cansado depois da rotina de mais um dia exaustivo de mesmice enquanto a mente e o espirito de um homem menino, sonha com todas as coisas que o mundo, ainda não achou, deformou ou reinventou. Amadurecer não é o oposto de sonhar, sonha se sempre com novos amanhãs e momentos mais felizes, coloridos e melhores.
O verdadeiro homem publico é simples e não se cega pela vaidade e nem pela hierarquia politica que transitoriamente ocupa, pelo contrario em seu espirito servidor social, se reconhece semelhante como o mais pequenino eleitor que ele representa. Pensa a frente por um bem maior, que contemplará melhores condições de vida, menos injustiças sociais e condições mais dignas para toda humanidade em seu entorno.
Os seres da Amazônia, pertencem a vida da Grande Floresta em uma personalidade cultural, nativa e diferente. Sendo assim, cabe ao governo cultural federal e a sociedade, preservar, impedir que as novas tecnologias cheguem a eles e muito menos convidar como atração pura e ingênua nas terras dos homens brancos. Pois por mais que convidarmos a habitar transitoriamente em gaiolas de ouro, para tentarmos entender suas culturas, não entenderemos a essência e sua original cultura de liberdade, quando retornar, a ancestralidade, será diferente.
