Poesia sobre Homem
Não veja o certo, por homem e mulher, mulher e homem, mulher e mulher, homem e homem, veja a alma, ela é pura e não tem cor.
Esse deveria ser o segredo chamado: Amor!
Todo homem pode ser manipulado ou autosabotado por mais inteligente que seja. Já um filósofo não.
Porque o filósofo avalia todas as circunstâncias do mundo de forma neutra, sem a influência sequer do seu próprio "eu".
Quem sabe ponderar entre a luz e a escuridão consegue discernir qualquer evento que aparecer no caminho e, portanto; fazer escolhas justas, por mais que para os outros quiça possa não parecer a melhor decisão.
Tolo é o frustrado, que diz que a dor existe porque o mundo é cruel com o homem; Sábio é o feliz, que diz que a dor existe porque o homem é cruel com o mundo.
O primeiro choro de sua vida é fruto da crença de que o mundo é um escravo... Chicoteia-nocom reclamações, barganhas e lamentos em uma tentativa fútil de fazê-lo mudar suas leis, e, no fim, o único que sai ferido é o próprio homem.
Os poetas vieram à terra com a missão de, através de suas poesias, sensibilizar o homem inibindo o total embrutecimento.
O homem faz um doloroso esforço para salvar – mesmo na total ausência de certeza – o mundo dos
valores em que vive e ao qual contribuiu; faz uma frustrada tentativa de vencer o Nada da dimensão temporal a fim de alcançar o universal.
Todo homem carrega em seu arquivo mental a lembrança de uma existência feminina e vice-versa. Então, nosso preconceito contra qualquer "ideologia de gênero", é mero reflexo do nosso egoísmo.
#LGBTQIAP+
Era uma vez um homem que amava uma mulher... e o sorriso dela era um mistério ao qual ele desejava dedicar toda a sua vida desvendando. Cada curva daquele riso iluminava sua alma, como se o universo o convocasse a eternamente buscar essa resposta doce e infinita.
Mas o tempo, com seus desentendimentos e desencontros, os separou. Ainda assim, ele manteve sua promessa, gravada nas linhas do seu peito. Possuiu outros corpos, é verdade — breves respiros de uma ausência que nunca se curava — mas jamais os amou. Seu coração, teimoso e fiel, permanecia ancorado naquele amor primeiro, que nem a distância dos anos conseguia apagar. Amar aquela mulher não era uma escolha, mas um destino que o tempo não soube desviar.
Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
mulher; presta atenção, o homem que verdadeiramente ama Deus, fará como Jesus Cristo, cuidará de você como Cristo cuida da igreja, pense nisso;
Não toma nenhuma atitude errada, espera no Senhor, confia no tempo de Deus e entenderá os planos de Deus para você.
O homem é como sol, e sempre será o sol,
A mulher é como a lua, e tem fase,
Amar a esposa, é mais difícil do que entender a esposa, e o melhor é que; quando você não entende, você ama.
Mas eis que surge um Homem, ao lado do sepulcro,
com voz serena e olhar profundo.
“Mulher, por que choras? A quem procuras?”
Palavras suaves, que curam feridas duras.
“Maria”, Ele diz... com doçura sem fim,
e naquele nome... o mundo volta a ter jardim.
Ela O reconhece, cai aos Seus pés,
o Cristo ressuscitou, é real, é de fé!
Não é fantasia, é verdade vivida:
Jesus venceu — e deu nova vida.
Um Homem se aproxima, com passos suaves,
pergunta gentil: “Sobre o que conversais?”
E eles contam, com alma ferida,
sobre Aquele que achavam ser a vida.
Confessa com fé, entrega o viver,
Deixa o velho homem morrer.
Porque ao que crê, com o coração,
É dado o céu e o perdão.
Não olhe pros erros, olhe pra cruz,
Ali está o amor que conduz.
Volta, filho amado, volta ao lar,
Jesus está pronto pra te abraçar.
A unção que vem do céu não enche o ego ela esmaga o orgulho.
Ela não faz o homem parecer grande,
ela faz Deus ser tudo.
Por isso, muitos desistem no meio.
Querem o dom, mas não suportam a dor.
Querem microfone, mas não suportam o silêncio de Deus forjando o caráter.
Querem autoridade, mas sem o caminho da obediência.
Mas os que suportam o processo…
Serão cheios de uma glória que o mundo não pode dar.
E que os céus nunca deixarão apagar.
Ele ama o leproso, o perdido, o cego,
Mas o homem ama apenas o que é espelho.
Ama quem se encaixa no seu molde,
E exclui quem a graça de Deus envolve.
O coração do homem endurece fácil,
Fecha portas com trancas de orgulho.
Mas o coração de Cristo se abre todo,
Mesmo sabendo que será ferido de novo.
Mas o homem… ah, o homem se esquece,
Fala de amor, mas pouco oferece.
Aponta dedos com tanta razão,
E guarda pedras dentro do coração.
VII - Caso Demiurgo
Não é repentino o fogo, nem por demasia o temporal.
Caso jactante o homem, dar-vos-eis glória aos Sandeus?
Far-vos-eis murito a mular o marado que farado a feitura fugidia?
Tal indispõe da peleja o anturguero alante, domador da razão e amante do caos?
Caudal das lágrimas
É diante de todo este conforto que o homem chora, contudo, desfazendo-me do que é colo, apego-me ao que é sonho, pois sonhar já não é tão simples.
Porque se sangro, sangro de meu corpo, daquilo que me é carne, por aquilo que tão pouco sei.
Assim, para debelar tão puro ódio, tarda-se a oração, pois tal delírio me induz a realidade.
O homem sente por sentir vontade
E quem me dera um dia ver-me diferente, encontrando sentido além das razões por trás da mente, sendo coração que pulsa apressadamente, apenas por saber que é verdade. E se é verdade, dou-te tudo o que encontrar no caminho do meu eu; do apego à solidão, que habita nessa imensa vastidão desconhecida, à medida dosada da paixão.
Máscaras do apresentável
Há sempre uma oportunidade, um convite à observância do nosso homem interior, pois se o deixarmos ao tempo, o tempo o tornará estranho até mesmo para nós.
Quem não molda seu interior acaba se acostumando às máscaras do apresentável, passando a viver em uma constante emulação do subjetivo, ou seja, uma intimidade oportunista e concomitantemente contraditória.
