Poesia sobre Flores

Cerca de 8527 poesia sobre Flores

Como não sentir o cheiro das flores em meio ao jardim?
O amOr sem limites começa e não ter limites para amar.

Quero cores, quero flores...
Quero risos, ombro amigo, confiança.
Quero Cantarolar,
Ouvir a minha própria voz.
Quero Nuvens de Paz fluindo
pra mim, pra você, pra nós!
Quero mimos, beijinhos, carinho.
Um dia leve, portas abertas,
janelas floridas...
Caminhos bonitos, olhares atentos, mãos ajudadoras.
Esperança Alargada... Amigos!
Eu quero o Abraço de Deus,
Fazendo Brotar Vida em cada
pedacinho dos Nossos Corações.

🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺

Eu trouxe flores com cheiro de amor, com carinho da minha amizade gotejando em cada pétala.
Eu trouxe amor, gostinho de bem querer...
Eu trago Deus aqui no meu coração❤,
Aqui também cabe você, guardadinho no cantinho florido da minha gratidão!
-----Lanna Borges.
🌺
🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺

Namoro é assim
No começo é flores, chocolate, ursinho, é meu amor, minha vida
Depois de um tempo as flores viram lágrimas, o ursinho vira uma lembrança e o meu amor um palavrão uma ofensa
Todo namoro tem que ser dois anos depois o que foi no primeiro dia se a pessoa não te valoriza todo dia ela não te ama.

O mundo não é só flores !
Mas decidimos se vamos sentir o perfume das flores e se proteger dos espinhos. Ou simplesmente não plantar um jardim.

Leve flores em ti, borde carinho na alma.
Se envolva, se encante, se cerque com amor
que a vida nos devolve, em doses de frescor na natureza.
Sejamos tocados pelas raridades, pela beleza das paisagens, pela força do estar junto, estar sempre, estar dentro.
Ser elos infinitos, unidos pelo coração!
Lanna Borges.
Dezembro 2019

⁠Você se foi
enquanto eu
ainda plantava flores
para o nosso futuro vaso
da nossa futura casa.

Mais romântico que um lindo café da manhã na cama, flores, pelúcias e chocolates, um jantar à luz de velas, uma declaração pública nas redes sociais é o parceiro (a) respeitar aquilo que, de fato, o outro é, a essência que carrega, as opiniões que expõe, as causas que defende. Amar, mesmo perante as diferenças, é algo grandioso.
Ser feliz talvez seja o objetivo de vida de muitas pessoas, mas já pensou na magnitude de apenas SER? Sentir-se seguro com aquilo que apresenta de si mesmo?
Estamos todos ensimesmados, manipulando a imagem que exibiremos a fim da aprovação alheia. De maneira geral, vivemos policiando nossas ações por medo do julgamento do outro e o fato é que o outro, na maior parte do tempo, não está preocupado com algo que não seja sobre ele mesmo. O outro pode até ser um reflexo semelhante de nós mesmos, com capacidade de evidenciar nossos pontos fortes e fracos, porém o real reflexo cabe ao próprio SER, aquele que toma consciência do seu corpo, do seu espaço, dos seus passos, ambiente interno, externo e ações, respectivamente, e se projeta em realidade.
A realidade deve ser colocada em evidência, deve ser assumida e deverá ser aprimorada de acordo com aquilo que o EU pede para alcançar a felicidade. Para ser feliz.

⁠"Tão feliz que me sentia,
vendo as nuvenzinhas no ar,
vendo o sol e vendo as flores
nos arbustos do quintal,
tendo ao longe, na varanda,
um rosto para mirar"

⁠A arte de se fazer feliz

Além do horizonte
Tem flores, cores e amores
Além da janela
Tem vida, ida e florida

Seja alma que encanta
Seja o abraço acolhe
Seja a boca que abençoa
Seja os olhos que descobrem

Seja o sorriso que enriquece
Seja a eterna esperança
Seja as flores no deserto
Seja o amor correndo nas veias

Só não pare pra pensar,
pense andando
Seja o pingo de loucura,
fervendo nas entranhas da alma
Seja o sonho faiscando,
mesmo que seu mundo todo desaba

Bem-vinda a vida
Essa coisa que aperta e afrouxa
Mesmo quando nos sentimos,
um pequeno grão de areia no deserto
Ela sempre tem uma mágica nova,
pra sair da cartola
E quando vemos, estamos ali
prontinhos para arte de
se fazer florir, ops feliz
Poema autoria #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 14/07/2020 às 22:10 hrs

Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues

Como eu escrevo um romance

Engraçado essa narração, poderia apenas falar de flores, de jardim, de jasmim e de amores, da nudez mais bela, das estrelas intelectuais, daquela dança em aspirais, de como você tece a beleza, mesmo rústica, desperta uma paixão maluca, magrinha, gordinha, não faz dieta de virtudes, é o que deveria perceber, por suas nobres atitudes, porém meu paladar é um pouco febril, perdoe me querida, sei que você é mil, é milhões e eu com meus tostões rastejo teu encanto, peço querida não me coloca no canto, pois é meu o pranto de paixão, tende a ser dominada, mas meu carinho por ti amada é real, não que eu seja o tal, mas você merece o castelo mais belo, e adentro espero junto contigo estar, sou meio astuto e fujo, e avanço, nesse lance é mais ou menos como eu escrevo um romance, entenda não sou fajuto, somente luto, com essas palavras é que fecho o contexto, inventando um pretexto com minha própria mão, chamar te amada a atenção

Giovane Silva Santos

Girassol


A mais feliz entre as flores tem seu amado em constante vigia
Gira em torno dele ao longo de sua existência esperando um pouco de atenção
Para sua sobrevivência pouca água Le basta só para sentir o calor do seu amado
Sua felicidade e lealdade em nunca abandonar seu amado inspiram os apaixonados
Resistente e fiel continua ali sem nunca amar outro ser
Ate que um dia ela se desabrocha por completo
E não só é a mais feliz entre as flores como também a mais bela
E já correspondida por seu amado por sua imensa beleza
Fixa na posição do nascer do sol
Não mais pra admirar e sim para ser admirada assim que seu amado acordar.

Há tanta harmonia entre as cores das mais belas flores,
Assim com a melodia entre os corações de dois amores.

Todos os dias é nova a aurora
O orvalho se renova, os galos cantam
As flores e os pássaros despertam
Renascem as esperanças, amanhã...

A paz deitou na minha cama
Amanheceu ao meu lado
Preparou o café e leu o jornal
Morreu paz, renasceu paz, amanhã...

O que são os versos escritos sem alma
Senão apenas palavras?
Eu vivo a paz, escrevo a paz
Sinto-a hoje, amanhã...

O vento embaraçou meus cabelos
O amor os penteou, os ornamentou
A solidão me despiu, a fé me vestiu
Posso sentir o cheiro de chuva, amanhã...

Construo castelos, invento canções
Conto histórias, desperto emoções
No meu reino encantado está o teu trono
Minha alma geme, te espera, amanhã...

EU AINDA FALO DE FLORES E DECLAMO SEU NOME;
MESMO MEUS DEDOS ME TRAEM, DISCO SEU TELEFONE
É MINHA CARA, MUDEI, MINHA CARA
MAS POR DENTRO EU NÃO MUDO
O SENTIMENTO NÃO PÁRA, A DOENÇA NÃO SARA
SEU AMOR AINDA É TUDO, TUDO
NAQUELE MOMENTO ATÉ HOJE ESPEREI VOCÊ
NAQUELE MALDITO MOMENTO ATÉ HOJE, SÓ VOCÊ
EU SEI QUE O CULPADO DE NÃO TER VOCÊ SOU EU
E ESSE MEDO TERRÍVEL DE AMAR OUTRA VEZ... É MEU

"Nem o tamanho do mundo,
Nem o brilho do luar,
Nem a beleza das flores,
Nem a imensidão do mar,
Poderão mostrar a você, o quanto é bom poder te amar"

Minha casa foi tomada por flores.
Tragam copos, tragam vasos
para a invasão das cores.
Minha casa foi tomada por flores.
Venham almas e retalhos:
vou repartir canções.

Frutos e flores

Meu amado me diz
que sou como maçã
cortada ao meio.
As sementes eu tenho
é bem verdade.
E a simetria das curvas.
Tive um certo rubor
na pele lisa
que não sei
se ainda tenho.
Mas se em abril floresce
a macieira
eu maçã feita
e pra lá de madura
ainda me desdobro
em brancas flores
cada vez que sua faca
me traspassa.

Marina Colasanti
Rota de colisão. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.

Olhei os céus e vi você,
Olhei o mar e vi você de novo,
Olhei as flores e ali você também estava,
Olhei a terra e você de novo aparece diante de mim,
Olhei a criança e o sorriso dela me mostrou você.

Olhei o homem mendigando pelo pão,
Olhei a mulher vendendo seu ser,
Olhei o jovem narcotizando seu corpo,
Olhei a criança sendo usurpada em seus direitos,
Olhei um povo chorando em busca da paz...

Me olhei no Espelho da Vida,
e vi novamente você,
com um olhar meigo e doce de um humilde e poderoso Criador,
me dizendo com um soberano OLHAR:
Vai e fala em meu lugar,
Vai e olha em meu lugar,
Vai e compartilha o meu olhar.

"Flores" (título bem bobinho mesmo)

Gotejei cada pedaço de mim
Em refrescar apenas a dor
Que a cada momento se desfazia em nuvens
No rasgar entre o brilho que me tinham flores
Não por razão perdida, louca, ou falta de razão
Desci pelas escadas laterais da minha amargura
De onde podia gritar o lamento do que não existiu
Em jogos de cartas ou dados, sempre perdi meu horizonte
Joguei até o último pedaço de mim
Refrescando toda a minha dor
Que nas flores tinham gotas!