Poesia que Fala de Teatro

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O que se qualifica em alguns homens como firmeza de carácter não é ordinariamente senão emperramento de opinião, incapacidade de progresso, ou imutabilidade da ignorância.

Ninguém resiste à lisonja sendo administrada, oportunamente, com a perícia e destreza de um hábil adulador.

No mundo apenas há duas classes de homens: os que têm e os que ganham. Os primeiros deitam-se, os outros agitam-se.

A opinião pública é sujeita à moda, e tem ordinariamente a mesma consistência e duração que as modas.

Qualquer Francês deseja beneficiar de um ou mais privilégios. É a sua maneira de afirmar a sua paixão pela igualdade.

Não se reconhece tanto a ignorância dos homens no que confessam ignorar, como no que blasonam de saber melhor.

Sucede aos homens como às substâncias materiais, as mais leves e menos densas ocupam sempre os lugares superiores.

Aqueles que se aplicam muito minuciosamente a coisas pequenas, frequentemente tornam-se incapazes de coisas grandes.

À força de fazermos novos contratos e de vermos o dinheiro crescer nos nossos cofres, acabamos por nos julgarmos inteligentes e quase capazes de governar.

São incalculáveis os benefícios que provêm da noção de incerteza do dia e ano da nossa morte: esta incerteza corresponde a uma espécie de eternidade.

Amigos há de grande valia, que todavia não podem fazer-nos outro bem, senão impedindo pelo seu respeito que nos façam mal.

Somos em geral demasiadamente prontos para a censura, e demasiadamente tardos para o louvor: o nosso amor-próprio parece exaltar-se com a censura que fazemos, e humilhar-se com o louvor que damos.

Há benefícios conferidos com tal rudeza e grosseria que de algum modo justificam os beneficiados da sua ingratidão.

Os faladores não nos devem assustar, eles revelam-se: os taciturnos incomodam-nos pelo seu silêncio, e sugerem justas suspeitas de que receiam fazer-se conhecer.

Quando você abre o livro, é como num teatro: ali está a cortina. Você a arrasta para o lado, e a apresentação começa.

Ponto final só terá em uma frase, um texto, uma bela peça de teatro, mais teatro algum haverá fim como a peça que interpreta por algo chamado vida e uma historia chamada minha !

O Teatro é um templo, onde o palco é o altar e o ator é o sacerdote; e a Arte é reverenciada através do aplauso dos fiéis espectadores.

Em cada planta e em cada flor,
em cada detalhe da natureza
vejo um grande Deus Criador
um Poeta que ama a beleza.

" Subia eu sempre com confiança em um palco pronto para mais uma cena. No grupo, eramos claro, todos atores talentosos e confiantes, e junto a nós havia sempre uma platéia deslumbrante que se contentava com tão pouco. Seres errantes!
Atuávamos do palco e eles de longe.
Quem diria, é exatamente assim que acontece atualmente na realidade, a gente encena o drama, a comédia e até a felicidade! mas quem agora assiste já não se contenta, mas se conforma.. Já não precisa-se de palcos nem platéia, tais atores agora formaram essa tal de " sociedade" que mais parecem marionetes de cordões invisíveis, trocam risos fáceis,fingem com frieza em tudo acreditar, fingem até o amor, uma pena para nós que amávamos de fato amar. Permaneço aqui hoje fora dos palcos esperando que um dia o teatro volte a se reapresentar em forma de arte como costumava ser de verdade."
- Sr. Artista

Somos arte desde o barro.
Somos arte ⁠até virar pó
Somos a arte no processo de nascer, crescer e morrer
E ao longo te tudo, da vida
Merecemos milhões de aplausos
Só por um dia termos existido.

PauloRockCesar