Poesia que Fala de Teatro
Deveria ser Lei a obrigatoriedade de distribuição de cestas básicas mensais para os profissionais que fizeram parte da historia da programação, pelos grandes grupos de comunicação, televisão abertas e fechadas, das festas, do áudio-visual e do entretenimento no Brasil via os sindicatos correspondentes para atender a justa e digna demanda de abandono e esquecimento dos artistas velhos e portadores de doenças graves.
Promessas de candidatos e promessas de ano novo são iguais. São ditas bem alto durante as festas mas para não serem cumpridas.
Tristeza, melancolia, ódio..todos esses sentimentos e tantos outros mais, disputam um pequeno espaço na mente humana. Fazem com que o bípede humano se transforme num laboratório de emoções desencontradas que, se não forem bem administradas, o transformará num fantoche desarticulado neste teatro de ilusão.
Cada um de nós é um actor, pois a vida é uma peça teatral e só Deus e o diabo São os assistentes, procure fazer o melhor enquanto estiver em cena, pois a qualquer momento podes sair da Cena, sem nenhum aviso prévio
O que seria de mim sem os meus sonhos? Podem me chamar de lunática, mas eu passaria o resto dos meus dias vivendo de fantasia, bem ao estilo Dom Quixote. E, estou certa, seria uma trajetória mais significativa do que a dessas pessoas que levam tudo a sério demais, até mesmo essa grande peça de teatro a que chamamos vida.
Este é o melhor remédio para o artista... Arregaçar as mangas e fazer acontecer, ser criativo. Se produzir, fazer a própria arte.
Se os dias forem pequenos capitulos, viva-os da melhor maneira. Se as pessoas forem os atores, atue da melhor maneira. Se a vida for uma história, escreva da melhor maneira.
Na grande peça da nossa existência, às vezes a vida é aquela diretora sagaz que adora inverter os papeis.
Nós somos atores da própria vida, interpretando papéis (máscaras, identidades) a todo momento, e nunca vivendo a vida verdadeira, natural e plena, que viemos viver.
Podemos afirmar, então, que se tratava de uma loucura inautêntica, desejada, como se a vida fosse um teatro onde as pessoas pudessem arvorar-se um papel e representá-lo enquanto lhes desse vontade.
Sair de um grupo teatral do qual tem lá o seu apego, é uma dramaturgia fantástica de descobertas sentimentais. Prévia de reações positivas de quando eu não puder ingressar em nenhum grupo.
Não tenha pressa para encontrar a sua paz no palco da vida. Algumas vezes é preciso silenciar o roteiro e sair de cena para esperar que a sabedoria do tempo termine o espetáculo e recomece outro melhor.
"- Ela era impressionante. Para fazer o garoto de "Pega Fogo" enfaixava a região dos seios com tiras largas de esparadrapos. Depois de uma semana de representação, a pele saiu e ficou a carne viva. Ela teve de se enfaixar com tiras de pano. Cacilda sempre fez esses sacrifícios. Quando montamos "Maria Stuart" sofreu dores nos rins porque a roupa era pesada demais e a peça durava 3 horas e 15 minutos. Aos sábados fazia três sessões e, no domingo, duas. Exauria-se de cansaço. Representou "Arsênico e Alfazema" gravida de sete a oito meses. Esta é a Cacilda Becker que conheço há quase trinta anos".
" É indispensável a dedicação integral do ator à sua profissão, daí a importância da disciplina e, sobretudo, da vocação."
“Para mim, é o palco e a presença do público; sentir o público, a sua respiração. E, depois, seu contentamento ou seu descontentamento, não sei. Mas, em todo o caso, a sua presença"
" Nasci uma mulher bonita, mas, se você olhar o meu repertório, vai ver que fiz muitas mulheres gordas e feias. Fiz duas pequenas cirurgias plásticas, mas nunca mexi muito no corpo. Dizem que tenho corpo de garota. Vou ao espelho, olho e agradeço a Deus."
"Lembro-me dela, uma moça que não comia, tinha a fragilidade de uma flor de estufa. Alimentava-se com um ovo cru e um pedaço de carne. Chegou a pesar 42 quilos. Ela nos preocupava. A Cacilda Becker que todos conheceram nos últimos anos era robusta perto daquela mocinha que conheci. Mas ela tinha a dedicação mais absoluta ao teatro, ao fenômeno de teatro, ao amor do teatro."
Suprimam-se os cenários e figurinos, iluminação e música. Suprimam-se até o texto e o público, os acessórios e os figurantes. Basta conservar o cara-a-cara entre um único ator e um único espectador para que o fenômeno teatro se produza
"O ator bom é aquele que domina as técnicas de interpretação, um artista que domina a arte de atuar é aquele que se permite levar pela sua intuição e criação"
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