Poesia Pai para Filho
Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.
Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.
Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da realidade não o prepara para viver, apenas adia o dia em que a própria vida lhe ensinará, sem o amor dos pais e sem o direito de repetir a infância.
A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam; pais que poupam os filhos da responsabilidade não os salvam da dor — condenam-nos à humilhação de depender, por toda a vida, daquilo que deveriam ter aprendido a ser.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da disciplina, da frustração e das consequências pode aliviar a infância, mas assina a falência da maturidade.
Quando o medo de frustrar um filho se torna maior que o compromisso de formá-lo, a educação deixa de ser um ato de amor e passa a ser um ato de covardia. É nesse exato instante que nascem adultos que exigem respeito sem honra, direitos sem deveres e conforto sem esforço.
"Se não tivermos fé no Criador celestial e em seu amado Filho, Jesus Cristo, então não conseguiremos motivar ninguém rumo à vitória."
a mãe cria o filho com todo amor e carinho pra ele crescer e colocar no facebook que trabalha na VASP.
A herança mais benéfica que se pode deixar para um filho é a percepção do que é bom e do que ruim,se conseguires afastá-lo de certos pensamentos ou atitudes perversas conseguirás mantê-lo como uma rocha: firme,seguro e íntegro e portanto,não existirá a necessidade constante de auto-afirmar-se.
A liberdade do coração mostra o afago materno de uma senhora que o sábado ficou sem seu filho, por uma única vez, e adotou toda a humanidade como filhos e filhas suas: Nossa Senhora.
Diz-me que Tu és filho e o prodígio do pródigo se tornará lembrança aos cativos pela libertação das almas.
Já vi uma mãe abandonar um filho, já vi um marido abandonar a esposa, mas eu nunca vi Deus abandonar ninguém!
A Mãe ama o seu filho muito antes dele existir - a partir do momento em que ela o imagina em sua cabeça.
Mulher que sai à noite não presta , mulher com filho não presta , mulher que ri Alto não presta. Amigo, casa com a sua mãe!
No dia que eu vi o rosto do meu filho, descubri que tinha uma coisa em mim que não conhecia chamada AMOR.
Tivesse eu uma filha, para ela ser Nossa Senhora. Tivesse eu um filho, para ele ser um apóstolo. Contudo, tivesse eu uma família, mesmo que pobre, para me dignificar nela.
Quando/Se eu tiver um filho o educarei dizendo a verdade, que monstros não se escondem em baixo da cama, e sim em Brasília.
Foi comovente pra mim ver uma mãe sobre o corpo do filho, segurando sua mão conversando como se ele estivesse vivo.
Fui a uma palestra e sua voz a dizer que não é para incentivar ao filho a ser 10, ser 7 - e alguma vezes - 6 basta. Onde já se viu tamanho disparate? E continua a dizer o óbvio, que crianças devem se alimentar bem. (evitar refrigerantes) (novidades, não? APRENDA, ENTÃO!) E continuou a fazer comentários espirituosos - isso era segredo dela - como: "- estava na central da picanha e o filho pediu cerveja ao pai e ele recusou" . Dizei-me, que nova há nisso? O que posso frutificar a partir deste almanaque 1985? Creio, acho que uma boa explicação é que o referido espetáculo era para pessoas patentes, de raciocínio lento de senso por demais comum. Foi torturante, apesar de serem boas as intenções dos idealizadores.
