Poesia os Dedos da minha Mao
Eu e minha mania de denunciar as coisas simplesmente por enxergar o que está na minha frente e ao alcance dos olhos.
Eu tentei falar, passaram várias opções na minha mente do que eu poderia ter falado, mas eu não disse nada.
O mundo tá sempre testando a minha capacidade de me rebelar. Um dia talvez se perceba que não vale a pena.
Talvez o seu lado Diaba equilibre o meu lado Diabo. E com a minha outra parte eu tente equilibrar o seu lado Deusa.
As pessoas mais importantes da minha vida arrancaram partes de mim (do meu corpo): minha mãe, minha cadela, e você.
O texto da Jolie (a nossa cadela) é o texto mais profundo que eu já escrevi em toda a minha vida. E é um texto direcionado pra alguém que nem sabe ler... Pois é, a vida e as suas ironias.
Sair pra trabalhar e deixar a minha mulher dormindo. A minha mulher sair pra trabalhar e me deixar dormindo.
Percorrendo minha memória, percebo que o que mais me colocou pra frente na minha vida, em vários momentos, foi ter feito novas conexões com pessoas.
Minha mente não é tão simples assim. Alguns dias são mais difíceis. Mas onde eu não puder ir, minha arte vai chegar lá.
Às vezes eu me sinto estranho comigo mesmo, de estar sozinho, porque eu vejo o quanto a minha alma transborda coisas, e pensamentos, e sensações, e percepções do momento, que eu imagino que são além do normal. Mas, ao mesmo tempo, estar sozinho com essas coisas transbordando é bom, porque se as coisas transbordam, eu posso pegar nelas. Como tá transbordando essas coisas, eu consigo ver e pegar, e analisar e fazer alguma coisa com aquilo ali. Eu consigo pegar, analisar, e olhar e refletir.
Pra ser um bom artista, sinto que preciso ignorar minha autoimagem, deixando de perceber como as pessoas me percebem. Tenho que abrir mão da autoimagem, pelo bem da própria imagem. Se eu ficar preocupado com a autoimagem, eu abandono a imagem. E vice-versa. E no dia a dia, no relacionamento com as pessoas, eu só preciso me preocupar com a minha autoimagem.
Quando um pensamento se embaralha, percebo que minha mente tá embaralhada, e não o pensamento. Mais do que cuidar do pensamento, preciso cuidar da mente. O pensamento não produz a mente. A mente produz o pensamento. O pensamento pode mudar, pode deixar de existir, mas a mente sempre vai estar ali. Não faz sentido se perder num pensamento, se a mente é maior que o pensamento. É preciso voltar a atenção pra mente.
A minha mãe disse me que "Meu filho cresça e vai percebendo que a pobreza precisa-se duma batalha para superá-la " Entretanto percebo muito bem que nada terei sentado, mas na batalha conquisto o meu meu caminho que levará me ao sucesso.
Não construí nada que pudessem me roubar, não depois de construir a minha mente para não viver de aparências, portanto eu decidi não ser valorizado pelos bens materiais que eu conquistei, mas sim pelas experiências que tive, se você olhar e achar que não tenho nada de valioso ainda, é só olhar também os lugares que passei e pessoas que conheci, aí você saberá que definimos algo valioso de formas diferentes.
Se me ver de pé na minha guerra, por favor respeita-me, ainda tenho forças para lutar, mas se me ver sentado, respeita mais ainda o meu descanso, não sou de me deixar levar pelas emoções da vida além da minha vitória.
Tenho que ser feliz com o que tenho, não com o que a minha mente alega que tem ou ter. Sou feliz porque escolhi ser.
Minhas cicatrizes são responsáveis em contar a minha história, porque o meu olhar só define como me sinto agora.
Olhar para o horizonte muda a Perspectiva dos meus pensamentos, no qual estou acostumada a minha zona de conforto.
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