Poesia os Dedos da minha Mao
E agora, faço da realidade, a minha prioridade. Ela não tem a cor rosa, dos meus sonhos, as nuvens de algodão, por onde eu flutuava, não possui a trilha sonora perfeita, que um anjo tocava pra mim; nela, não existe um paraíso particular, fruto da minha imaginação, fértil e imatura. Mas a realidade existe, ela existe sim, e posso tocá-la, mesmo que seja áspera, posso senti-la, mesmo que não seja tão leve, posso vê-la, mesmo que o dia esteja nublado, e posso, finalmente perceber, que mesmo em meio a dor, é no mundo real, que a vida acontece.
Decidi acrescentar, em minha lista de palavras 'do bem' - bom dia, como vai?, obrigada, por favor, com licença, sinto muito, seja bem-vindo, desculpas, etc- , quatro palavrinhas, com o efeito de uma explosão atômica, de tão fortes, verdadeiras e poderosas, e estas, estão causando uma verdadeira mudança, em todas as áreas da minha vida: JESUS, SOU TUA. USA-ME!
E desde que você chegou, com calma, trazendo luz, amor e leveza para a minha alma, estou aprendendo a viver sem pressa.
Deixei a pressa de lado, quis leveza para minha alma, joguei todos os fardos fora, mandei a tristeza ir embora, e foi sendo paz, que me encontrei.
E é por essa certeza, que tudo o que eu semear hei de colher, que ando plantando levezas, em minha alma, em meu coração, em todo o meu ser."
“…E é assim que defino felicidade, a soma perfeita das seguintes parcelas: EU + VOCÊ. E minha felicidade tem pressa, então se apressa amor meu. E não se demora, demora não, porque esse amor já se hospedou aqui, bem dentro do meu coração.
Meu coração pede para seguir. Minha razão , exige que eu fique. Só sei que o meu amor grita por mim. Então vou seguir por aí, sem destino certo. Quem é que sabe a direção pra encontrar quem não se vê? O coração vai me responder.
Mais uma noite que chega, e, com gratidão, a minha alma, celebra a paz, os sonhos, a esperança, o amor, a fé, o viver.
Que as dificuldades da minha jornada não me roubem a alegria de viver nem tampouco a minha fé de vencer.
Queria estar morto, ou melhor inexistente: Alheio a tudo e a todos, inconsciente sobre a minha condição, indiferente à minha própria indiferença. Não querer, não sentir e não ter necessidade de nada. Imune à dor, livre da escravidão do prazer. Rijo e insensível como uma pedra, invisível como o vento. Um nada absoluto que nada quer, nada sente, nada sofre. Simplesmente um nada!
“Ser alvo de amor ou de ódio é irrelevante, a opinião alheia não é requisito para minha existência.”
Moço, onde fica o guichê da felicidade? Estamos todos de passagem e quero ser feliz, marcar minha viagem com boas lembranças. Mas estou perdida nessa estação onde não encontro caminhos, só cobranças. Estacionei o coração no lugar errado? Me diz!
Menina da minha infância, olhar apaixonado, desejo já mais consumado, sonho traído longevidade desconhecida, mais o coração ardendo, como uma chama nova.
“Entre idas e vindas, aqui permaneço — porque preservar minha essência, mesmo sob o fardo de processos árduos, é virtude que não abdico.”
A minha vida é um grande livro de histórias. E eu sei que, na página do seu nascimento, o meu capítulo terá que se encerrar. Mas, em vez de fechar o livro para sempre, eu me transformarei em uma estrela na capa, para que eu possa, de lá, brilhar e iluminar todas as páginas que os meus quatro outros filhos irão escrever. O meu último suspiro de vida será a primeira e mais bela respiração de uma nova vida. E a minha ausência, no chão, será a luz que os guiará no céu.
Você é o último grão de areia em minha ampulheta. E, ao invés de vê-lo escoar para o tempo que se esvai, eu o sopro para a imensidão do céu, para que ele se torne uma estrela. Eu sou a terra fértil onde a semente de sua vida brota, e mesmo que meu solo se esgote para te fazer crescer, eu o faço de bom grado, pois a luz do seu amanhecer é o futuro de um novo jardim.
Deixa-me triste (dói-me) saber que a história da minha vida será julgada por aqueles que não a conhece. Furucuto,2025
Gosto de me inspirar em pequenas grandes belezas. Qualquer singela flor é minha musa, o vento soprando me encanta. Como amar o muito, sem valorizar cada parte do todo?
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