Poesia os Dedos da minha Mao
Nas minhas confusões você é minha perdição quando me lembro da delicia que és;
Ainda sinto sua linguá navegando pelo meu corpo marcando suas propriedades;
Teu gosto não sai da minha boca contrariando minha razão e desatinando meu desejo entrelaçado com a minha libido;
Minhas ansiedades ainda não passaram por esperar seu calor novamente sobre o meu corpo;
Não viverei momentos que não são meus olhando a vida por uma janela perdendo da minha vida;
Eu nunca esqueço das minhas lembranças que ainda não vivi, portanto sem me precipitar busco que a vida possa me levar;
Meus sentimentos estão trancados e presos de algo que nem sei o que é;
Passo a sentir cada dia diferente da banalidade que mesmo entre exagero não me faço sossegado, mas nunca deixando de amar;
A minha superioridade não provém da minha força física, mas sim do meu coração;
Quando me atacam não correspondo com violência, cujo leve o mal a direções não aceitáveis;
Retribuo com as minhas frases poéticas que desabilita quais querem os sentimentos inadequados a mim;
Veja o que achei para você minha eterna rainha, merecedora de todo romantismo e carinho que um coração possa oferecer! Rosas do jardim de Adônis, nascente para lhe agraciar;
Se apascente e me guarde em teu coração e em seus pensamentos para que eu fixe o melhor de mim para você em um todo sempre;
Ando ansioso entre minha confusão, mas feliz pelos sentimentos nascentes em meu interior, me faço de um jeito agradável para lhe conquistar;
E de um jeito tão inocente te ganho para te levar a felicidade vendo as certezas de um amanhã justo e lindo;
Talvez eu esteja enganado com palavras precipitadas, mas o meu coração quase nunca erra com os meus sentimentos;
Minha linda flor, mulher de meus anseios, anjo a me encontrar, me curvarei para te exaltar, sendo súdito menino apaixonado a cortejar;
Meus sentimentos lhe imploram pelo prazer de te olhar, pois quero muito te beijar a ponto de te roubar te amar contemplar e eternamente te amar;
Que a minha paciência semeie o caminho que se estende a minha frente
E que eu possa colher com felicidade as bênçãos que me esperarão adiante;
Mas em minha cabeça há uma confusão de coisas que ninguém gostaria de saber;
É um barulho em meu silêncio;
Um desconforto em meu alento;
Minha condição é esquisita... Eu sou PCD mas, trabalho com logística
O dia é intenso e não me sinto especial, mesmo que o meu trabalho seja fora do normal!
Eu não quero R.E.G...
Não quero badalação
Quero oportunidades dentro e fora da operação;
As minhas necessidades não podem ser atendidas
Se não consigo fazer algo, é corpo mole ou preguiça;
Não posso dá feedback construtivo, se não é advertência... Irresponsável e sem juízo!
A minha vida é muito preciosa e vale muito a pena
Mesmo que as minha lutas sejam intensas
As minhas esperanças são imensas!
Se me tivesse a chance de deixar-lhe alguma lembrança minha...
Deixaria um pedacinho da minha vida!
Com amor e carinho de respostas às perguntas que fizesse algum sentido...
Procuraria os segredos que me faltasse, deixaria o que pudesse o que fosse encontrado.
Mas o que fosse indispensável, além do acaso não privaria os teus desejos...
Lhe deixaria o meu amor para lhe confortar o tempo inteiro!
Quem me dera se despir de mim, despir do que não me convém ou despir-se do fim
Olhando para a minha intimidade e percebendo as minhas responsabilidades
Observando a minha nudez que no fundo despertava a própria timidez
A minha alma só queria ouvir o meu coração
O silêncio da minha vergonha gritava a minha frustração e sensibilizava toda a minha importância
Determinando a minha direção!
A minha imaginação é minha maior criatividade
E minha vida é uma loucura, faz parte da minha realidade;
Pelejarei para a minha felicidade
Prevalecerei pela honra e pela verdade
Porque eu tenho a fé ao meu favor
E a esperança fala por mim quem realmente sou;
"Hoje ela é novamente o meu pensamento mais intenso, longe estás mas na minha mente e no meu coração a cada batida a cada segundo, a cada respirar meu seu nome e seus traços são lembrados, minha rainha, meu mundo como eu amo você"
Nanda&Gil
O Grito da Existência
Minha loucura não condiz com minha sensatez.
Caminho na contramão do mundo,
sozinho, desafiando a ordem das coisas.
Sou louco? Talvez.
Pois poucos ainda derramam sentimentos em papéis,
acreditando que palavras frágeis
tenham o poder de abalar a imensidão da realidade.
Minha sensatez, porém, não aceita a lucidez —
essa tirana impiedosa que me sussurra,
sem compaixão:
o mundo é podre, e sempre será.
E, ainda assim, é a loucura que me sustenta.
É ela quem me obriga a crer
que, mesmo nos detalhes mais insignificantes,
residem fragmentos de bondade, amor, caridade.
Mas a tensão me consome:
quando a sensatez domina,
ela caminha de mãos dadas com a lucidez,
vasculhando as entranhas da sociedade
e só encontrando escuridão.
E, ainda assim, a loucura resiste.
Teima. Insiste.
Se recusa a ceder à desesperança.
Mesmo sob a máscara da decadência,
acredita que ainda há,
por algum fio tênue do universo,
um sopro de bondade.
Minha mente se enlouquece, até mesmo as assombrações não aguentam mais tantas perguntas.
Nem meu sistema, um robô que veio com uma falha de sistema, principalmente na comunicação.
Há um medo neste corpo, há algo que ele não sabe identificar, pergunta-se e ao mesmo tempo não processa. Uma magnitude de erros epiléticos.
Olho, tento... Tento processar tudo que vejo, analiso, e relembro, lembro e lembro, esqueço.
Me alegro, alegria em lembrar que não preciso lembrar.
Só sendo
Corre o riacho
E te vejo molhando os pés, delicadamente.
Como foi ser tão minha, em tão curto espaço de tempo?
Como compreender tamanha ternura
Em tão curto acontecimento?
Amor.
Coisas de que não entendo:
só sendo.
Me vejo pensando e sonhando conosco. Penso como se fosse algo viscoso, e esse algo é minha saudade, algo tão grudento quanto cola super-bonder, esse silver-tape que colocaram para segurar meu coração já não está forte, já está cedendo, caindo, desistindo de me conter.
Sinto como se fosse algo incomum, mas a maioridade que atingi me traz maturidade, me traz a verdade e a sede de liberdade dessa imensidão de solidão.
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