Poesia os Dedos da minha Mao
E assim risco paredes com esse amor que sinto, pixo nossas transparências nos muros altos dos nossos dias e não tenho nenhuma dúvida na hora que abro a boca e digo que esse amor é limpo. Você é meu e me pertence. Perdi o juízo e não sei romper o limite da loucura sem você por perto. Essa brancura límpida na sua personalidade é de fazer doer os olhos de quem não entende sobre branco total. É muito amor inteiro dentro de mim. Amor que só se divide quando é pra deixar seus próprios pedaços pelo meu caminho, pelo seu caminho, nessa nossa estrada. Sua boca além de falar o que sempre escuto, consegue lamber e chupar na mesma hora que o sentimento me invade. Sensação que cabe dentro de um tempo incerto e sabe deixar todos os segundos rasgados. Nenhuma palavra nunca brochou e sei fazer subir seus desejos, arranhando com meus pêlos em todas as palavras que te esroscam.
Nessas horas até suspiro: Aiai...
Eu te amo, A.B.S.U.R.D.A.M.E.N.T.E!
~*Rebeca*~
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Grito por você nos meus silêncios e, quando você vem chovendo com sua vida, eu mergulho num sereno fantástico e alucinógeno.
Rebeca
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Vivo incontrolada, vivo sem explicação pra todo sentimento novo e velho, simplesmente vivo em qualquer paralelo e tem que ser com você no mesmo bate e rebate na hora de sentir.
Rebeca
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Todos os dias chupados até a última gota de um amor que sempre foi delirante. Você me pira, meu filho. Você consegue me deixar maníaca e essa compulsão de te devorar é lasqueira. Mastigo esse amor desmesurado todos os dias e vivo com fome. Saboreio você todos os dias e vivo faminta. Vasculha o meu amor, que te prometo não despistar nenhuma emoção. Todas vão ficar bem deslumbrantes e berrantes. Será que vai escutar o que vou dizer agora, será?
Amooooooooooooooooooooooooo
deeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
rumaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
~*Rebeca*~
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Eu tenho o dom de deixar meu macho louco, só que ele tem o dom de me fazer comer moscas, lagartos, lagartixas na hora de provar que esse amor que sinto, aguenta tudo, até mesmo aquilo que ninguém come. É, eu demonstro, sim. De todas as formas possíveis e impossíveis esse meu amor que nunca precisou nem mesmo de inseticida. Eu como a parte ruim e massacro a pior, fazendo de um momento bem melado a melhor. Uma mulher cheia de cantoria e que sabe cantar com timbre alto, músicas que embalam a vida daquele que sempre foi meu desde a hora que nasceu. Pedalei, andei, corri e encontrei essa coisa linda, esse homem lindo, bem dentro de um mundo já tão conhecido por mim. Só que quando ele fez parte da minha vida, o mundo desmoronou e surgiu um jardim, quase aquele do Éden, mas com todas as malícias. Venero, idolatro, vivo pra adorar esse homem acima de qualquer sentimento nessa minha vida. E não preciso de crucifixo na hora que os pensamentos vagabundos rogam pragas. Eu vou com um amor bem forte na mandinga e digo que o que sentimos é um deus de tão forte e poderoso. Esse nosso amor pode tudo, mas também sabe espernear por nada. Amo esse homem com todas as birras e putarias existentes. E aquele bando de amor louco dentro de mim, trepa em cima de qualquer impulso e faz o mexido gostoso pra voltar a gemer daquele jeitinho...
...daquele...
...que preste!
~*Rebeca*~
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Fechei os olhos e corri, corri, corri, corri, até perder todo o fôlego, afogada em mim. O pensamento se diverte com o vento que seca lágrima e tormento. Ele gosta assim, quando se perde numa estrada sem começo e sem fim. É pensamento, você quando quer é capaz. Apertei mais um pouco os olhos e corri, corri, corri, corri, até essa angústia ser derrubada no chão e massacrada por mim. Por todos os motivos do mundo estou assim... corrida, corrida, corrida, corrida...
... acho que preciso voar pra poder me alcançar.
Meu riso ficou mais ligeiro, meus batimentos mais acelerados, minhas palavras foram despertadas e meu amor foi descoberto. Desde então nossas vidas ficaram coladas e nunca cambaleamos por causa desse grude. Eu o segui e nunca que existiu nenhuma ruela nesse sentimento totalmente novo. Sempre apareceram avenidas e ruas largas dentro de um amor tão percorrido. O amor gritou no momento que nos encontramos e todas as luzes de um dia claro continuaram mais brilhantes. Cheguei como quem não quer nada e fui ficando. Num dia chegava cheia de marra oferecendo um céu imenso com direito a estrelas, nuvens e vários sóis. No outro enriquecia minhas palavras com um amor que tinha acabado de sair do cueiro. E os dias foram passando com momentos polidos de verdades e esperanças.
Rebeca
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Sentávamos e escrevíamos sobre nossas almas freneticamente agitadas e em cada linha lida eu me impressionava mais ainda. Hospedamos a coragem nos nossos corações e resolvemos nos entregar. Depois que colamos nosso rosto na palma da mão de uma sabedoria apaixonada, o restante dos sentimentos adentraram com mais sapiência. Comecei a escrever meio bonito, mas a feiura tem vez no nosso sentir. Quando eu fico afogada dentro do meu ciúme, não tem cena mais disforme. Eu fico cega, eu fico transformada, eu fico quase uma aberração. Não controlo momentos que me dominam, mas a beleza do que somos é tão estonteante, que reluz dentro dele mais amor ainda. Ele me salva, sempre me salvou com sua respiração boca a boca num amor que se tornou totalmente estável. Sou vidrada no meu Bigodudo e fiquei mais apaixonada ainda, quando senti que suas palavras requintadas, sabiam valorizar meu dialeto nada perfeito. Ele é um homem que tem um jeito de amar superior, que sabe fazer de um relance algo infinito.
O meu homem nunca foi silencioso, sempre soube amar com força...
.. com violência na hora de me estraçalhar.
E eu? Eu só sei amar esmurrando tudo...
... até o amor que ele soube dar.
Rebeca
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Você me deixava com vontade de esmurrar o mundo, me deixava com vontade de provar o gosto daquele que até hoje sabe deixar tudo em mim no ponto.
Rebeca
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Eu só queria inventar palavras desconhecidas e bem mais entendidas. Às vezes eu sinto que foi pouco pelo muito que te amo.
Rebeca
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Meu amor é orgânico como o âmbar, que vem da resina da árvore que plantamos de sentimentos vivos. Meu amor é como o azeviche, que vem do carvão pra acender o nosso fogo. Meu amor é como a rodocrosita, que de tão macia é procurada por colecionadores e em vez de expor em museu, exponho no seu viver todos os dias. Você é minha raridade, meu tesouro ARRUDIADO de carinho.
Rebeca
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O que nos alimenta é esse fogo flamejando sem cessar. O que nos alimenta é esse calor tremeluzente e nada invisível. O que nos alimenta é essa força rasgante que me deixa toda dolorida de tanto que me belisco de verdade pra saber se não estou sonhando. O que nos alimenta é essa turbulência que nunca se acostumou com calmaria. O que nos alimenta é minha mão dando comida na sua boca e a sua dando de beber na minha.
Rebeca
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Que mesmo sendo descarado nas palavras devassas, dá pra perceber o grau da sua fineza em cada uma delas. Elegantemente fino, mesmo quando a sua sensibilidade aflorada é imoral.
Rebeca
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Que amo cada centímetro quadrado dessa sua vida. Que amo me debatendo toda num ataque de amor que me domina.
Rebeca
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Que amo um mato, amo a hipótese de viver contigo num interior pra criar galinha e chamar no: titititititititititi. Lavar suas cuecas, minha calcinhas, suas camisas, minhas camisolas, num açude bem em cima do sangrador e de cócoras colocando a roupa pra quarar. Imagino a gente num final de tarde, aguando as plantas, os pés de mangas, pé de caju que no inverno fica com florzinha linda nele todo. Me imagino escorada numa cerca e enganchar sem querer a ponta do meu vestido no arame farpado, só pra você me ajudar a tirar. Ficar contigo olhando o sol se pôr bem vermelhão num horizonte e a miragem da terra quente naquele embaçado que só essa quentura sabe fazer. Pra finalmente, ficar sentada na janela da nossa casa bem simples, que tenha só porta e janela e admirar meu maridinho lindo sentado num tamborete de madeira perto da porta, tocando seu violão que de tanto ser alisado por você, sente falta de mim. Loucura são essas ondulações espessas num coração que não sai do chão engatinhando por você. Momentos? Só existem os NOSSOS! Queimando, queimando, queimando, louca pra ser sacolejada pelo seu vento pegando fogo. Definitivamente, qualquer lugar contigo, alto ou baixo eu estou é dentro. Despenco contigo na velocidade da luz, porque estamos anos-luz de tudo que já pude ver nessa vida.
Amei o TE VIRA... que viro naquela rapidez, coração...
...você sabe, num sabe?
~*Rebeca*~
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Eu só preciso de fôlego nas palavras pra escrever tudo de uma vez só. Ah, preciso também de uma trilha sonora que fale por nós, preciso de uma roupa mesmo que seja pra cair embaixo dos lençóis. Por mais que seja propositadamente ciente dos meus atos, sou amadoramente saudosa. Não me acostumo ficar longe, mesmo essa saudade sendo suave. Ontem na hora que fechamos tudo e fomos dormir agarrados, pude perceber como realmente somos um espetáculo. Não para uma plateia de pessoas comuns, mas para um público de sentimentos espontâneos. Amo saber que não tem como fechar a porteira de todos os nossos entusiasmos. Amo mais ainda o limite não ter vez nessa nossa vida. Reviravolta nas minhas atitudes, paixão nos meus ideais e amor consagrado nos meus dias. Felicidade fica cheia de excesso de sentimento quando conseguimos dormir juntos. Sentir seu amor pausado venerando meu sono pra não acordar de um sonho é loucura. É me sentir agressivamente amada, mesmo que a noite toda tenha sido agressivamente bem comida. O fato desse nosso amor que transcende ser totalmente nada convencional é totalmente irrelevante. Dessa forma vamos longe e com essa viagem diária conhecemos estados de elevações da alma que ninguém nunca pisou, conhecemos cidades que em cada esquina existe uma torneira de amor pra matar nossa sede, num país que sempre será de uma eterna continuação. Nossa história nunca vai precisar de tempo pra ser construída. Ela simplesmente cava seus buracos e planta seus jardins. Ela simplesmente levanta seus alicerces para esse amor ficar mais e mais enterrado dentro de nós.
Vivo empolgada com nossos exageros e viver pra te amar é saber que sempre sobra mais amor incomensurável no final... que sempre continua...
~*Rebeca*~
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Esqueça mesmo e muito bem esquecido, todos os momentos que vivemos, todos os inteiros sentimentos e todos os meios finais. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, todos os latidos fortes que demos, todos os gritos de alegria que tivemos e todos os ais. Esqueça mesmo e muito bem esquecida, todas as voltas que fizemos num mundo salvo por nós, todas as provas de amor quando reconhecemos o cheiro do amor embaixo dos lençóis. Esqueça mesmo e muito bem esquecida, todas as palavras que um dia fizeram efeito e que significaram algo além de suspiro nos enchendo de esperança. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, que sobrevoamos todos os LIMITES e fizemos ninho no frescor de uma árvore que soube comandar o fluxo da nossa vida com vento forte. Esqueça mesmo e muito bem esquecida, todas as juras de amor que dissemos, todas as sensações gigantes que sentimos e todas as vontades alucinantes. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, todos os frios que ficaram pendurados nos pés de um coração que foi aprisionado e todas as explosões de almas que se acostumaram com fogo. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, os momentos que contornamos nas discussões desembestadas e toda a razão que sempre foi dona dela mesma. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, todos os animais selvagens que fomos e nossas excitações fulminantes. Esqueça mesmo e muito bem esquecido, que te amo feito uma condenada e que esse meu amor nunca foi tapeação. Esqueça mesmo, muito bem esquecido e deixa apodrecer lá no canto de qualquer lembrança vaga o que restou de nós.
~*Rebeca*~
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Até que ponto vai o sintoma de uma saudade? Como pode alguém viver de saudade, se convive com a pessoa todos os dias e usufrui de momentos que os piores conseguem ser perfeitos? Uma mulher que virou escoteira de um amor cheio de saudades. Tem dias que a saudade de tão frenética vira insônia. Outros dias de tão plena, vira descanso dos pensamentos contemplativos. Saudade que virou uma aventureira na emoção. E emocionar uma saudade ao ponto de se fazer suave, é saber escalar uma montanha emotiva e ver lá de cima o camarada chamado amor, fazendo culto a santidade chamada lembrança. Na velocidade que desço essa montanha de devaneio, não me responsabilizo se esbarrar em qualquer recordação que esteja sendo cultuada. A saudade do nosso excesso é tão grande, que pensar com calma tira a comoção que já é acostumada. Nostalgia que nunca foi arquitetada dentro de um momento tão pensado. Uma saudade que sabe ser audível e quanto mais alto... melhor.
A minha saudade tem sombra e é a dele.
~*Rebeca*~
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tu que sonhei pensei que ia dar certo.....
mas vendo que nada o que agente sonhava dava certo..
o melhor foi me aventurar...
como cristo morri apenas uma vez que foi o ontem,
como cristo resuscitei para nunca mais morrer que é o hoje
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