Poesia Mãe para Filho
Deus jamais abandona seus filhos pelo contrário seus filhos que abandona ele e só lembra dele nas horas difíceis
"Quando temos o controle dos filhos (até os 18 anos - sobre alguns perdemos antes), podemos orientá-los para que sigam o melhor caminho, depois depende deles, e a escolha nem sempre é inteligente"
"O grande físico Alemão: Albert Einstein, não teve uma vida familiar tranquila: Teve 3 filhos, o do meio, Eduard, acabou sendo internado com ESQUIZOFRENIA, quando estava na Alemanha o visitava com frequência, porém o Presidente Americano, o convidou, devido a sua grande sabedoria, para ensinar nos EUA, por isso, não conseguiu mais visitar o filho no hospital. Certo dia, recebeu a notícia de que seu filho havia morrido: chegando no local, olhou para o filho e disse, chorando: ESTE FOI O ÚNICO PROBLEMA QUE NÃO CONSEGUI RESOLVER. Lembre-se: os problemas ocorrem com todos nós e tem problema que não conseguimos resolver".
Deus nos concedeu a responsabilidade de amar e cuidar de nossos filhos. Eles são propriedade exclusiva de Deus.
Seus filhos participarão de suas histórias. Seus netos ouvirão suas histórias. Seus bisnetos desejarão ter lhe conhecido. Sua responsabilidade de ser um bom ancestral é parte do seu legado.
Não projete a seus filhos a responsabilidade de realizarem o que você não conseguiu realizar na sua vida.
Pais infantilizados incapazes de perceber filhos angustiados deixam brechas para o mercado publicitário explorar essa dor.
Felizes são aquelas mulheres que não tiverem filhos. Isso porque no mundo de hoje é difícil mantê-los, basta olhar a sua volta e ver o que está acontecendo em todos os sentidos pelo mundo afora.
Se você levar os sentimentos de seus filhos a sério e os reconfortar quando eles precisarem, aos poucos eles vão aprender a internalizar essa forma de se reconfortar e, com o tempo, vão se tornar capazes de fazer isso por conta própria.
A base da criação dos filhos é a relação que você cria com eles. Se as pessoas fossem plantas, a relação seria o solo. A relação sustenta, nutre, permite o crescimento – ou o inibe.
No palco, uma história cíclica, com vivências repetidas entre pais e filhos, idolatrando aqueles que, desde sempre, almejavam o vil metal. Mas, como Belchior roteirizou, o novo sempre vem.
Os pais se veem perdidos tanto quanto seus filhos sobre os valores e rumos da vida pós-moderna, hesitando em orientar e proibir devido a dúvidas morais.
A idealização do matrimônio e da procriação faz crer que quem não se casou ou não teve filhos fracassou na vida.
É fundamental que os pais ou responsáveis identifiquem sinais de apatia nos filhos em relação a atividades cotidianas, pois isso pode indicar questões mais profundas, e devem orientá-los no desenvolvimento de habilidades emocionais, sociais e de superação para uma vida saudável e bem-sucedida.
Os privilégios residenciais dos filhos, como o uso do quarto ou a posse de bens materiais, dependem do comportamento respeitoso e responsável, sendo sujeitos a avaliação contínua dos pais.
"Os filhos são como pássaros: criamos asas neles para que voem longe, mas o ninho sempre guardará o calor do amor que os espera de volta."
Senhores pais, estabeleçam limites para que seus filhos entendam que nem sempre eles terão "um assento na janela".
Sejam a mudança nessa geração, criando filhos e filhas sem machismo, misoginia, homofobia e masculinidade tóxica. Filhos retos, íntegros, cheio de princípios, cheio de moralidade, bom senso e humanidade propria. Uma mensagem para homens e mulheres. Uma mensagem antimachista.
