Poesia Felicidade Fernando Pesso

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⁠Rodeio Acolhedora


Poetisa daqui
desta Rodeio acolhedora
em tempo de desentendimentos
e pelo Médio Vale do Itajaí
cercada que têm me feito
todos os dias inspirada,
Num ânimo catarinense
de corpo, alma e coração;
Morar aqui todo o dia
é uma poesia a ser escrita
e tenho tido disposição
para orar para a nossa Nação.

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⁠Major Vieira

Na bela rota dos tropeiros,
nasceu Campina dos Santos
disputada entre o Paraná
e nossa Bela e Santa Catarina,
e se tornou Colônia Vieira
esta linda terra ervateira.

Foi Major Vieira, paranaense,
o seu primeiro intendente
e figura expoente
da Guerra do Contestado,
que por ti era apaixonado.

Cidade do Norte Catarinense
com história interligada
entre dois Estados e relacionada
com a querida Canoinhas,
é do teu cotidiano que inspiro
cada uma das minhas poesias.

Minha nomeada Major Vieira, algumas das poesias podem
ser escritas ou não,
não é segredo que levo
a tua gente no meu coração.

A tua imigração italiana,
polonesa, alemã e ucraniana
fincaram raízes que ainda vivem,
eu agradeço a Deus por ter
também todas estas origens
e peço a intercessão de João Maria.

No curso do Salto Canoinhas
deixo as minhas expectativas,
porque quero caminhar por
cavernas, quedas d'água e trilhas
e deixar tudo nas mãos da vida.

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⁠Rodeio trazendo


Entre os morrinhos
o Sol vai se despedindo
sorrindo e a noite
chegando em Rodeio
trazendo este versinho
acolchoado de nuvens
sobre nossa cidade
trazendo tranquilidade
para nós e para todo
o Médio Vale do Itajaí,
e assim recordo de ti
e deste sorriso que
na vida jamais esqueci.

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⁠Rodeio Silenciando

Poetisa daqui
desta Rodeio silenciando
permite ouvir melhor
a passarada cantando
e pelo Médio Vale do Itajaí
cercada que têm me feito
todos os dias encantada
num ânimo catarinense
de corpo, alma e coração,
escrevo mais este poema
para o meu poemário de paixão;
Morar aqui todo o dia
é uma poesia a ser escrita
e tenho tido inspiração
para para me preparar
para dias melhores que virão.

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⁠Rodeio Adorada

Poetisa daqui

desta Rodeio adorada

em tempo de um mundo

em desalinho que estamos

vivendo com muita arte

e pelo Médio Vale do Itajaí

cercada que têm me feito

todos os dias encorajada,

Num ânimo catarinense

de corpo, alma e coração,

vivo escrevendo poemas

de gratidão porque sinto

que eu sou privilegiada

por ter diante dos olhos

o Pico do Montanhão

sempre para alegrar a visão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Maracajá

O teu povo originário
do Extremo Sul da Bela
e nossa Santa Catarina
é memória que fascina,
Tenho um amor enorme
que só cresce por ti,
e que a tua beleza explica.

Maracajá tu levas
o nome de raridade felina,
No Morro Mãe Luzia
deixei toda a minha poesia,
e no Morro da Cruz
entreguei a minha oração.

Minha Maracajá querida,
tu pertenceste a gentil
Freguesia de Araranguá,
A tua gente é lutadora,
querida e hospitaleira,
e orgulha de ser brasileira:
és bênção para a nossa Pátria.

A tua gente açoriana,
africana, italiana e de outras
distantes origens vieram
para uma cidade erguer,
um Estado levantar
e uma Pátria para orgulhar.

Minha Maracajá magnífica,
por ontem, hoje e sempre
que não paro nesta vida de adorar
pelo heroísmo com o cultivar
e o fundamental cativar;
És desta Pátria a minha proteção,
o meu refúgio e meu amoroso lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio na Escuridão

Poetisa daqui
de Rodeio na escuridão
ouvindo a música da madrugada
e pelo Médio Vale do Itajaí
cercada que têm me feito
todos os dias mais apaixonada,
Num ânimo catarinense
de corpo, alma e coração;
Você sabe que tenho amor
e paixão de morar neste rincão.

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⁠Maravilha

Maravilha nascida
do avistamento
da copada dos pinhais
nasceu cidade
desmembrada de Cunha Porã,
o teu povo teve amor
e contentamento diante
da sua beleza em esbanjamento.

Com a bênção do Padre,
com inspiração do Poeta
desta cidade de Maravilha
e a força da queda d'água
da Cascata do Rio Iracema
escrevo com louvor este poema.

Porque o teu povo dos teus
três núcleos de colonização
vieram para ficar e merecem
por cada instante e sonho
do Oeste de Santa Catarina
empenhados na construção
da nossa Nação Brasileira
de corpo, alma e todo o coração.


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⁠Marema

Outros lugares tinham o nome
igual e fostes batizada de Marema
para resolver este dilema e dar
a oportunidade de homenagear
a luta da sua gente neste poema
no meio da tua abundante beleza
que desponta em todo o nosso Oeste.

Os teus primeiros moradores
vieram do Rio Grande do Sul
eram descendentes de italianos,
e depois vieram os poloneses,
os alemães e outros para erguer
esta cidade que tanto amamos.

Um dilema que gerou até confusão
total traz em si inspiração
para fazer poesia e arte postal,
Marema foi escolhida sem igual
para você amar e nunca mais
na vida esquecer de agradecer por
ter tido a oportunidade de conhecer.

No teu norte Quilombo e Entre Rios
me fazem querer ir ao teu encontro,
e ao teu Sul Xaxim e Lajeado Grande
só confirma que nasceu para mim:
o meu amor por tua gente é sem fim
e da mesma maneira retribuo assim.

No teu leste Entre Rios e Lajeado Grande a tua terra é fascinante,
e ao teu oeste Quilombo e Coronel Freitas faz com que este coração
e a fé por ti se dediquem inteiras.

O teu rio Chapecó, Chapecozinho, Golfo e Saudades com generosidade
abraçam todos os teus sonhos
permitindo que a vida siga
o seu curso e a tua gente sobreviva
e os desafios do nosso mundo.

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⁠Massaranduba

Minha Massaranduba amada,
sou e sempre serei de ti,
árvore frondosa de madeira
vermelha escura nomeada em tupi,
Nome que batizou heroica
cidade povoada pela imigração
alemã, italiana e polonesa.

Amo a sua gente guerreira
que da agricultura
ergueu esta cidade bonita
e consagrou a FECARROZ,
porque alegria do teu povo
(é a foz dos ritmos e o embalo
das danças que seguem
na Festa da Banana,
na Fortaia, nas festas de igrejas,
na de caça e tiro,
na Festa da Polenta,
na Stammtisch,
na Bandonion e na Polski Festyn).

É este arroz plantado pelo teu
povo que quero que chova
nas nossas cabeças como venho
escrevendo nos meus poemas,
sempre orgulha Santa Catarina
e me faz sentir orgulhosa
das nossas raízes e brasileira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As primeiras acerolas
brotadas no jardim
de casa levam o código
de amor soberano
que contém as frutas
típicas de cada região,
No paladar escrevem
o seu poema para a Nação
e são o chamego do Brasil
para fazer feliz o coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio e suas rosas

Em pleno Médio Vale do Itajaí
brotam as rosas de Rodeio,
Ainda você aqui não veio
e ao redor do tempo tenho
feito da espera poesia e templo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Matos Costa


Do Alto Vale do Rio do Peixe
a poética em mim vive
partida do Porto Amazonas
com o aventureiro
José Cordeiro que partiu
Rio Iguaçu adentro
e foi o primeiro que
se deparou com as terras
de São João dos Pobres
quando nem nome tinha.

Depois ganhaste o nome
do Capitão mártir e se ergueste
das cinzas provocadas
pela Guerra do Contestado,
Matos Costa, querida,
és lição perene de um
povo hospitaleiro e que ama a vida.

Por tudo aquilo que fostes,
és e e sempre serás,
Matos Costa dona de toda esplendente beleza, História
e sua gente espetacular
jamais deixarei de te amar,
é ali nas águas do Salto São Lourenço
que a poesia não se cansa de banhar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Maio é o mês mais
poético que existe,
Comemoramos
as mães e as noivas,
Você pode viver
o seu mês plantando
flores amando a cada
dia uma poesia
diferente mesmo
que seja só aquela
que sente sem
precisar escrever.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Junho é o mês poético
de viver a tradição,
é o mês de comemorar
se você encontrou
o seu coração ou não:
Viva São João!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nesse festival de doçuras e intenções,

Você me procura sempre,

Estou sob o efeito das tuas tentações,

O teu olhar discreto provoca

Grandes e doces sensações...



É cativante porque tens recato,

Fazes de mim um verão escaldante,

Até no inverno, excitante;

Derrete-me toda feito gelo,

A minh'alma nunca teve segredo.



Tuas curvas e minhas curvas,

Discretamente iluminadas,

Lembram até montanhas,

Aprecio as nossas manhas,

É nesse nosso amar que me perco.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tronou-se um desejo

Que tem o teu nome!...

Para uns é um escândalo,

E para outros é singelo

Tal como um dia do Sol.



Estou em tuas mãos...,

Como uma delicada flor,

Eis um desejo secreto,

Um tormento severo,

Que só passa no teu colo,

Ele é o meu alento...



Embora, eu seja angélica,

Também sou carnal,

- devoradora

Como uma fera faminta,

Rezo que se consinta..



Estou em teu coração,

Sou chama que abrasa,

- e só aumenta

O meu nome é labareda,

A lascívia que te inunda,

Pedindo que eu te aqueça...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Feito a palha que procura pelo fogo,

Feito a abelha desejando a flor,

Eu sei de tudo! Queres além do firmamento,

Aspiras todos os meus beijos e o meu amor.



Com a mesma graça da borboleta,

Ardendo como fogueira,

Orgulho dessa paz que me faz tua,

Fonte que esbanja, e sabe ser serena.



Florida , invicta e encantada,

Estou a tua espera,

Aguardando por uma investida tua,

Não tenho cheiro da liberdade,

Eu sou a liberdade,

Sei que procuras pelo meu amor.



Eu tenho um corpo que te inebria,

Um sorriso que te ilumina,

O carinho na dose certa,

A gentileza que te afaga,

Sou a presença que não se acaba,

Surgi para ser a tua amada,

Eu sou presença que se faz estrelada.

Tu me procuras porque além das doçuras,

Também possuo loucuras santas,

No fundo as minhas asas de anjo vem da alma,

Tenho calma para ler a tua palma,

Eu sou cigana.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As tuas mãos lisas e serenas,

As nossas carícias intensas,

Passos que sabem por onde ir,

Mãos que sabem desenhar,

Bocas que sabem para onde ir.





Sonhos que escolheram se abrir,

Como veredas mansas e serenas,

- desabrochando plenas

Entre jasmins e orquídeas,

Como o balanço das palmeiras.





O amor é do tamanho do mundo,

Ele brilha em noite sem luar,

Através dos teus olhos escuros,

É a eternidade num segundo,

É verso a se propagar como profecia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Talvez você não saiba,

Talvez sequer desconfie,

Ou não tenha percebido,

A vida segue um ritmo,

Possui um maniqueísmo,

Comanda até a vontade,

Só não domina a saudade.



Ah, talvez! Esse talvez...

Que morde a beira do lábio,

Ousado e larápio...,

É passo com sutileza,

Requer toque com firmeza,

Porque no fundo é safadeza,

Assim alcança o astrolábio...



Vejo o cair da noite acetinado,

Como se eu estive no teu colo,

Doce, quente e perfumado...,

Aos beijos molhados e cálidos,

Os dois apreciando o Balneário,

Saídos do meu imaginário...,

Experimentando esse rimário...

Inserida por anna_flavia_schmitt