Poesia Felicidade Amor
Refulgir encantador de um olhar discreto, repleto de serenidade, pertencente a uma graciosidade cativante, exaltada neste instante pelos raios de sol, imagem exultante, uma arte feita de amor, cuja vivacidade é abundante, seu valor não pode ser calculado, pois este aumenta no ritmo do passar do tempo, bênção genuína é estar ao seu lado, marcando momentos, sendo iluminado, a felicidade de um forte avivamento ricamente compartilhado.
Requintes de elegância em uma ocasião atípica graças a tua presença majestosa, mulher que instiga a felicidade com uma venustidade onde o amor fortemente se mostra na veemência de cada detalhe e com o teu espírito que renova o semblante com fervor emocionante da tua essencialidade.
Obviamente, destaco que a tua impetuosidade é profusamente instigante, sabes a tua relevância, que consiste em muito mais do que esta tua graciosidade, a suavidade da tua pele, exuberância dos teus cachos, teu olhar sedento,reluzente, então, mereces um jardim amável de muitas flores, cores, forças e contrastes que refletem a verdade da tua essência, momentos que tenham sabores de amor, felicidade, romantismo, algumas doses de intensidade, dessarte, não tem motivo para se pensar no andar do tempo quando se estar contigo, correspondendo os teus sentimentos, teus desejos incisivos, tratando-te com bastante zelo, juntos em um planejamento divino, um somatório harmônico e poético de versos distintos.
Composição sublime, majestosa, feita de dois universos, de duas artes formosas, fortes sentimentos, uma mesma origem, essencialidades distintas, profundez e liberdade, vontades implícitas e explícitas verdades, cores iluminadas, uma integridade genuína de um amor verdadeiro, tanto fraterno quanto de amizade, amabilidade rara permitida por Deus, poesias vivas, mais do que lindas palavras, melodias de almas, não apenas algumas cifras, considerando que nelas, a felicidade se propaga, uma amando a outra verdadeiramente, na fala e na prática, dádiva de um mútuo contentamento, que deixam valiosas marcas que não se apagam com o tempo.
As tuas curvas mais belas claramente são as do teu sorriso, luminosidade que faz querer sorrir de volta, parte radiante do teu amor, brilho da tua verdade, esplendor que leva ao paraíso, linhas de uma linda arte, um forte atrativo, meigo, sincero, genuíno, repleto de felicidade, doce e intenso romantismo, mundo iluminado que se abre, flor incrível que floresce, charme que fica exposto, singularidade que resplandece, um refulgir atraente, motivado por poucos, encanta sempre que aparece, portanto, fracamente, espero que, apesar dos contratempos, possas continuar sorrindo como um lindo dia que nasce cada vez mais vivo.
Que a criança interior não se perca, que venha a ficar no máximo adormecida, sendo uma forte evidência de amor próprio, uma representação de uma preciosa fase que não volta, sua existência é imprescindível para que a pressão da vida adulta não prevaleça, tirando o senso de humor, favorecendo a tristeza, tirando uma parte significante do sabor que tem a simplicidade, a graça dos momentos bobos, despreocupados, o brilho dilatado dos olhos, o frescor da felicidade, algo muito indesejável, decerto, ela não pode aparecer o tempo todo, entretanto, sua importância é inegável, deve despertar e se divertir sempre que for possível, pois, certamente, a sua ausência um dia será notada, precisa ser guardada com afinco num lindo lugar, reservado na alma.
No que parecia ser apenas o início de uma tarde qualquer, veio a alegria de um ser iluminado, a preciosidade inegável de uma doce menina, refletindo a genuína felicidade, vestida com a serenidade da infância, numa expressão farta de espontaneidade, repleta de brincadeiras, risos e lágrimas, um amor grandioso que não pode ser mensurado, um encanto a cada etapa, uma forma exultante de colorir os mundos a sua volta, certamente, a sabedoria diferenciada de Deus está exposta em todos detalhes, sendo uma inspiração rara, vitoriosa como uma L uz A dmirável, Ú nica, R espeitável, A morosa, que torna a simplicidade memorável, parte do poder vívido de uma criança, divino regalo.
Caminhando lado a lado, de mãos dadas, seguindo numa mesma direção, corações na frequência de um amor sincero, um elo forte, profundamente, abençoado, refletindo o sentimento de gratidão, percebendo o encanto presente a cada passo que é dado, tendo aquele tipo de felicidade sem uma razão aparente, entretanto, vendo Deus em todos os detalhes, um privilégio evidente, a poesia acontecendo de verdade, deixando marcas na mente.
Há um ano, Deus nos presenteou com você, o mel que veio adoçar as nossas vidas, a razão que tanto pedimos a Ele para não desistirmos, na sua fragilidade, encontramos força, no seu doce sorriso, a luz que precisávamos para alegrar os nossos dias, para enfrentarmos várias inseguranças, a sua presença irradia o amor, nos traz coragem, o verbo amar ganhou um novo propósito, muito desafiante, bem diferente de qualquer outro, entretanto, fez o choro de medo dar espaço às lágrimas de felicidade, a gratidão está mais presente, a simplicidade tem conquistado ainda mais a nossa atenção e mesmo que os desafios permaneçam, sabemos que juntos, se Deus quiser, seguiremos em frente, um amando o ouro, um laço forte, corações harmoniosos como uma bela dança ou uma linda canção, portanto, você é a menina dos nossos olhos, graças ao Senhor, a nossa maior motivação.
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
Para cada favor parece que as pessoas cobram um crédito, uma nota promissória que nunca será esquecida. Juros sob juros nas contas da felicidade
Nossos sentimentos emitem ondas reais que irradiam dos nossos cérebros, formando uma atmosfera mental e que será peculiar a nós, a cada pessoa. De acordo com o seu pensamento, você atrai uma solução, mesmo que sofra agora com as consequências disso. Mas saiba que qualquer consequência sofrida por uma atitude sua de auto-amor será válida.
Vem-me, às vezes, um sonho fugitivo e estranho ao pensamento perturbado; Sonho sem medo as sombras do passado, e o futuro me torna pensativo. Por que me faço ao riso alheio esquivo? De onde me vem este ar desalentado? Este fundo pesar inexplicado, esta grande tristeza sem motivo? Não sei... A mágoa obscura que me invade talvez seja somente uma saudade que o mundo vil não pode compreender... Saudade de outra gente e de outra vida, que inda vibra e palpita, dolorida, na imperfeição do meu ser
Se eu tirasse de uma estrela sua luz de chama inquieta e em mim pudesse contê-la, diria, então, sou poeta...
Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...
Com a alma de criança e o encanto que tudo envolve, descubro a alegria genuína de simplesmente viver.
As amizades ficam bem mais gostosas se você aceitá-las tais como elas são, e não alimentar expectativas quanto a elas.
Nunca ame ninguém mais do que a si mesmo; nem mesmo seus pais, nem mesmo seus filhos. Isso se chama amor-próprio.
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