Poesia Eternamente
Ontem era uma criança
E a única herança
Foi a educação
Para ela, e os seus irmãos
De família humilde
Já passou por crises
Pai operário
Não tinha horário
De sair, nem de voltar para casa
Enquanto a mãe cuidava.
Ela cresceu
Mas não se esqueceu
Dos ensinamentos
Bom comportamento
Só pensa em estudo
Fazer de tudo
Para ter um futuro melhor
Não significa ficar só
Mas ser independente
Usando a mente.
O único vício
É ler os livros
Para se manter informada
Não curte balada
Prefere ir ao cinema
Não é mina de esquema
É mina de responsa
Que passa confiança
Para um futuro relacionamento
Para todos, é um exemplo.
Perdido em pensamentos, todos atentos e nenhum alento em meu peito quando transpiro você.
Sombra de noite, uivo de dia, gotas caindo, olhos perdidos me perco sorrindo ao lembrar-te.
Não importa o tempo ou julgamentos, só a distancia, em um mundo que se tornou tão pequeno, entre eu e você.
Se fosses um aroma ia te desenhar em minha memoria para te coroar;
Em linda e expansiva explosão de cores que reagrupam o que no peito jaz vivido.
Nessa tarde que tem cheiro de sorriso; Invade em todo meu ser mil pensamentos no seu sentido.
Criticidade
Aos tolos e iletrados
Falsos leitores de poesias
Julgam-se interpretes inatos
Na sua horrenda analogia.
As artes nascem de esforços hercúleos
Da solidão à perseverança
Engaiolada num verão de janeiro
Desabrocha a criação.
Muitas vezes vivo o que escrevo
Momentos que trago à clausura
Outras vezes do nada sai o pensamento
São palavras que se amoldam com formosura.
Os asnáticos nunca saberão
O que escrevo é somente à minha interpretação
O que eles leem...
Não é mais a minha poesia.
Peça aconteça
pois, quer que aconteça
Não a impeça...
Que tu pereça
E nós não temos
Não esqueça
Pois interessa!
Gabi, és graça encantadora
descritas nesse papel,
Como abelha que tece o doce mel.
Teu nome, carinhoso e sedutor,
Mistura Deus, força e amor.
Gabi, Gabi, és mulher imponente,
Leão que ruge, vigor sem igual.
Teu nome ecoa "Deus é minha mente",
Um poder quase angelical
Gabi, Gabi, és líder, és guia,
Como águia que comanda os ares.
Teu nome vibra na via,
Indica originalidade a todos os pares.
És amiga sincera,
Como flor que perfuma o ar
Teu nome traz a simpatia que espera,
Se alguém precisar, sabe que pode contar
Gabi, és poema que celebro,
Homenagem sincera aqui te entrego.
Gabizinha, Gabs, Bi, Bibi,
Espero que goste da homenagem que fiz aqui.
(FELIPE REIS)
DESFEZ O ENCANTO
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você
Eu era apaixonado por você
Mais o tempo passa
Você faz trapaças
A verdade veio átona
A muitos anos você apronta
Descobrir a mentira
Só existe uma saída
É cada um pro seu canto
Você não me amou
Desfez o encanto
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou sair a procurar
Felicidades onde tu estas.
Poeta Antonio Luis
08/02/2015
SOU UM NOVO HOMEM
Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por voce, de tudo sou capaz.
Ela chegou
Bagunçou minha solidão
Eu não acreditava em amor
Ela me mostrou um mundo novo
Que eu não conhecia
A semente ela plantou
E hoje estar colhendo
Eu sou um novo homem
Aprendi amar com você
Todas as noites divido contigo meu prazer.
Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por você de tudo sou capaz
Sou um novo homem
Você me resgatou
Hoje tenho consciência
Que existe amor
E o meu é você,
Poeta Antonio Luis
TO CURADO
Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
Você é passado não me lembro mais
Que um dia fui seu
Você já morou em meu pensamento
Hoje não faz parte de mim
Ficou pra trás
Nosso relacionamento chegou ao fim
To curado daquela doença
Que se chama gosta de você
Estou bem comigo mesmo
Aranquei o selo da paixão
E você achava que eu estava
Em suas mãos
Hoje estou no controle da situação
Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
To curado to curado
A vida me deu Uma nova chance
Outro amor apareceu um novo lance
Poeta Antonio Luis
SÓ PRECISA DIZEM,VEM
Não deixe a felicidade escapar das suas mãos
Não deixe de amar por indecisão
Eu estou aqui entregue a você
Não me deixe ir não sei como te esquecer
Se existe alguém no mundo que te quer
Esse alguém sou eu
Depois não vá lamentar
Porque me perdeu
Um dia você vai parar E vai pensar
Em um bobo que te quis
E vai chorar vai perceber
Que não estar feliz
Então vai lembrar que no passado alguém andou atrás de você
E você desprezou
O dia é hoje quem espera demais um dia cansa
Se você me quer entra na dança
E me namora sem pensar em mais nada
Que eu jogo tudo pro Alto pra você ser a minha amada
Só precisa dizer,vem, que estou a te esperar
E eu vou feito um louco pra te amar.
Poeta Antonio Luís
AMOR A DISTÂNCIA
Quantas vezes sonhei com você bem perto
E quando acordei o meu quarto deserto
Sozinho estou penando o amor
Quem me deixou quem me deu abrigo
Hoje vivi distante não faz sentido
Pra me amar tem que viver comigo
Amor a distância não rola não
Agente se ama na contra mão
Cada um no seu canto os dois na solidão
Amor a distância é assim
Tenho que sobreviver você longe de mim.
Poeta Antonio Luís
10:35 AM 14 de julho de 2015
[A ROSA CONTINUOU SENDO A ROSA]
“Para a rosa mais bela;
Um vaso apropriado.
Onde de várias outras,
Foi a única privilegiada.
Não pela beleza
Nem mesmo pela cor.
Mais pelos detalhes
Que não mudou.
Não precisou ser uma “Pluméria”,
Nem mesmo uma “Orquídea”…
Mas pelo que sempre foi.
Diante de várias, se guardou.
Na casa do jardineiro
Um vaso apropriado
Recebe a rosa do jardim
Como sempre: entusiasmado!”
Sinto saudade da pureza do ar,
Da pureza pela pureza.
Sem cliques.
Do canto despretensioso dos pássaros.
Do toado das crianças que brincam
Sem pretensão de culpa,
Com presunção de inocência.
Do verde dos bosques rutilantes.
Do azul do céu só pelo azul
E nada mais.
Sinto saudade de quem eu era
Antes de escalar o monte dos pensamentos
E ser condicionado a ser o que sou.
Sinto saudade de mim.
Ditos e feitos
Coloco
Tiro
Penso
Digo
Ando
Caio
Dou mais do que posso
Para quê?
Faço
Mas não recebo
Digo
Não me ouvem
Não me ouvem
Me escutem
Por favor
Me escutem
Romanos, amigos, compatriotas
Me escutem
Eu não brinco
Eu não finjo
Eu não existo
Mas eu sou
Eu digo, eu tenho opinião
Eu choro, eu morri
Meus olhos derretem
Minha boca salga
Meu rosto é correnteza
Meu nariz não uso
Eu não brinco
Eu não finjo
Eu sou o que faço
Eu sou abandonado
Poema sem nexo
Ontem eu tive uma miragem
Eu avistei um anjo
Que olhou para mim e disse:
- Escreva, escreva mais poesias!
As pessoas na fila
Para entrar em um museu
E eu ali pensando
Quem afinal eu era?
Pessoas aglomeradas
E o sol forte no céu
Um vendedor de águas
E umas meninas da Iugoslávia.
Não me dirigiram a palavra
Não sei o porquê entraram no poema
Deva ser porque o orgulho é pouco
E isso não era relevante.
Importante deva ser o instante e a rima.
Ei, Anjo, o poeta era eu?
Ou escrever poesias
Foi mais uma das utopias?
Frida Kahlo, oh Frida!
Que vida tão sofrida.
Quisera eu ser Diego Riveras
E morar na Casa Azul.
Conjugando-nos
Que a nossa amizade
Nunca seja pretérito
E que toda a saudade
Se dissipe com abraços.
Que a nossa verdade
Nunca seja única e absoluta
Que refletir e repensar as ações e as falas
Sejam os nossos verbos prediletos.
Que o verbo amar
Seja conjugado com reciprocidade
E que quando não estivermos mais aqui
Que a nossa poesia permaneça.
Edson Luiz ELO
Outubro de 2016
As vezes, o futuro bate a porta.
E nós nós perguntamos: o que que eu fiz para merecer isso?
Então, você se dá conta de que nada é como o esperado.
Por que cada coisa, possuí sua essência e nós não podemos mudar a natureza das coisas.
O Ciclo de um Rio pode ser mudado, mas o rio, não deixa de ser o que é por isso.
A memória lê o dia
de trás para frente
acendo um poema em outro poema
como quem acende um cigarro no outro
que vestígio deixamos
do que não fizemos?
como os buracos funcionam?
somos cada vez mais jovens
nas fotografias
de trás para frente
a memória lê o dia
" Na primeira vez assusta
depois acostuma
tanto que ficamos exigentes
não é qualquer onda, que nos fará surfar novamente...
" Podíamos construir uma casa na árvore
e ficarmos toda tarde olhando o por do sol,
até enjoarmos, até dar vontade de descer,
até o nosso mundo de sonhos acabar...
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