Poesia Ei de te Amar Vinicios de Morais

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⁠Vento:

Vem vento, vem vento;
vai soprando,
vendo, assoviando,
cabelos balançando.

Sopra vento, sopra vento;
num tiquinho a toa,
ou na vida,
que num sopro,
voa.

Inserida por RobinS25

O Amor;

Mesmo guardado, ou,
até mesmo acorrentado.
O amor é rebelde...
não segue molde...
Nem barreiras,
nem tem maneiras.

Inserida por RobinS25

⁠Leve & Breve

⁠E que o vento leve
embora, e tão breve,
tudo o que for breve,
e o que não for leve.

E a espera seja breve,
o coração mais leve,
e a alma se eleve,
pois a vida é breve.

Inserida por RobinS25

⁠O Tempo

Na maior parte do tempo,
é do tempo que sou feito,
do vazio, cheio ou imperfeito,
Na maior parte do tempo.

Horas, minutos e segundos.
Como se vazio, o peito,
em demasia, o deleito,
em transe e moribundo.

Na maior parte do tempo;
No vazio me aprofundo,
e me toma o passatempo.

Num mergulho profundo,
vagueio contra o tempo,
ansioso e nauseabundo.

Inserida por RobinS25

⁠Lua, Luar

Ah, se eu pudesse tocar-te
desenhar-te com o dedo
Pálida, branca como gelo.
Solitário, hei de amar-te.

Ah, se eu pudesse descrever,
este encontro entre nós,
o desejo de estarmos sós,
no lampejo, dou-me a escrever:

"- O fino véu translucido,
banha-me de corpo inteiro,
que jaz prazenteiro,
do meu eu, esmorecido.

Todo eu já combalido,
de minh'alma esvanecido,
pois, de ti entorpecido,
meu eu tenho carecido.

Hoje doudo por inteiro,
no silêncio matreiro,
Fugaz e sorrateiro,
ser d'alma poeteiro."

Ah, se pudesse o nevoeiro,
não me deixar arrefecido,
minh'alma teria oferecido,
como amante... fiel escudeiro.

Tão pálida sua luz sombria,
farta-me de tal maneira,
e ao meu coração esgueira,
quente dentre a noite fria.

A face da terra acaricia,
luzente como um ser divino,
toca nest'alma de menino,
que no gélido sereno, ardia.

Como amantes de histórias antigas,
Deusas, homens e meninos,
finda o espírito, tais desatinos,
nesta e noutras épocas vindouras.

Dominante o nevoeiro,
descansa no campo enegrecido,
Pálida, repousa sobre o outeiro,
e finda o campo enegrecido.

Inserida por RobinS25

⁠Incêndio e Silêncios

No contorcer do corpo lascivo,
o meu pensar divaga disperso
aos lábios que declamam em versos
versos que rasgam véu paraíso.

Te leio qual livro indiviso
da boca ao umbigo e ventre
d'onde tu pulsas d'as margens quentes
Meus dedos, um ardente aviso

Febril, e entreaberta treme
tua voz arqueja agonia,
e tua boca em versos geme.

Te possuo, em fel fantasia, —
de corpo e verbo se consome,
sem pudor, verso e poesia.

Inserida por RobinS25

Amigo de fato

Amigo de fato
te acolhe no ato,
não dá as costas
oferece a mão,
leva em consideração.
Mesmo que não concorde,
respeita sua decisão.
Amigo de fato,
não se ausenta,
mesmo estando longe
é acessível, disponível,
a gente sabe que pode contar.
Amigo de fato,
é um irmão
que quem escolhe
é o coração.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Fotografias

Alguns momentos foram congelados,
para serem guardados pela eternidade.
Não basta estar na nossa mente copilados,
são fotos impressas, digitalizadas e armazenadas,
que vêm nas lembranças, nas redes sociais
e que nos fazem meditar, em quem fomos,
no que hoje somos, e se está bom assim.
Cada uma com uma história vivida,
guarda segredos, provoca indagações,
sentimentos e até sensações.
E assim colecionamos os momentos,
histórias e pessoas que entram e saem
De nossas vidas, ou da própria vida.
Talvez nunca escrevamos um livro,
Contando nossa trajetória,
mas quem tem um álbum de fotos,
tem sua biografia, registrada
em fotografias.

Inserida por juliana_rossi_1

"⁠Todos se preocupam com um osso quebrado,
mas ninguém liga pra um coração esmagado.
Eles tem piedade da ferida exposta,
porém ignoram quando a alma se esgota."

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Em seus olhos

Meus olhos buscam os seus,
e quando os encontra,
incendeiam mente e coração.
Entra em meus pensamentos
explora meu mundo,
desperta desejos.
E sem dizer uma palavra,
descobre todos os meus segredos.
Deixa-me avontade,
segura e domada.
Descubro que é em seus olhos,
que minha alma faz morada.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠A Guerra
A guerra é contra a humanidade
A maior insanidade
Destruição da raça humana
Independentemente de cor
Ameaça todo tipo de vida
Causando imensa dor
Roubando a inocência das crianças
Abalando as mulheres, os idosos
Nossos pais e mães.
Mas até então nada se dizia,
Somália, Iêmen, Síria...
Ninguém liga,
Pois aí a guerra sempre existia,
Tio San, já domina,
São mestiços e pobres que ali coexistiam
Mas agora todos “Putins” da vida!
Bombardearam a região Europeia
Machucaram a elite,
Não as pessoas “feias”
O sangue azul
A pele branca
Os olhos claros
Choram ...

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Lua entre nuvens

Coitada da lua
Perdida entre as nuvens
Baila e flutua
Coitada de mim
Perdida em seus braços
Apaixonada assim
Pobre de ti,
Pensando me possuir
Acabou preso a mim.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Noite Solitária

Noite fria e cama vazia
Tristeza e solidão
Fui pego pela insônia
E abracada pela agonia
Procuro solução
Te busco e não encontro
Coração partido
Por você esquecido
Seu nome ecoando
Em meus pensamentos
Lágrimas, vão meus olhos lavando
O Cansaço chegando
Abraço o travesseiro
E me engano com seu cheiro
Adormeci
A dor de hoje venci.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Bailando com o universo
Sigo bailando com o universo
entregando de corpo e alma
todos meus versos
tocando as estrelas com calma
criando meu próprio multiverso
porque em mim existem
constelações Inteiras
que rapidamente explodem
sem fronteiras
espaço infinito
estrelas cadentes
milhões de planetas
onde escrevo
minhas histórias.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Aaaah ele tem um olhar
Que me faz tremer
Eu nem sei bem explicar
Desperta-me tanto querer
Sua voz rouca
Me provoca
Me deixa louca
E eu dona de mim
Desejo a ele pertencer
E em seus braços, me perder!

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Eu perdi o medo chuva

Perdi o medo da tempestade
Dos raios e trovões
Perdi o medo da escuridão
O frio já não me arrepia
Eu ja não evito a solidão
Aliás até gosto
Tenho medo mesmo
É da mentira
Da hipocrisia
Daqueles que finge ser oque não são
Vidas de aparências
Tenho medo é de que pra ter as pessoas
Eu me perca de mim mesma
Eu não me encontre mais,
Por ja estive enterrada
Em expectativas de outros
De muitos que me rodeavam
Que só me amavam,
Enquanto fizesse oque eles esperavam
Tenho medo é desse amor
Que se torna dominador
Perdi o medo da vida
Por que com medo
A gente estaguina
E se torna, como pedras
Que choram sozinhas
No mesmo lugar!

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Eu no espelho

Minha pele amanheceu seca
Diante do espelho uma ruga que antes não tinha
Uma pinta que eu não conhecia
Os olhos caídos e cansados
Não são resultados de uma noitada
nem de uma jornada de trabalho
Acabei de acordar
E não me reconheço
Quem é essa no espelho?
Será que dormir por anos?
Ou me esqueci de viver?
A verdade é que vivi
para satisfazer a todos menos a mim
Será esse o meu fim?
Será Que ainda há tempo para mim?

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Primavera

O prelúdio da primavera
Anuncia uma nova era
Realçando as cores
Destacando as flores
É o renascimento
Que causa encantamento
Oque o outono derrubou
E o inverno castigou
Agora resurge em massa
Trazendo amor e a graça
A luz do sol aquece
E a paixão acontece
E a vida floresce.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Setembro Amarelo

Tão belo
Quanto o amarelo
É a tua existência
Tua essência
Tenha paciência
E persistência
Supere as dificuldades
E adversidades
Venca um dia de cada vez
Que logo se passa um mês
Passa a estação
Aquele dia de cão
Será história
E você terá vitória!

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Um mergulho nas
emoções do autor.
Um giro pelos contornos
de sua alma que pede
para ser lida.Fragmentos,
esboços de sua vida.
Assim é a poesia!
Alma e pele...
Um gozo que começa
na mente e faz vibrar
o coração e sem pressa
vai escrevendo a emoção.

Inserida por AndreaDAngelis