Poesia do Preconceito Vinicius de Morais
O amor é como um campo de batalha, onde corações são feridos e almas despedaçadas.
Ninguém sai ileso dessa jornada, pois a paixão nos coloca na linha de tiro do sofrimento.
Mas ainda assim arriscamos tudo, e nos entregamos ao doce veneno do amor, pois mesmo que você possa se machucar, o amor vale cada arranhão e cada lágrima derramada.
A vida é um jogo, e é melhor jogar com paixão do que não jogar de forma alguma.
Não tema amar, pois a vida é feita de arriscar, e mesmo que o amor nos faça sofrer, é no amor que podemos renascer.
Aqueles que temem a vida já estão mortos.
É preciso coragem para amar, para se permitir ser vulnerável e se entregar, e é nessa entrega que se encontra a liberdade.
Não tema as mortes antes da morte. Aqueles que temem o sentimento estão mortos antes mesmo da decisão, se o medo nos domina e nos paralisa não podemos nem mesmo existir. Eu busco vencer a morte em vida, vencer tudo aquilo que nega a vida.
E o amor é vida, é a chama que nos anima, que nos faz transcender a existência,
que nos leva além do que somos, que nos eleva à mais alta essência.
Quem tem medo de amar,deixa de viver a vida em plenitude.
Se amizades do presente precisam de lembranças do passado para se manterem vivas, é porque não são mais amizades.
Mudar as amizades quando elas não estão evoluindo é sinal que você está evoluindo.
A vida é um vazio constante
Sem sentido, sem rumo, sem chance
Nada importa, tudo é inútil
Não há esperança, apenas tormento fútil
Os sonhos são apenas ilusões
E as realizações, meras confusões
O amor é uma fraude passageira
E a felicidade, uma mentira esperançosa e vã
Não há verdade, apenas percepção
E a morte é a única libertação
Então por que lutar, por que tentar
Se tudo se resume ao mesmo, ao pesar
E assim eu me perco nesta escuridão
Sem rumo, sem fé, sem coração
Vagando nesta vida sem sentido
Em busca de algo que jamais encontrarei, um fim ao vazio.
A vida é uma viagem sem sentido,
Um caminho que nos leva ao nada.
Nossos esforços são em vão,
E tudo que fazemos é passageiro.
Não há propósito na existência,
Apenas a dor e a solidão.
Não há verdade ou justiça,
E toda a luta é inútil.
Nossos sonhos e ambições,
Desaparecem com o tempo.
Tudo o que resta é a tristeza,
E a esperança de tempos melhores.
Mas mesmo assim, nós seguimos,
Como marionetes controlados pelo destino.
Caminhando sem rumo,
Em busca de algo que nunca encontraremos.
Assim é a vida, cruel e vazia,
Um labirinto sem fim.
Mas não há escapatória,
E nós somos presos aqui para sempre. Ou será que não somos?
Em teu caminho, muitos se perdem sem luz
Mas eu, como um guerreiro, luto contra a luz
E procuro encontrar minha verdade, minha razão
Sem medo de encarar a escuridão
Porque sei que é nela que se encontra a força
A força que move o universo, a força da vida
E eu quero viver como um verdadeiro guerreiro
Sem temor de enfrentar a dor, sem medo de sofrer
Porque é na dor que se encontra a sabedoria
E é na sabedoria que encontraremos a verdade
Então, eu sigo em frente, sem medo de cair
Porque sei que, no final, encontrarei a minha luz
E viverei como um ser livre, como um ser humano.
Falar e escrever seriam inúteis? Efêmero falar, que nada exprime. Embalo-me na angústia da comunicação. Palavras são como cascas que se desfazem, nada mais que vãos rastros da emoção. Prisioneiras do sentido, as palavras se perdem no mar da insuficiência, a trama da linguagem é sempre tecida em ilusões, aprisiona a verdade em suas limitações.
A boca que se abre, a caneta que desliza, são meros instrumentos de uma busca indecisa, entre o dizer e o calar. O silêncio, em sua vastidão indomável, transcende a palavra e o ego. Não se prende a conceitos, não se aprisiona, é a pausa significante, a verdade que sussurra além do verso e do grito.
Encontro a liberdade de ser, de simplesmente ser, no silêncio, no vácuo, na ausência do dizer. Apenas existir, além do verbo, é o meu querer.
Escrever é apenas um exorcismo das ideias que perpetuam aqui dentro. O papel, meu confessionário mudo, testemunha fria, onde vou destilando mágoas, desvendando traumas. As letras que emergem são pedaços da minha solidão, uma ponte entre o caos e o desejo de renascer, e, ao revelá-la, sinto-me mais perto do amor. Encontro-me em cada verso, escrever é libertar-me também, é o alimento da alma em turbulência.
Contudo, és tu, ó silêncio, a língua que mais compreendo, no vazio de tuas pausas, meu ser se estende. Palavras são fumaça, que se dissipam no ar, enquanto o silêncio, no âmago, faz-se morar.
Ah, inútil é falar, inútil é escrever, quando a verdade se oculta no não dizer. A eloquência dos gestos, a dança do olhar, a palavra que se cala, é o que há de mais raro habitar.
Nas sombras do silêncio, encontro meu personagem. Em cada pausa, um mundo vasto se revela, onde o ser e o nada se fundem.
No abismo das reflexões, o pensamento vagueia, sutilmente capturado pelo desespero. Entre a razão e o caos, a alma se incendeia.
Dai à obra de Marta um pouco de Maria,
Dai um beijo de sol ao descuidado arbusto;
Vereis neste florir o tronco erecto e adusto,
E mais gosto achareis naquela e mais valia.
A doce mãe não perde o seu papel augusto,
Nem o lar conjugal a perfeita harmonia.
Viverão dous aonde um até ‘qui vivia,
E o trabalho haverá menos difícil custo.
Urge a vida encarar sem a mole apatia,
Ó mulher! Urge pôr no gracioso busto,
Sob o tépido seio, um coração robusto.
Nem erma escuridão, nem mal-aceso dia.
Basta um jorro de sol ao descuidado arbusto,
Basta à obra de Marta um Pouco de Maria.
Buscando a Cristo
A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos,
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.
A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.
A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa pra chamar-me.
A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme
Muito no dia, dia bom!
Muitos estão esperando uma segunda onda da Covid 19, o que vale dizer, esperando a morte, a desgraça, etc.
Que tal mentalizarmos uma onda de coisas positivas, ao invés de uma segunda onda da Covid 19?
Afinal, "basta a cada dia o seu próprio mal", disse o Mestre.
A religião é humana; a espiritualidade divina.
A religiosidade oprime, limita a mente e o coração... enquanto a espiritualidade liberta, expande... e cura a alma.
Sem política, fica difícil a pacificação.
No entanto, a política, não deve ser obstáculo para a punição, notadamente, dos transgressores de "colarinho branco".
O verdadeiro amor(aquele que provém do espírito), nada espera em troca, senão a materialização do bem segundo o padrão Divino - sua Fonte.
E, é exatamente, em meio ao caos, que ele se fortalece, cresce e manifesta toda a sua força!
A fé em Deus é uma força inerente ao espírito, por isto, o humano natural, cujo espírito, "dorme", não pode desfrutar deste privilégio, disponível a todos, porém, acessível por meio do espírito.
A fé é uma força espiritual, superada apenas pelo amor. 🤔😃
Mais vale alguns segundos na Tua presença, a uma vida longeva, sem Ti conhecer, ó Pai-Nosso.
A vida é muito "cara", para, simplesmente, passarmos por ela.
CONFIANÇA.
Princípio basilar para absolutamente tudo.
Sem ela, nada se cria, nada se mantém, nada se sustenta.
Onde não habita a confiança, a paz não se faz presente.
Identidade é igual raiz.
Destruir a identidade, seja de alguém, ou de uma nação, o resto, é só uma questão de tempo.
" Não importa o quanto você chorou,
o importante é que um dia as lágrimas cessarão
e como num passe de mágica, numa linda tarde de sol,
seus olhos voltarão a sorrir...
" Queria no teu colo,
sentir teu coração
embriagar-me com o teu cheiro
e fazer do amor a parte mais bonita de nós dois
queria não te querer tanto
mas não consigo controlar
teu sorriso é luz para minha alma
e teu corpo morada do meu amor...
" O pode ser assusta,
não pelo tanto que pode,
mas pela imensa maioria das vezes que não pode.
Poda isso...
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