Poesia do Preconceito Vinicius de Morais
Desconfigurei a razão, o valor de Cristo é o perdão, sinfonias da alma, dilemas que me fizeram ser alguém, mantive a conduta sempre de quere fazer o bem, nas minhas falhas encontrei canalhas que apodrecem meu ser, centro do universo, dinâmica ancestral, choque entre realidade em propulsão, lentamente na contente sunguinea, fragmentos da verdade, ocasião promove o problema, ah preconceito em tudo que não aceito, ignorância, mania de querer ser, franqueando enigmas. Vida que termina em si mesma, avançando no contato, repiranso analisando o cardápio, menti quando falei que Maomé prouvparia com a sua opinião.
"Agradeça se tiver um problema que o dinheiro possa comprar, e agradeça em dobro por não ter um problema que o dinheiro não possa comprar."
Da onde vem essa energia que alimenta minha vida e faz eu ser quem eu sou? Se vivo só, já não me confundo com as amostras reais, vivo no meu mundo onde seu o próprio criador, lido com a dor e com o amor o frio e o calor. Da árvore da vida eu escolho o proibido. Importa o que fizeram comigo, fiz minhas escolhas baseado na certeza de que meu ego estava certo, o sábio simples e direto, estou em desenvolvimento antes de ser um feto, saí do escuro, a luz refletia no aço, o cimento cinzento, era erança do rochedo, arquitetura romana, Alana entre quatro paredes inflama, mente em chamas difama.
Cansei de pensar no que vejo, agora vou analisar o que se esconde atrás das aparências, começando pelo que vive invisível no meio de nós.
No deserto, escravos sacrificam suas vidas para erguer monumentos a mando de seus senhores que desejam ser enterrados com suas riquezas sob suas pirâmides.
Até alguns séculos atrás, os europeus invadiam territórios em busca de escravos para seus compatriotas, hoje são os escravos que atravessam o oceano para servir outras nações. Atualmente, abaixo da linha do equador, pouco se fala em revolução -vivemos tempos onde o homem se acomodou com sua condição de submissão.
Processo de criação, introspecção, fração de segundos pensando no que faz falta, esqueci do que já tenho, me empenho, a maçã do jardim eu mordi, relembrei o que vivi, ando meio esgotado, luto todo dia pela sobrevivência do corpo, minha alma grita, as vezes eu ouço. Me resolvo no texto, ou ao menos tento, livre como o vento, se algo não existe, eu invento, momento que se repete, fugi da rotina, produzi serotonina, anfetamina, bebida. Olhares vazios a procura do nada, trabalhador com a inchada, o senhor com sua estátua, planejamento do clube, segredos que eu soube.
A diferença entre o maçom da idade média e o pós moderno é que o de antes lutava pra proteger os fiéis, o de agora faz com que os fiéis lutem por ele.
A única força hierárquica que eu respeito é Noûs e Poimandres, os demais são convencionais oportunistas.
Hierarquia serve pra manter a ordem que vem do topo e pra que alguns se sintam melhores do que outros.
A traição separa dois corpos que se mantinham unidos por uma relação de confiança. Depois que o fato ocorre, a vítima tem evidências de que esta só e de que tudo não passou de convenção e atuação.
Grite com seu cão de estimação, e ele te obedecerá com o rabo entre as pernas;faça o mesmo com um gato, e ele nunca te olhará na cara.
Passamos a vida toda nos doando a uma causa perdida. É nas entrelinhas do texto que se esconde a verdade da vida.
Perdemos muito tempo nos preocupando com problemas, enquanto poderíamos estar focados em resolvê-los; para alguns, a solução é nem se preocupar.
Guardei toda revolta que eu tenho para um momento mais oportuno, agora, só quero provar a leve brisa que toca a pele de dentro pra fora.
Uma democracia que nos limita a escolher representantes que decidam por nós, não passa de mera ilusão.
Aparentemente, existem vários corpos no espaço, porém, há apenas um. Cada um de nós é uma representação do todo em dimensões paralelas. Em cada dimensão, existe o EU e o VAZIO. Toda manifestação é isolada, contendo no próprio agente todo o universo que constitui o mundo sensível.
Ser livre, é necessidade de quem vive; o homem nasceu para ser nômade, contrariando sua natureza, os indivíduos são obrigados a viver em único ponto do mapa.
Os europeus atuais não tem culpa pelos crimes dos colonizadores do passado, o que falta é o bom senso de devolver o que foi roubado.
Há milênios, trago na memória palavras que li na rocha e no papiro. São com essas palavras degustadas todo dia que me inspiro.
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