Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso

"Desconheço a cor do teu ódio
Meu amor sempre foi e será pra sempre transparente"

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Ame-se
Goste-se por amor próprio
E quando gostar-se
Não permita
Que esse amor por si mesmo
Seja maior que você
Amor tem que ser leve
E não se tem que medir ou comparar
Basta amar-se primeiro
Gostar-se de amor...mas de amor verdadeiro
E que esse inteiro seja o que é:
Imperfeito, limitado, modesto e indescritível
Goste-se
Mas não goste demais de si mesmo
Compartilhe esse imperfeito com quem você ama
E quando te amarem de volta
Olha pra dentro
E corrige antes teus defeitos
O amor de verdade faz isso
Amor é pureza, simplicidade e tem vontade própria
Portanto ele te exige ao lado e te quer por perto
Se não for assim, goste-se e afaste-se
É amor incerto
Pois quem gosta de mim sou eu
E você de você
Se for assim
Fique
E não pergunte por quê
O próprio infinito existe sem sabê-lo
Não se mede amor
Tampouco se explica, critica ou renega
Quando o tempo passou...e ele passa
Você vê que o ouro perde o brilho
E a flor é morta
E tudo se foi...porque tudo se vai
O amor é o último a sair
Depois de apagar a luz e fechar a porta.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

O sonho...a dor

O sonho saiu
Numa noite de frio
A dor o seguiu, por amor
Companheira de jornada
Na chegada e na partida
Partiu por sonhar
Toda dor também sonha
E todo sonho tem lugar guardado
Para a dor parceira...e ela chega
Em cada coração que um sonho abriga.
Todo bom sonhador
Tem no peito o sonho...a dor
Cada qual do seu lado
O sonho é perfeito
A dor é dor
Não faz mal
Sonho bom foi feito para ser sonhado
E quando não der certo
O sonho sonhador e a dor, eterna amiga
Estarão sempre por perto
Sonhador que é sonhador...nem liga.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Melhor que tudo
Tudo que é de fato conhecido
Maior até que o amor
Amor, por muitas vezes
É algo que precisa ser contido
Melhor que tudo
Maior até que a felicidade
Felicidade, tantas vezes
Calcada em desconhecimento
Nada chega a ser tão triste
Só não chega a ser
Tão bonita quanto a infância
Abstrata como a lembrança
Impalpável, igual o azul do céu
Doce e imperecível
É como se fosse um mel
Melodia que passa pela cabeça
Sinfonia de anjos
Passos em sintonia
Felicidade que não se alcança
A própria calma sentida
De viver a vida
Sem que ninguém exija
A sua alma como garantia
Coisa que fica sempre pra outro dia
Mas que seria bom
Tão certo quanto a melhor certeza
Te garanto que seria.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Motivo.

Medo da vida
Pra quê?
Se agora é bem melhor
Olhar com amor
Pra longe e pra fora
Que enxergar por dentro
Esse sentimento estranho
Tão pequeno
Quase do tamanho da desimportância
De quem o sente à distância
A vida é semente de sonho
Que deixa de ser
Somente uma semente
No dia que a gente deixa
De enxergá-la assim
Porque ela não é
Meu medo é que me falte
Quem me cause um bom motivo
Pra perder meu medo
Não da vida
Muito menos de estar vivo
Só a razão de viver.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Brasilita amor e bondade.
Sua luz contagia.
Tem carinho e lealdade.
Muita paz e alegria.

Brasilita é diamante.
Parente de presidente.
É inteligência e saber.
Piano para aprender.

Brasilita é tudo isso,
mas para mim é simplesmente,
Laíta.

Inserida por Zuccarato

Quero envolver a sua mão e não soltar.
Quero habitar no seu amor sem hesitar.
Ser o seu presente e um pedaço de futuro.
Saber te pertencer se não estivermos juntos.

Inserida por Lueleoterio25

Levanta-te! - Levanta.
Não há dor maior que possa corromper o amor, não há ódio maior que lhe traga tamanhas amarras, livra-te de todo o mal, e recomece. Implante no seu coração a benção de estar vivo, dádiva que muitos já não tem, o pior da vida é abandona-la enquanto estas vivo.
Levanta-te, prove a ti mesmo, o verdadeiro "eu" que esta em você. Haja o que houver... Levante!

Inserida por tatyanenicklas

O que eu farei com a Torre Eiffel?

(Eu não quero!)

Apenas quero o seu amor, a sua felicidade e o seu bom humor.
Com o passar do tempo a gente descobre e "se" descobre, diante de algumas situações dolorosas e à duras penas, chegamos nessa conclusão, não é o "ouro" que faz falta. É a falta da busca pelo tesouro. Não é o prêmio, "é a busca"!
Essa é a minha definição. Não me venha com o que não me faz falta, eu jamais me deslumbro com o que as pessoas possuem, eu me deslumbro com o que elas "são".

Portanto...
"Je n'en veux pas"!

Inserida por tatyanenicklas

(O filho de Uni-Latero)

Que dia "sacrificoso" hoje!

O meu amor se foi e nenhum navio o trará de volta.

Sinto o luto naufragando com o sentimento mais bonito que já pode existir.

E assim, afogo-me de vez em quando em lágrimas de diamantes.
Eu desejo que no seu jardim tenha todas as flores mais lindas do mundo, e que em apenas uma delas, seja lembrada com o poder da cor, da ternura e do amor.

A Náufraga;

Inserida por tatyanenicklas

⁠Eu não quero passar despercebida por essa vida, não quero implorar amor, viver de detalhes baseados no meu último relacionamento falido, eu quero o lado bom que ainda não vivi, eu quero o lado certo da cama e entre ela, estar no meio dos seus braços e abraços...
Eu quero sentir que as BORBOLETAS estão em seu devido lugar, e não apenas sobrevoando sobre mim, eu quero o beijo doce que eu MEREÇO desfrutar...
E diante de tanto querer... eu descobri que eu nasci para me AMAR e estou pronta, para o amor enfim se aproximar.



Inserida por tatyanenicklas

⁠Migalhas, quem as quer?

Acha mesmo que é fácil mendigar amor?

Ninguém cai nessa intenção, simplesmente quando percebemos estamos recebendo pouco... e há sentimentos que não controlamos, então... antes de dizerem:

"Parem de aceitar migalhas"..

DIGAM:

Parem de doar migalhas

Inserida por tatyanenicklas

Meu amor, quando você chegar no próximo coração, tenha um pouco mais de cuidado. Cuidado para não magoar almas boas, aposto que muitas pessoas quiseram o seu bem, e você as tratou com loucuras inventadas por você!
E sabe quem perde com isso? - Sim, ninguém presta para você !
Algo está estranho, não?
⁠

Inserida por tatyanenicklas

Meu amor, eu perdi a minha mãe, você acha mesmo que uma curtida numa frase:

- O tempo dirá quem perdeu quem!

Vai me desestabilizar?

Helloooo, quem quis sair da minha vida foi você… automaticamente quem me perdeu foi quem?

Situação óbvia!

Inserida por tatyanenicklas

Que coisa feia, chamar de louca aquela que um dia já chamou de amor!
E coisa bonita foi o meu amor, que mesmo sabendo que me chamastes de louca para tantos, ainda assim, não neguei o teu amor.

Inserida por tatyanenicklas

Eu não vejo a hora de parar de escrever sobre o amor, estou me sentindo tão cheia e farta desse sentimento.

Quero escrever sobre ficção... Esse sim, é o meu verdadeiro lado.

Inserida por tatyanenicklas

⁠Se a cada dia
Eu cultivar o amor-próprio,
No fim das contas
Nunca sairei
Com um saldo devedor.

Inserida por douglas_figueiredo_2

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Capítulo II

— O Amor que Ninguém Vê.

“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.

Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.

Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.

E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.

Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.

Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.

O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.

Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.

O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.

E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.

O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4