Poesia de um Coração Apaixonada

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Amor!

Amor é linda expressão, mas só é real se sair do coração.
Eu te amo, da boca pra fora não existe sentimento; para mim é uma brisa no ar conduzida pelo vento.

Na ingenuidade do meu ego
Na inocência do meu coração
Acreditei no teu amor
Mas descobri a ilusão

403🙏🌹 ter um bom coração, ter luz ... O missionario no plano físico passam por grandes lutas e um enorme sacrifício para concluir o seu feito, isso faz parte da evolução do ser, onde seres se destacam pela coragem em fazer o bem coletivo sem pensar em si, no seu conforto nos seus, o bem coletivo é a meta...
Os grandes missionários do plano físico renunciam às suas particularidades e conforto da sua vida para o bem fazer, não pensam em recompensa, fazem sem segundas intenções, vem no "DNA" é espiritual, a missão que lhes foi conferida pela luz divina veio com o propósito de o bem fazer em prol de todos sem a quem olhar, mesmo presenciando e vivendo crueldades junto àqueles que sofrem e sente na pele injustiças em toda a sua trajetória de lutas, às trevas tenta de todas as formas destruí-los, Tantos são os missionários e suas lutas que se unem pelo bem de todos e cada qual com a sua tarefa divina no plano físico...
Tarefeiros da luz não desistam dos seus compromissos com a dinvidade sigam na força e na paz, Deus com todos.🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

Sou de coração aberto, mas não de permanências forçadas.
Onde falta verdade, eu me retiro… em silêncio e com dignidade.

✍️ Nereu Alves

Poetizar é o percurso da alma ao coração, com coragem e doçura.
Cada poesia em mim transcorre como um rio de águas límpidas e serenas, rumo ao destino revolto de uma tempestade que chega sem avisar.
As palavras vêm e vão… e lançá-las ao ar é meu maior desassossego.

De amor para meu amor

Nunca esqueça o quanto vc é importante pra mim pro meu coração pra minha alma a minha alegria é vc sempre será
Bom dia amor da minha vida 😍

Como voar para longe
De onde o coração quer estar perto
A distância é dolorida
O apego segura as suas asas
Você oferece muito e está disposto a tudo
Mas eis aí o que te fere o coração
A indiferença e desprezo de quem o tem em suas mãos
Esse investimento não vale a pena
Embarcar em um voo, sabendo da sua queda
É um caso a se pensar, ou melhor a se deixar.
-
Leonardo Procópio, Pindamonhangaba

Meu coração é tempestade
Meus sentimentos são oceanos
Como eu não iria transbordar sendo o que sou ?

Amigo Secreto

Um presente dedicado de coração,
Mais que uma simples lembrança,
Abraço, grande sorriso, dedicação,
A família, amigos, confraternização.

Palavras que ferem !!

Como um punhal que finca na mente,
Com o poder de magoar o coração,
Sem medir consequências, destroi,
Não tem amor, necessidade em ferir,

Não consegue mensurar o poder,
Em dizer o que poderia ser evitado,
A necessidade da razão sem ética,
Dizer o que pensa, sem desapego,

Palavras têm lâminas invisíveis,
Não rasgam a pele, mas o silêncio,
A digninidade guardada no peito,
De quem escuta, no tom de um toque,

Não ecoam somente no ouvido,
Ficam andando pela memória,
Sem gritos, sem ofensas claras,
Mas que ferem no fundo d'alma,

Chegam em frases quase comuns,
Carregam os espinhos na intenção,
Como pedras atiradas na consciência,
Lacerando a mente, em consideração,

Entre justificativas e conselhos,
Há sempre um peso escondido,
Um julgamento que vem vestido,
De uma pseudo preocupação,

E quem a recebe,
Fica perplexo,
Entre duas dores:
A de responder,
Ou a de guardar.

Salvador Faria

Giovana era uma jovem de bom coração
O Pessoal dizia ser ela uma menina bacana
Cheia de sonhos e emoção
Mas não tinha malandragem
Sofreu por sua ingenuidade
Acreditava de mais nas pessoas
Esperando recíproca amizade
Levou uns tombos
Machucou-se;
Ganhando um pouco mais de idade
Começou a entender que amigo de verdade
É uma coisa muito rara
Mas era forte e inteligente
Levantou-se bravamente
E seguiu seu caminho
Olhando sempre em frente!
E os que a amavam realmente
Orgulhavam-se e apoiavam
Essa jovem tão valente!

Quando estamos escrevendo algo, colocamos nossa mente para fazer os primeiros arranjos, o coração para expressar o que desejamos e a mão para encaminhar um carinho ou uma ofensa.

Precisamos ter cuidado com o que compartilhamos de nosso interior com aqueles que estão em nossas volta. Uma simples palavra o tempo apaga no papel, mas nunca de nossas vidas.

Há momentos na caminhada em que o coração está disposto — mas as mãos estão vazias.
E é justamente nesses trechos que surgem interpretações apressadas, silêncios mal compreendidos, julgamentos — alguns ditos, outros apenas percebidos — vindos de expectativas que, naquele instante, não conseguimos atender.
Não por negligência.
Não por ausência de amor.
Mas por ausência de recursos — visíveis ou invisíveis — que também nos faltavam.
Poucos percebem que, por trás de uma negativa ou de uma ausência, pode existir uma luta silenciosa. Uma travessia interna onde estamos, nós mesmos, tentando nos sustentar — enquanto a vida ainda nos pede que sejamos sustento para outros.
E assim nasce uma das dores mais sutis da existência:
ser mal interpretado quando, na verdade, se está apenas limitado.
Há uma tendência humana de confundir impossibilidade com indiferença. Mas a consciência — quando bem alinhada — nos sussurra uma verdade que acalma:
nem toda ausência é abandono — às vezes, é apenas falta de condições.
E reconhecer isso não nos diminui — nos humaniza.
Não fomos feitos para sermos resposta a todas as necessidades — nem porto seguro em todas as tempestades. Há dias em que somos abrigo — e há dias em que estamos, nós mesmos, procurando onde repousar.
A maturidade chega quando conseguimos sustentar duas verdades ao mesmo tempo:
o desejo sincero de ajudar — e a honestidade de admitir quando não podemos.
E é nesse equilíbrio que a alma encontra paz — não na aprovação alheia, mas na integridade silenciosa de quem sabe que fez o que era possível dentro do que tinha.
Porque, no fim —
não é a cobrança externa que define quem somos,
mas a verdade com que caminhamos dentro de nós.
— Paulo Tondella ✍🏻

Num papel, descrevo o coração em cálice tinto; nas lágrimas em mar vermelho, floresce a rosa vermelha num deserto vermelho; meu coração: beija-flor-vermelho corre pra você, mas a solidão é minha e, sem você, uma rosa me aperta o coração; minha alma dói, e corro dali, mas não sei dormir sem você ali; eu, descalço na maré vermelha, escrevo na areia: esqueço de mim pra você voltar, onde você está? Meus olhos não fecham mais, a praia vermelha é meu quarto, somente as estrelas amenizam minha dor e me lembram você, uma estrela distante e radiante.

No rio vermelho, eu deixo barcos de papel, onde escrevi versos; sentimentos que não me deixam dormir; mas não importa quantos eu deixe ir pelo rio, estão à deriva, permaneço sem você; mesmo meu coração em barcos de papel, você ainda derrete meu coração; você não vai me ler, não vai ver meu desejo de casar com você; num amor à deriva, perdi você e não há lugar pra mim sem você; na cidade vermelha, tento sobreviver num caminho vermelho.

Eu quero fugir, correr daqui, deixar o amor batizado na dor, mas é mais que mera dor, é o amor que não há como esquecer; palavras não bastam, apenas palavras não deixam o peso da dor e não expressam como é grande esse amor por você; confesso como nenhuma palavra poderá dizer palavras que nenhum significado revela, o entender do amor por você; amor que não para, amor que não sabe, como no mundo vermelho: quem ama sangra demais, bem mais que quem não ama, quem não é vulnerável por outro alguém de coração vermelho, como o teu coração cinza.

O jogo que mais combina com o amor
É o quebra-cabeça de encaixe de coração.


❤️🧩


Encaixe perfeito, que não cabe mais nenhuma peça, além das duas metades

Livre pra amar sem medo,
mas sábia pra escolher quem fica.
Meu coração é casa…
só entra quem sabe cuidar.

Coração apertado, sangrando calado
Lembranças magníficas, que agora também me trazem agonia
A agonia da saudade, a agonia da tristeza
Com tanta paixão que agora esta presa.
Como lembrar daquele olhar e sorriso perfeito
Pode me trazer tanto desespero?
Lembrando de tudo aquilo que me levou ao céu
Hoje me vejo molhando com lágrimas este papel.
Uma dor tão profunda que sinto corroer meu coração
A dor da saudade de dias e momentos que não voltarão.
A dor de te amar e não poder estar te amando.
E agora, de cabeça erguida sigo com a alma vazia e tento continuar andando!

⁠Ser à prova de balas não é vestir ferro, é carregar no peito um coração que sangra e ainda pulsa. É chorar em silêncio e, mesmo assim, amanhecer. É ser ferido pelo mundo, mas não se deixar despedaçar.
A solidão pode ser um deserto, mas até no deserto há estrelas que brilham. E cada lágrima que cai é um rio secreto, que escava dentro de nós a coragem de continuar.
À prova de balas é ser humano em sua forma mais pura: errar, perder, sentir, e ainda assim resistir. Não para salvar o mundo inteiro, mas para salvar o próprio fogo que insiste em arder.
Porque vencer o mundo não é derrotá-lo, é aprender a dançar com suas tempestades, e transformar cada cicatriz em poesia.


Tatianne Ernesto S. Passaes

O ciúme é uma sombra que se arrasta silenciosa pelo coração, um visitante indesejado que se instala nos cantos mais frágeis da alma. Ele nasce do medo, do vazio que insiste em nos lembrar que não somos donos de nada, nem mesmo do amor que recebemos. É como uma tempestade que se forma no horizonte: primeiro uma nuvem discreta, depois trovões que ecoam dentro da mente, até que o céu inteiro se cobre de desconfiança.
No ciúme, o amor se transforma em posse, o cuidado em vigilância, o afeto em prisão. É o desejo de segurar o pássaro com força, sem perceber que, ao apertar demais, suas asas se quebram. O ciúme não protege, ele sufoca; não fortalece, ele corrói. É o reflexo da insegurança, o espelho que mostra não o outro, mas a nossa própria fragilidade.
E, no entanto, há algo de humano nesse sentimento: ele revela o quanto desejamos ser únicos, o quanto tememos ser esquecidos. O ciúme é a confissão silenciosa de que precisamos do olhar do outro para nos sentir inteiros. Mas amadurecer é compreender que o amor não se sustenta em correntes, e sim em liberdade. É confiar que quem está ao nosso lado permanece não por obrigação, mas por escolha.
Superar o ciúme é aprender a soltar, é aceitar que o amor é rio e não lago, que precisa correr, fluir, encontrar caminhos. É reconhecer que a verdadeira força não está em vigiar, mas em confiar; não em prender, mas em permitir que o outro seja livre. Porque só na liberdade o amor se revela inteiro, e só na confiança o coração encontra paz.


Tatianne Ernesto S. Passaes