Poesia de Respeito
Os verdadeiros homens de paz são aqueles que abraçam a fraternidade, respeitam a diversidade e cultivam a empatia em seus corações, construindo pontes de entendimento e união entre os povos.
É preciso amor ao próximo, respeitar e ter educação para com as pessoas, precisamos ser honesto conosco e com os outros, buscando todos os dias ter humildade e empatia pelo nosso semelhante, entendendo que somos todos iguais perante a Deus e por isso é nosso dever ter caridade e solidariedade, sem se esquecer de ser ético, ter caráter, senso de justiça e responsabilidade.
Nascer viver e morrer, vem no mesmo pacote, devemos apenas entender, aceitar e respeitar a ordem dos acontecimentos. Nascer não depende de nós, como viver sim, até quando não, e a morte é o nosso troféu.
Respeitar uma criança, cultivar uma planta, cuidar de um animal, é exteriorizar a nobreza do sentimento.
Não deixeis que humilhemos os nossos irmãos e nem que sejamos humilhados por ninguém. Respeitemos os mesmos (os nossos irmãos) sem esquecer que só, o pai, pode repreender-nos ou avaliar-nos. Dai-nos visão para reconhecemos as nossas falhas e oportunidades de melhorar. Peço as suas graças para cada um de nós e todos que nos cercam. Abençoe o nosso planeta e toda a sua criação. Amém!
Meus cactos estão lindos. Convivemos muito bem. Respeito seus espinhos e eles compreendem os meus...
Quando garantimos que todos sintam que seu trabalho é respeitado, que a contribuição de todos seja honrada e que todos recebam o suficiente para realmente participar da vida de nossas comunidades, reforçamos a confiança entre nós que faz tudo em nossas vidas ser possível.
"Enquanto os pais chamarem o medo de respeito, a educação dos filhos será baseada na agressividade física e emocional"
Permaneça enquanto o âmbito se encontra agradável, mas respeite a mensuração formada pela inteligência emocional de terceiros.
O amor, respeito e admiração, com suas particularidades, nos ensinam, completam e unem eternamente.
O homem que não respeita sua companheira e constantemente dirige ofensas contra ela diante dos seus filhos, ou até mesmo vive insultando-na por mera razão, merece solidão e desprezo.
Não espero de ninguém qualquer reconhecimento: exijo respeito. Respeito significa olhar o próximo, mesmo não concordando, com os olhos de uma análise e defesa do que o contraria. Se não o faz, é somente por duas razoes: ou não conseguiu entender, precisava desenhar, ou é burro mesmo.
Afeto e Carinho como sentimentos verdadeiros, conservam o Respeito entre duas pessoas, por uma vida toda, mesmo que a Amizade ou o Amor tenham ficado pelo caminho.
Nem toda mulher gosta de flores.... a maioria gosta de respeito, carinho e atenção.. flores nada valem se não tiver todo resto! Flores devem ser o complemento de uma vida mútua de amor e compreensão!!!
A dificuldade elementar dentro do Estado diz respeito à possibilidade de conciliar pontos de vista conflitantes e contraditórios
Uma pessoa que não se respeita, não se escuta e não segue sua essência dificilmente alcança o sucesso, muito menos a felicidade.
A única força hierárquica que eu respeito é Noûs e Poimandres, os demais são convencionais oportunistas.
Em grupos de redes sociais, tenho observado muitas reclamações a respeito de mães que deixam seus filhos com parentes. Em algumas delas, essas pessoas questionam o fato de a mãe não ter avaliado os efeitos da maternidade antes de tomar a decisão de ter um filho. Muitas argumentam que “quem pariu Mateus que balance” e dizem para não terem filhos se não podem cuidar deles. A decisão e a responsabilidade pela maternidade são, nesse contexto, consideradas como individuais. Certamente você não é obrigada a ser mãe, mas a maternidade não é individual, ela é social. Tanto pelo papel social exercido pela mãe, quanto como uma necessidade da sociedade. Se todas as mulheres acatarem o conselho de não ter filhos, a sociedade cai em ruína. O capitalismo entra em crise sem novas gerações sendo criadas para atuarem como mão de obra. No Japão, o estímulo à natalidade já é uma política pública. Então, a maternidade não pode ser um problema individual. Isso não significa que você, tia, avó, avô, amiga (o) ou madrinha/padrinho precisam ser compulsoriamente a rede de apoio de alguém ou se responsabilizar pelo filho alheio. Mas que o discurso que culpa a mãe deve ser substituído pela responsabilização da sociedade, que deve criar condições para que estas mães não vivam exaustas e sem proteção, o que torna a elas e as crianças vulneráveis. Em muitos países, já existe a opção de turno reduzido para aqueles que cuidam de seus filhos (pais ou mães), licença maternidade estendida e horário de trabalho a partir das 9h, para que os responsáveis deixem seus filhos na creche. A natalidade é um problema de Estado. E se isentar do debate ou polarizar o universo feminino entre aquelas que escolhem ou não ser mães só fortalece o patriarcado.
