Poesia de Pais de Pedro Bandeira
A política atual brasileira pode ser comparada ao futebol, onde as pessoas não querem saber quem está a jogar e sim se o seu time vai ganhar. Pouco importa o jogo, o que interessa é o resultado. E automaticamente se seu time está fora ou não, torcem contra os outros. Muitos brigam e por vezes matam, elevam o tom de voz pra dizer que seu time é melhor que o do outro. A política é um jogo.
A guerra é observável, mas não copiável. As técnicas mudam a cada uma que acontece. E remeter aos acertos passados pode ser fatal e transformar-se em erros.
Não apressa-te em chegar no ápice, não se vanglorie demais, pois uma flor quanto mais alta, mais é a facilidade de ser cortada.
Senhor servir-te não bastou, inquietamente vou procura-lo, deixar tudo e seguir-te, entregar-me a ti. Pois tu é minha verdade e somente em vós encontro a felicidade.
Os métodos mais enérgicos só são aplicados pelo fato do objeto não responder a quantidade de energia antes desferida.
O sofrimento não é o fim, mas é uma parte do cominho rumo ao alto da montanha. Sei que ao subir, terá dificuldades, porém verá que, apesar de tudo, o mais importante, é o objetivo, ver a bela imagem do alto, ver que apesar de tanto suplício, sorrirá. É certo falar que, o suplício é a introdução da felicidade.
Os candidatos à vida política, em minha concepção, deveriam se parecer com lojas, onde devem oferecer o melhor produto ao seu cliente. Creio que você não compre em lojas que passam maior parte do tempo falando nos defeitos de outras lojas ao te mostrar as qualidades dos produtos que vendem.
Baseado nas coisas em que você acredita, seu mundo será maior ou menor, mas sempre diferente de todas as outras pessoas.
O pior cego não é o que vê e não quer enxergar, mas sim aquele que vê, enxerga, não tira suas próprias conclusões sobre o mundo e acredita num mundo paralelo ao seu.
A verdade é que vamos crescendo e nos agarrando nas paredes que surgem próximas a nós. Vamos nos distraindo com o que achamos que tem valor e esperando o tempo passar.
Certa vez quando pequeno, resolvi criar um passarinho. Não sabia se quer a espécie, mas criava. No começo era um pouco calado e pulava muito de um lado para o outro da gaiola. Com o tempo, cantava mais e era manso. Cansado daquilo, resolvi abrir a porta da gaiola e ele observou... Silêncio, meu e dele. Em um bater de asas ele saltou para fora e voou. De longe eu pude observar observar algo que nunca havia observado meu pássaro fazer... voar. Algo tão simples, mas tão magnífico. Me emocionei e chorei por fazê-lo sofrer. Estava privando-o de ser o que realmente nasceu pra ser. Um pássaro! Quando crianças, simples coisas marcam nossas vidas. Naquele momento, aprendi a deixar voar tudo aquilo que não me pertence.
Das quais, várias tinham tatuagens com nomes de parentes em seus corpos. Considerava então uma necessidade e não um desejo, por isso, respeitava-as. Assim, até curtia sair com algumas, curtir as experiências e fazer parte das vidas, ou quem sabe, quase vidas das mesmas e completar mais uma folha daqueles livros.
Entre saltos, belas pernas e lindíssimas latas de cerveja, um balão, que voa ao tocar dos ares-condicionados, passares de mulheres e valores baixos. Conversas paralelas surgiam. "De onde você é?" - "Eu sou do mundo, ele me trouxe até aqui, não sei onde me levará."
O Partidarismo político não funciona. O partido é formado por pessoas. Pessoas erram, pensam e agem de diferentes formas.
A voz da consciência fala, a razão toma forma, a mente imagina o possível sucesso, mas sem um fragmento de emoção tudo se torna sem graça.
Bem lá no fundo entres os prédios, vejo as luzes do distante, observo quieto o inquieto e ouço a voz dela que grita por mim constantemente. A lua mansa aparece no alto entre as nuvens de chuva. - A que ponto chegamos, amigo? Você queria estar aí? - Não sei! Mas estou feliz comigo mesmo.
Não quero lembrar, tudo que lembro não faz bem a minha alma!, lembranças me machucam, me desanimam,me fazem chorar, luto sozinho, em todos que confiei me traíram de alguma forma, se for pra morrer quero morrer lutando por quem eu amo.
Um ser exposto a um ambiente onde exista interferência racional, emotiva ou carnal está sujeito a alterações psicológicas provocadas por quaisquer que seja a interferência
“Tolo é aquele que conhece os problemas, enxerga, apalpa e repete o erro, o sábio é aquele que percebe os problemas, enxerga, evita apalpar, e resolve a situação”.
O homem ainda continua nômade, só que de uma forma diferente. Ele agora sai por aí em busca de seus sonhos, necessidades carnais e espirituais, mas sempre ao encontro de sua felicidade.
