Poesia de Medo
Preciso tanto de você a meu lado que tenho medo que você se perca e não consiga estar aqui;
Minha liberdade depende das suas verdades que tanto me acalenta entre minha realidade que me faz entregar o meu viver;
Assim que você dispersou de minhas entranhas percebi que não conseguia viver sem ti;
Meu medo de nunca ter medo das minhas próprias correntezas fez com que minha coragem despertasse a fúria da minha própria ignorância;
Aprecio as tuas atitudes de demonstrar os teus sentimentos
Sem medo da frustração... Mesmo sabendo do mistério que há
Em entender o coração... Envolvente para em um tanto
Ser feliz por toda a eternidade;
Às vezes tenho medo das atitudes do meu coração
Que não pensa, apenas executa... Será que é pecado?
Um erro talvez? Ou solenemente a chave do coração?
Perguntas sem respostas... Um vazio que sufoca;
Vai ver que não é nada disso do que penso!
Somente a história arrumando a confusão
Seja como for... É dor que machuca e não se vê;
Tenho medo de te perder...
Não quero pensar em não ter mais o seu fio...
Que me deixa no cio...
E o vício do início meio para nunca ter fim;
Te quero sem pontos finais... Sem mais e mais
Sem vergonha que tanto faz
Amar sem medo;
Sem vírgulas, nem menos do que possa ser...
Quero-te indecente que te faça desejável;
Não há importância se um relacionamento nos traz o medo...
A ousadia junto com atrevimento nos traz primeiramente a coragem;
Não devemos ter medo dos nossos receios
Pois dos nossos receios vem à precaução
De não cometermos erros na vida;
Se enrosque em meu corpo nu
E sinta todo prazer que meu corpo emana
Desprenda-se do medo
Ou que te faça se constranger;
Liberte a tua mente
Viva! O que propriamente sentes
Entrelaces a mim a tua inocência;
Digo o que não quero quando a raiva me consome
Por ciúmes me desespero tenho medo por um instante
Instante de perder! Perder o teu olhar de admirar o meu prazer...
Te amo sem juízo na verdade nem sei por quê!
Só sei que não consigo viver sem o teu querer
Percorro o meu caminho para feliz poder te fazer
Tenho sonho de dar-te o mundo por isso escrevo para você;
Não tenha medo... Nem mesmo receios, pois tenho muito para lhe dar;
Não tenha pressa de amar... Porque vagarosamente precisa de tempo para se revelar...
Revelar a mulher decidida que vive em você
Que sabe o que quer e topa o que der e vier;
E tem iniciativas ousadas
Atitudes atrevidas...
E insinua com o teu melhor
Se insinue para mim;
Deixa-me despir-te
Eroticamente para em um tanto
Te enlouquecer!
Ah me realize que colocarei
Mel em sua boca...
Provocar-te-ei para juntos gozarmos
Seduzirei a tua razão;
Com oportunidade ganharei a tua paixão;
Ainda que o meu coração se importasse com o medo
Não me preocuparei, porque tu cuidas da minha alma...
Fortalecendo os meus sentimentos;
Mesmo que todo mal não desistisse
Por entre o vale ou caminho de onde eu esteja
Ainda sim não me importarei, porque tu me amas;
Já não tenho mais medo de me repetir ou de cometer os mesmos erros que me fizeram aprender que a vida é para quem quer viver e não para quem pode...
Portanto lutar nunca é demais para quem quer encontrar a felicidade;
Mesmo que o momento preso pelo medo
Não desprenda as próprias asas
O destino leva-nos em busca
Da alegria e a felicidade;
Porém quem abraça as esperanças
Sempre será rodeado pela alegria
E viverá a felicidade a eternidade;
Quantas desculpas eu tive quer dar
Para então conseguir escapar
Escapar do que me dava medo
Eu sempre fui sincero não por parte, mas sim por inteiro:
Mas nunca enganei um coração
Honestidade, caminhando pela paixão
Tenho orgulho do que sou se sou bonito ou não;
Tenho medo dessa organização de sentimentos
Fazendo com que a razão seja o centro
E a loucura do meu coração? Como fica?
O homem não tem medo de o mesmo raio cair duas vezes no mesmo lugar
Até que tenha dias tempestivos...
As pessoas têm medo de amar com personalidade
Pelo que os outros irão pensar ou falar
Mas esquecem que o amor está dentro
Do próprio coração.
Tenho medo de me desorientar pelo que não entendo
Mas a minha loucura necessita se desorientar no amor com o medo;
Que nossas asas ganhem sentido na urgência dos céus e não no medo dos abismos.
E no mesmo abismo que a noite cai, me perco na urgência de não ter sentido com medo dessas asas que forjam um céu duvidoso mencionado por ti;
