Poesia de Luto
Nunca soube viver pela metade
Quando amo, me entrego por inteiro
Quando luto, deixo meu sangue no campo de batalha
Não consigo ser meio amigo, meio humano ou coisas gênero
Não gosto de meias palavras
Ou escrevo uma história por inteira
Ou prefiro nem começar a escrever
O SOL RADIANTE BRILHA EM SEU OLHAR,
TE PROCURO MAS NÃO CONSIGO ENCONTRAR.
LUTO E TENTO SUPORTAR A DOR DE NÃO TE TER AQUI
SOFRO, CHORO SEM PARAR, NÃO CONSIGO MAIS FUGIR, PRECISO
TE ENCONTRAR.
(ÁG)
Haverá de chegar
O dia em que descobrirás que
Nesta luta da vida
Eu luto a seu favor porque
You're important to me.
MINHA FÉ O PESADELO DELES
caminho na escuridão,
ando entre os mortos,
luto entre anjos e demônios,
ate os arcanjos tem minha fé,
seus olhos caíram diante que sou,
meramente pó mas minha força...
vem daqueles como eu lutaram e
vão lutar, entre aqueles que caíram...
a fé se renova entre mortos...
se erguerão e novamente,
seremos um só pensamento,
entre aqueles tem fé a morte não tocará,
entre os anjos seremos o apogeu,
do fruto do teu ventre,
a hora chegará saberemos,
quando as cornetas tocarem
seremos a fonte dos teus maiores pesadelos.
por celso roberto nadilo
Vivo no mundo real, meio imparcial
é no imaginar que ganho esperança
e por isso luto para não ficar apenas na lembrança.
Sou simples, luto pelo que acredito
tenho esperança, creio na humanidade,
creio que o amor supera o ódio,
creio que a paz supera a guerra,
creio que o mundo possa se curar
se deixarmos de pensar apenas em nós,
lutar pelo seu sonho e também ajudar o próximo a conquistar o dele
isso é humanidade.
Pontes longas me aproximam da princesa que tu és. Eu luto com todos os monstros no caminho para me curar nos seus beijos. Sinto-me completo perto de ti, por isso nada me impedirá de te encontrar.
Farei essa lenda viver ! Princesas existem e eu quero você.
Sumirei por uns tempos
Na força das corredeiras
Lago, rio, mar
A gente é feito é de água
Luto com peixes
É hora
De ir habitar o profundo
A luz é depois
Agora
Ninguém venha
Ver-me
No abismo.
Incógnita
Onde ela mora?
No absurdo
No medo
No escuro
De onde vem sua força?
Do luto
Do túmulo
Do tudo
Quando vai, e quando volta?
Não sei...
Já estou morta!
Enide Santos 26/04/14
Querem que eu faça parte, outros tentam se inserir, eu
só tento não pirar, luto pra
não partir daqui...
MENTIRA DAQUI
Linda menina, nascestes para encantar o mundo, és tu, que consolas a mãe no luto do filho com a promessa de que Deus o tomou em seus braços.
És tu, que alimentas a esperança do soldado que fraqueja com pouca munição no campo de batalha e, com poucas chances de sobreviver a mais um dia, com pequenas porções de ódio ao seu “inimigo", tu alimentas o amor e o desejo insólito de regressar aos braços da mulher amada, luta fadada ao fracasso.
És tu, que coordenas as ajudas “humanitárias" aos campos de refugiados, tu agasalhas com teus felpudos cobertores às crianças vítimas das tuas próprias guerras, os alimenta no prato da fome, aquele que nunca enche, a eles tu serves uma refeição quente, saborosa e imaginária.
És tu, que me convenceu que o espinho da roseira é apenas para proteção e, que suas pétalas macias feitas para o deleite do olhar ágil do admirador.
Tu és a mentira maldita, feia, bela, doce, amarga, detestável, amável, acolhedora, covarde, invejosa, filha da preguiça, mãe da discórdia, és muita coisa, mas não passarás de uma ilusão, mentira.
Os tempos são sombrios.
Dor, ódio, luto e revolta se espalham pelo mundo
como um vírus.
Eu também me revolto,
e por vezes a raiva me consome.
Mas é importante que lembremos de nossa humanidade
e mantenhamos aquecidos nossos corações.
Tudo isto vai passar.
Com amor, nós faremos passar.
Confiemos, pois, que as trevas não são para sempre.
Em verdade vos digo
que a noite mais escura
não resiste ao primeiro raio de Sol.
Se Ela Faz Eu Desfaço
A treze de maio
fica decretado
luto oficial na
comunidade negra.
E serão vistos
com maus olhos
aqueles que comemorarem,
festivamente,
esse treze inútil.
E fica o lembrete:
Liberdade se toma,
não se recebe.
Dignidade se adquire,
não se concede.
A cada amanhecer
Luto contra o tempo
Ninguém precisa saber
Mas voltou a doer
As cicatrizes abriram
E mais uma vez
Tento me curar desse
Processo doloroso
Enquanto eu vou
Insistindo no erro
Eu não evoluo
Eu choro
Eu me machuco
Eu sofro
Mas nada é
Para sempre
Quem sabe mudando
O pensamento
Tudo mude
Inclusive eu
Sairei mais
Feliz
Linda
Forte
Corajosa
Madura
Na quele tempo,
Quando eu estava na escuridão
No canto do meu quarto.
Quanto mais eu luto,
mais essa magoá penetra em mim
Choro, como se não conseguisse parar.
Sorrio, com aquele mesmo olhar.
Luto, como se algo quisesse conquistar.
Morro, como se no final houvesse uma chance de descansar.
Não, tristeza não
Essa é quando a alma veste luto
E já não luta
Sim, peleja sim
Coração, em busca de beleza
Corre, anda, rasteja
Só não deixa fugir a vida
Que te beija
Que te beija
UM DIA DE LUTO
"Choro, tristeza, morte
Alguém que sente alegria?
Algozes desfrutam paz
Alegram-se em trazer perfídia
Tibieza supérfluas, desânimo mordaz
Cadê aquilo prometido que traria paz?
Sumiu... Sumiu... Sumiu...
Desapareceu aquilo que de bom desejava
Apenas decúbitos corpos se vê
Um mundéu é preparado: nele cai o desavisado
Agem furtivamente aqueles que querem morte
Vivem a esmo aqueles que lhes confiou a vida
Agora é hora de luto
Foi-se a esperança."
MAIS UM DIA...
Mais um dia como todos,
marcado de luto e de pranto,
banhado de amor e de encanto,
escrito com sangue e com mortes,
coberto de luzes e de trevas,
com lírios se abrindo e abutres,
com fatos que o tempo repercute,
com cenas que o mundo focaliza,
com dores que o homem diviniza,
num ciclo onde tudo se engloba,
o homem se comprime e se desdobra,
misturam-se a dor e a alegria...
..........................................
É assim que o tempo nos desfia,
o terço magnífico dos dias...
Profunda solidão
No silêncio aperta meu coração
Silêncio de luto, silêncio de indecisão
Silêncio de dor, silêncio sem perdão
Silêncio esse que parte meu coração
Desde daquela triste noite de sábado
O abraço, o adeus
O perdão pelas falhas
O fim de laços os quais jamais serão refeitos
E no silêncio da milha verde
Eu caminho devagar
Sem um ombro amigo
Sem alguém para amar
Somente lembrar
Daquele passado de ardor
De sentimento e de calor
E a vida só irá clarear
Quando o sentimento na alma findar
E daquela noite melancólica
Adquiro a minha eterna solidão
Pois nunca a ela retornarei então.
“Eu aprendo com a derrota, mas gosto mesmo é da vitória, por isso luto para lhe vencer.”
Giovane Silva Santos
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