Poesia de Filha Querida
A ironia é que você se queixa de solidão, enquanto despreza o cuidado de quem está ao seu lado, obcecado pela atenção de quem não se importa.
Reclama que ninguém se importa com você, ignorando quem se importa, simplesmente porquê não tem a atenção de quem você queria ter.
Se você conseguir se imaginar amanhã e tiver orgulho do que está fazendo hoje, com certeza é o caminho certo.
No dia seguinte, vai acordar e se arrepender de ter feito, no outro vai se arrepender de não ter feito, o importante, é que uma hora, não haverá dia seguinte.
Um dia você acordará e se arrependerá do que fez. Em outro, se arrependerá do que não fez. Até que um dia, simplesmente, você não acordará.
A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.
Chega de loucura, deixa eu dormir! Ou você vai embora de uma vez ou eu vou morar em uma clínica psiquiátrica...
Simbolicamente ainda posso dizer que você mora comigo, verdadeiramente sonho com isso todos os dias…
Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.
Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!
Existem produtos impróprios para o consumo e pessoas impróprias para o convívio. Leia os rótulos antes de consumir e os olhos antes de conviver.
Quem um dia soube admirar um brinquedo na vitrine, mesmo sabendo que ele nunca poderia ser seu, teve uma experiência primária de Deus, a quem amamos sem possuir.
"Quando olhamos para uma árvore, vemos apenas à árvore. Não vemos os átomos que formam a árvore. Quando todas as centelhas se juntarem; Deus aparecerá".
“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.
A quantidade de tempo que uma pessoa tem para desempenhar uma tarefa é o tempo que será utilizado para completar a tarefa.
[...] se bem que eu não sei se realmente estou de pés e mãos atados. O fato é que, independentemente da realidade prática e palpável, o que nos prende ou nos liberta está ao alcance apenas dos desejos mais íntimos da nossa consciência.
Sai daqui. de dentro sai quero e nao quero amo e nao amo vejo mais nao quero ver futuro para que, viver ou morrer ,pensar ou fechar. Há foda-se.
Um Dia Vou Encontra Vc... Nao Importa Os Obstaculos Na Vida... O Que Vale Mais É Se Eu Vou Encontra... Uma Pesssoas Certa...
Tem gente que so pq tem uma briguinha que dizer q naum pode falaa mais muitass veses isso acaba virando rotina que eu queria que acabass..
