Poesia de Filha Querida
O problema principal do Brasil são os políticos corruptos, vagabundos e ladrões eleitos pelo povo ingênuo. Quando o povo aprender a eleger homens de vergonha, o Brasil será um país próspero e feliz.
"Não gosto de quem fala mal dos outros, não gosto de fofocas, detesto mentiras sobre mim. Sou homem de não mandar recados a ninguém, se um dia tiver que dizer algo à alguém, faço questão que seja por minha boca, e assumo tudo aquilo que por ventura eu diga... A pior de todas as maleficências que um homem pode possuir é a fama de fofoqueiro... Hoje perdi um colega que ouviu uma fofoca sobre minha pessoa, como não me conhece preferiu acreditar em mentiras e se negou a ouvir a verdade...Um colega não poderia mesmo entender a minha posição, pois somente os amigos me abordariam para saber a verdade dos fatos, colegas são apenas colegas, apenas mais um que esta sempre pronto para ser o nosso próximo inimigo..."
Um dia quando se lembrar de mim ou olhar para o lado, talvez seja tarde para recordarmos o que junto fomos e vivemos...
Meus desafetos estão inscritos no SPC ou SERASA, lá ficarão pagando juros e colhendo os frutos da ingratidão.
Não podes enganar a rotina, ela sabe o quanto investiu, e a vida não te darás nada pelo o qual não tenhas trabalhado
Qualquer um que já tenha conquistado algo icônico na vida, teve que fazer coisas questionáveis para conseguir.
A consciência de um verdadeiro cristão não deveria se preocupar com ganhos terrenos e a opinião dos outros, mas especificamente com o julgamento de Deus. Muitas vezes nos preocupamos demais com uma sociedade que julga com base no egoísmo e acabamos esquecendo dos ensinamentos de Jesus Cristo, que nos chama a agir com generosidade e amor ao próximo.
Estudar pode não levar-te à riqueza, mas é o paraquedas que te salva quando a vida te obriga a saltar.
Como cada pessoa traz consigo sua bagagem intelectual, moral e espiritual, nossa empatia, embora necessária, por mais que nos esforcemos, ainda assim, será sempre relativa.
A sensatez e a loucura caminham lado a lado em uma linha tão fina que muitas vezes se confundem, tornando o sensato aparentemente louco e o louco, sensato. Essa tênue fronteira revela que, no limite da razão, o que julgamos como loucura pode ser a mais profunda sabedoria, enquanto a sensatez pode esconder uma loucura disfarçada. Essa ambiguidade é o que torna a experiência humana rica e complexa, pois a vida pulsa exatamente nesse equilíbrio instável entre ordem e caos, razão e delírio.
Equidade ajusta a justiça às necessidades de cada pessoa para garantir oportunidades reais, reconhecendo desigualdades. Méritocracia valoriza o mérito individual, como esforço e desempenho, para distribuir recompensas, mas pode ignorar barreiras sociais. Assim, a equidade corrige desigualdades para competição justa; a méritocracia premia mérito mesmo em contextos desiguais. Essa diferença é fundamental para entender justiça e oportunidades na sociedade.
Às vezes, para ter paz, é preciso fazer o papel de vilão. Nem sempre agradamos a todos, mas proteger nosso equilíbrio e limites exige coragem para enfrentar olhares e julgamentos. A paz interior vale cada sacrifício, mesmo que isso signifique ser visto como o vilão da história.
A mente humana é uma força extraordinária, capaz de transformar sonhos em realidade e superar qualquer obstáculo que a vida apresente. Quando cultivamos a disciplina mental, nos tornamos invencíveis diante das adversidades, pois aprendemos a controlar nossos pensamentos, emoções e reações. É essa força interior que nos mantém firmes mesmo nos momentos mais difíceis, permitindo que sigamos em frente com coragem e determinação. Lembre-se: a verdadeira liberdade está em dominar a própria mente. Cultive essa disciplina e nada poderá abalar seu equilíbrio e sua paz.
A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.
Na política, esquerda e direita representam não polos opostos, mas sim duas asas do mesmo pássaro, carregando-o na mesma direção limitada. Ambas surgem do mesmo corpo, com ideais que às vezes divergem em aparência, mas convergem na manutenção do sistema que as sustenta. Não importa qual asa alce voo mais alto ou mais baixo, o pássaro permanece preso ao seu voo circular, incapaz de alcançar altitudes verdadeiramente renovadoras. Assim, a luta entre esquerda e direita torna-se, na prática, um movimento estéril, uma dança mecânica onde se troca o cenário e as palavras, mas o desenho permanece inalterado. O voo do pássaro político é árido, desprovido de novas paisagens, onde o horizonte é uma mera repetição do passado, indivisível das mesmas estruturas que alimentam seu existir.
No silêncio pulsante, o vento escreve em cores invisíveis, e a sombra dança com a luz que não se vê. O tempo se dobra em palavras mudas, tecidas entre murmúrios que ninguém escuta, mas todos compreendem. O céu é uma sinfonia de ausências que preenche espaços deixados pela memória.Entre raízes do não-ser, brotam sonhos que não chegaram e promessas que nunca partiram. O vazio se enche de significados que escapam da lógica, e a ausência torna-se a presença mais verdadeira. No sopro das coisas sem sentido, mora a mais profunda razão.
No silêncio onde o medo floresce, vivem os loucos; como o Cazuza exagerado, que rompeu limites em busca de verdades maiores. Essas flores não são fraqueza, mas pontes para a profundidade do ser. Jonas, engolido pela grande baleia, simboliza o mergulho no abismo necessário para a transformação. A esperança de um amanhã melhor é mais que desejo; é a coragem de enfrentar o medo e deixar que as flores da alma cresçam. A verdadeira libertação nasce quando a loucura do exagero encontra o amor e a consciência.
No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.
No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.
O caminho da vida é guiado pelo vento que nos impulsiona rumo à liberdade. Cada passo é uma conquista, cada sonho realizado reafirma a dignidade humana que vive dentro de nós. Nunca esqueça o seu valor; a autoestima nasce da certeza de que somos donos do nosso destino, capazes de transformar desafios em oportunidades. Abrace sua essência, confie em você e siga firme os passos rumo à realização e à paz interior.
