Poesia de Anjos

Cerca de 2515 poesia de Anjos

⁠Como Explicar Algo Que Acontece Apenas Com um Olhar ?
Como Explicar o Coração Acelerar ao Encontrar Com Alguém ?
Paixão, Amor e o Gostar .... São Inexplicáveis.....
Não Tente Explicar, Apenas Sinta Esses Sentimentos.

Inserida por CarlosAnjos

⁠Bom dia !?
Boa tarde !?
Boa Noite !?
Como você está ?
Como foi seu Dia ?
Palavras Simples que muitos querem ouvir ou lê ... Mas poucos Respondem.
Quem quer a Diferença para si, Também precisa fazer a Diferenca para o outro.

Inserida por CarlosAnjos

⁠Sim Sou Grosso, Antipático as Vezes Até Anti-social....Porém Jamais Irá Vê Eu me Fazendo de Alguém que não Sou !!!
Cada Facada Nas Costas Me Fez ser o que Sou e Hoje Infelizmente Nada Me Faz Mudar.

Inserida por CarlosAnjos

ENGANO FATAL

⁠Eu deveria saber, mas me enganei,
Pensei que você voltou por saudade,
Mas vi que era só vontade
De ter alguém para te amar.

O ser humano é fraco e falho,
E eu caí de novo no teu laço,
Voltando aos teus braços
Mesmo sabendo que era um trapaço.

Agora aprendi a lição,
De seguir em frente, sem ilusão,
E deixar para trás a tua ilusão,
Pois o meu coração merece mais atenção.

Inserida por ANJOSCAROLINA

⁠Refúgio da Calmaria

Se quiseres ser algo para mim,
Sejas a calmaria,
Em meio à vida agitada,
Que ecoa a melodia.

Já estou cansada
De tempestades,
Procuro a paz serena,
Entre suaves verdades.

Que a brisa leve os medos,
E transforme a dor em luz,
Seja meu porto seguro,
Onde o coração reluz.

Inserida por ANJOSCAROLINA

⁠Vestígios de um amor perdido

As lembranças de um amor perdido são como cicatrizes que nunca cicatrizam por completo. Cada brisa, cada cheiro, cada canto, tudo a remete para aqueles momentos intensos ao lado de seu amado. A saudade é uma constante companheira, e a dor de não mais ter seu abraço, seu beijo e sua companhia é insuportável. A vida segue, mas os vestígios daquele amor permanecem, tatuados em sua alma, como um lembrete eterno de um amor que se foi.

Inserida por ANJOSCAROLINA

⁠⁠⁠AMOR A DOIS.

Um amor que dure, desejo encontrar,
Um sentimento puro, que nunca se vá.
Em cada amanhecer, um novo olhar,
Para juntos construir, um amor a dois, em par.

Quero um amor recíproco, que cresça a cada dia,
Onde a cumplicidade seja a nossa alegria.
Um companheiro fiel, que me faça sonhar,
E juntos, a vida, a dois, possamos amar.

Cansei de sofrer, de amores que não duram,
Busco um amor verdadeiro, que me acalme e me cure.
Um amor intenso, que a alma me abrace,
E em cada beijo, me faça renascer.

Em teus braços, quero me sentir segura,
Em teu olhar, encontrar a felicidade pura.
Um amor eterno, que a vida eternize,
E em nossos corações, a chama sempre brilhe.

Desejo um amor que resista ao tempo,
Um amor que seja nosso refúgio eterno.
Um amor que me faça completa,
E em teus braços, encontrar a minha meta.

Neste mundo, onde o amor se desgasta,
Busco um amor recíproco e duradouro,
Um amor que me faça feliz,
E que em teus abraços sejam o meu lar,
E minha alma tu saibas calmar.

Inserida por ANJOSCAROLINA

⁠Em labirinto de melancolia, eis-me cativa dos teus olhos castanhos, faróis de fulgor inolvidável, que, como archotes, espancam as trevas da minha alma.



Cabrobó-PE; 05/03/25.

Inserida por ANJOSCAROLINA

⁠Quando amamos verdadeiramente uma pessoa, temos medo de perdê-la. E, inevitavelmente, nos encontramos chorando pelo forte receio de perder alguém tão importante para nós.



Cabrobó-PE, 24/04/25.

Inserida por ANJOSCAROLINA

Eu poderia apenas dizer: "Prefiro amar do que não amar."

Mas preferi falar:

"Se a ternura do amor for pecado, eu me entrego à doce transgressão.
Se os laços do amor forem prisão, que me amarrem, pois não anseio por tal liberdade.
E se houver um mundo sem essa paixão, prefiro a tormenta ardente desse abraço a um porto de vazia salvação."

Inserida por ANJOSCAROLINA

Alegria e felicidade eu encontro em pequenos detalhes que amizades sinceras e verdadeiras me brindam todos os dias.... anjos que com a leveza e a delicadeza do carinho... trazem claridade e esperança para o meu coração...

Não me venha com desculpas singelas
dignas de meu temor por saber que
seus olhos tem veracidade suficiente para
apodrecer minha malévula vontade de objetivar o futuro.

Contanto que tu digas somente o que queres falar e ardeu no seus seios perfeitos
Não abras a boca. Calunias superfúlas não vão sustentar minha tênue alegria muito menos curar as chagas nascidas dos meus atos.

Se queres me julgar culpado do meu erro maldito de querer ter dois colibris fêmeas na mesma gaiola. Faça, porque eu já me dei a sentença de eliminar toda as vontades, de dar um ponto final aquilo que não sei nomear.

Um sentimento de querer cuidar de sua pessoa, mesmo sabendo que não conseguiria tomar conta de mim mesmo, sabendo que tu com toda certeza cuidaria melhor de minha pessoa.

Menino ainda, feto nefelibato, não passa de um garoto sentimental que aprendeu a obstruir todos as suas artérias que antes passavam um sangue frio, malditos amores passados, me passaram a sabedoria do amor, mesmo sabendo que não amava ninguém antes como amava seus progenitores.

Podia até saber o que essa palavra que gerava medo significava, mas só sentia o amor de cria que tens para os seus queridos entes, agora procura o significado deste sentimento.

Mesmo tendo os maiores exemplos na frente de seus olhos, seus queridos pais que ultrapassaram qualquer barreira,
para morar e compartilhar essa aliança que era tão fútil, um pedaço de ouro em forma circular que é tão cara quanto entrar nesse estado civil.

Ele não acredita ainda.

Mas é só mais um pensamento idiota...
Quem leria algo que vem de uma alma jovem...

Não passam de bobagens, assim como as histórias que só vivi em minha mente...

IX de OS DOENTES

O inventário do que eu já tinha sido
Espantava. Restavam só de Augusto
A forma de um mamífero vetusto
E a cerebralidade de um vencido!

O gênio procriador da espécie eterna
Que me fizera, em vez de hiena ou lagarta,
Uma sobrevivência de Sidarta,
Dentro da filogênese moderna;

E arrancara milhares de existências
Do ovário ignóbil de uma fauna imunda,
Ia arrastando agora a alma infecunda
Na mais triste de todas as falências.

No céu calamitoso de vingança
Desagregava, déspota e sem normas,
O adesionismo biôntico das formas
Multiplicadas pela lei da herança!

A ruína vinha horrenda e deletéria
Do subsolo infeliz, vinha de dentro
Da matéria em fusão que ainda há no centro,
Para alcançar depois a periféria!

Contra a Arte, oh! Morte, em vão teu ódio exerces!
Mas, a meu ver, os sáxeos prédios tortos
Tinham aspectos de edifícios mortos
Decompondo-se desde os alicerces!

A doença era geral, tudo a extenuar-se
Estava. O Espaço abstrato que não morre
Cansara... O ar que, em colônias fluidas, corre,
Parecia também desagregar-se!

Os pródromos de um tétano medonho
Repuxavam-me o rosto... Hirto de espanto,
Eu sentia nascer-me n’alma, entanto,
O começo magnífico de um sonho!

Entre as formas decrépitas do povo,
Já batiam por cima dos estragos
A sensação e os movimentos vagos
Da célula inicial de um Cosmos novo!

O letargo larvário da cidade
Crescia. Igual a um parto, numa furna,
Vinha da original treva noturna,
O vagido de uma outra Humanidade!

E eu, com os pés atolados no Nirvana,
Acompanhava, com um prazer secreto,
A gestação daquele grande feto,
Que vinha substituir a Espécie Humana!

Já diz Flora Mattos o mundo e tão pequeno pelas vontades que venho tendo .
Acordo 5:30 da matina pronta pra mais uma batalha de confusões
Crianças e o futuro e ela que ira nos ensinar como viver nesse mundo .
Já não entendo mais nada , eu crescendo, a criança nascendo ela ensinando eu aprendendo.
Invertido ou não está desse jeito.
Os velhos esperando um fim, os adultos querendo mais, os jovens crescendo e as crianças nascendo.
Seria normal se a criança não te fizesse chorar por uma lição de vida, os velhos te ensinando sonhar e querer mais vida.
O que acreditar, que fazer o mundo correndo eu ainda sonhando hoje e quinta e se dormir já será segunda nem vi ele passar, minhas vontades enorme que nem sei por onde carregar .
Loucura sem nexo afirmação com talvez, sou eu dono, sendo meu próprio freguês.

A memória é como um quebra-cabeças.
São peças soltas que temos que ir montando.
A memória é incansável, persistente e muito inquieta.
Isso é o pior, ou o melhor, da memória.
Não é só inquieta, como também te inquieta.

O nosso dia de domingo se findando, muito para agradecer e linda e abençoada a nossa noite vai ser.
Luz para sua noite, tranquilidade para seu sono e muitas alegrias e realizações a cada amanhecer, em todos os dias.
Que a fé nunca nos falte e o amor sempre nos encontre.
Durma bem e tenha bons sonhos!

PRISÃO SEM MUROS
A pior prisão que existe vem perigosamente disfarçada de algo que todo ser humano busca ao longo da vida chama-se "Liberdade"
Em nome dessa Liberdade o ser humano se corrompe se afasta dos amigos, da família, dos filhos e de tudo que supostamente lhes ceifa essa "Liberdade"
Liberdade quando não compreendida torna-se a pior das prisões.
Deus nos fez livres e nos deu Livre arbítrio, mas também nos deu Leis básicas que alicerçam esse livre arbítrio
Os 10 mandamentos.
O que vier fora disso não te liberta muito pelo contrario te escraviza a vícios deslealdade mentiras e ações que não te preenchem como ser, e te tornam cada vez mais vazio pois onde habita o Pecado não habita o Espírito Santo.
Quando você enfim perceber a vida já passou e você se tornou escravo das tuas escolhas portanto escravo de si mesmo.
(Fabio Leonardo dos Anjos)

Hoje você olha pra trás enquanto as folhas caem
Outono leva o que não te pertence mais
E da janela do meu quarto o mundo é tão real
Cada lágrima que suja o teu espelho se transforma em um punhal
Que tenta a qualquer preço arrancar o que restou de nós

Os dicionários não resolvem todos os problemas, mas ajudam muito. Verdadeiramente, o domínio da língua não se adquire com o estudo da gramática, que é atordoante e pouco apetecível. Só a leitura de bons autores nos familiariza com o vernáculo. Foi essa, pelo menos, a experiência que adquiri quando, durante dois anos, mais ou menos, lecionei Português num Ginásio de Belo Horizonte.
(entrevista com Cyro dos Anjos)

Raízes

O sertanejo antes de tudo
É um forte que batalha
Pelo pão e cada dia
Que é tão pouco quase nada

Enfrentar o cruel mundo
É sua sina calejada
Ainda sonha que no fundo
Do velho poço tenha água

Pra molhar a plantação
Aliviar o coração
Que a chuva caia neste chão

Sobre o mar de conselheiro
Nas cantigas de Gonzaga
Dos incríveis brasileiros
Com o sertão dentro da alma

Ficaria tudo verde
Onde a seca castigava
Nesta terra onde os guerreiros
Foram pássaros sem asas



E o meu canto derradeiro
É que um dia aja água
Pra matar a nossa sede
E lavar as nossas almas

Geivison dos Anjos