Poesia de Alegria
Talvez ninguém queira mesmo um final, cheio de despedidas e tal.
Talvez o "talvez" seja a melhor das hipóteses. Deixar tudo aberto, quase certo ou não.
Se há verdade, se dá vontade, se sentiu saudade, isso fica em terras ocultas.
E são guardadas as coisas no coração, porque o mundo não aguentaria tanta melancolia assim.
A regra agora é a alegria, um quase dia, tentando ostentar sorrisos.
E o amor fica assim, sem endereço, sem cabimento...
Hoje !
Passei dia em casa fazendo minha terapia " Pinturas em tecidos "
Num tal tempo pensamento viajava procurava , quem?, você,
Neste pouco tal, não ficaria Eu bem legal, queria te vê.
Assim é nossa amizade, linda bonita joia rara vale ouro,
Entendo nesta forma pois somos diferenciado,
Você elegante Eu cabisbaixo,
Este meu sentido mudaria com você ao meu lado,
Começava enxergar horizonte brilhante iluminado.
Exemplo, agora mesmo escrevendo ah vejo,
Saem palavras do meu pensamento,
Este ato em conjunto,
Assim na simplicidade me contento.
Na real !, no ler sabe,
Estes versos te veste,
Imagina nós no leste,
Ou até no oeste,
Nada importa se !
der algum gesto sinal em realidade,
Sua simplicidade motiva de verdade.
Você.
Avante!
pra iluminar o horizonte,
cruzar a ponte,
E colorir o dia.
Seja pássaro (semeador),
seja amor,
seja amante,
Da alegria.
Quando o sorriso for fácil...
Quando os sentimentos forem leves...
Quando não houver necessidade de se justificar ou mudar para receber aprovação...
Quando o prestígio for mais frequente que as críticas...
Quando o olhar for mais demorado e profundo...
Quando não houver o orgulho que distingue os nomes...
Quando na dor houver abraço...
Quando na alegria houver festa...
Você saberá que está no lugar certo, rodeada por pessoas que te amam e então perceberá que nada vai importar mais que isso!!!
Promitente como o vinho
ao exalar o saber contido diante seus dizeres;
Entre o âmago do oeste ao coração presente,
ostentam os prantearem,
sem as chuvas, caírem entre nós.
Vida, vida, vida...oh! vida.
Que a tristeza que me assola, que a violência com que meu coração fustiga o meu corpo possa se esvair...oh! vida.
Que volte a minha alegria de viver...que eu pare de chorar, que eu volte a sorrir!
Eu sou Rap
O VENTO SOPRA,
O MUNDO GIRA
PODE CRER É FATO
NÃO VOU LUTAR CONTRA A MARÉ
NÃO SOU DE AÇO
SOU DO RAP
SOU PERIFERIA
SÓ MAIS UM MULATO
EDUARDO DURAP
O QUE DEUS MANDAR EU TRAÇO
sem covardia
NÃO SEJA COVARDE CREIA EM JESUS QUE NÃO É TARDE
ESQUEÇA ESSA MALDADE COM CRISTO QUEIME A VAIDADE
ENTÃO SÓ NELE AGUARDE POIS COM BONDADE E VERDADE
UM CORAÇÃO INVADE SEMPRE COM FÉ
Salva vielas
Do senhor é a terra e tudo que esta nela mesmo estando perdido entre becos e vielas favela
o povo e Humilhado mais não foge a luta
muitos são guerreiro sempre firme na conduta
pregando o evangelho e o verdadeiro amor
sempre confiando em Jesus o salvador
Criança de rua
Sou criança. esperança mas não espero que a globo leve a sério minhas infância
nos meu verso só há jesus eu peço
para que um dia esse amor seja vero
sou criança esperança de amor sincero
quando me vejo pelas ruas do parque Don Pedro praça da sé paissandu estou sempre ligeiro
A rima salva vidas
QUANDO O POETA, DECLAMA SUA POESIA
FAZ RODA, NÃO FAZ FILA
MAS NÃO É A MAIORIA
DIA A DIA
A TIA
EU JÁ SABIA,
NA JANELA ZÉ-POVINHA A VIDA DA VIZINHA...
E O SOLDADO
PREPARADO ENGATILHA
NAS LINHAS AS RIMAS
QUE SAI DO POTE
E VOCÊ VAI PRO TRABALHO
OUVINDO NO SEU IPHOD
NEM NOTE QUE O NOT PEGA MUSICA FORTE
QUE SAI DO POTE
SEM TROTE IDEIA FORTE
Racionais DuRap Face da Morte
E O MELEQUE QUE VAI PRO CORRE
NEMGUEIM SOCORRE
NÃO OUVE IDEIA FORTE
QUE SAI DO POTE
A TIA QUE TEVE SORTE
SAIU DE PINOTE
CORRENDO DO BOTE
DO FRACO QUE FICOU FORTE
COM UMA ARMA NO SEU POTE
VOCÊ QUE TEVE SORTE
MENINO TOMA NO POTE
POR CAUSA DO SEU IPHOD
SUA MÃE CHORA SUA MORTE
MEU FILHO NÃO TEM IPHOD
NEM NOT
QUE ESTOU SÓ
UM FILHO CAI NO B,O
DEIXANDO SUA FAMÍLIA
SEM DIRAÇÃO
CONSTITUIÇÃO FORMANDO OPNIÃO
A MINHA JÁ TA FORMADA
POETA
SOM DE QUEBRADA
SEM PARADA ERADA
RIMANDO DE NOITADA
MADRUGADA
CAMINHANDO NA ESTRADA
NÃO É CONTO DE FADA
CÃO QUE LADRA
MORDE A LINGUA
E A TIA ZÉ POVINHA A VIDA DA VIZINHA
PERCEBIA NA QUELE DIA
QUE EM QUANTO O POETA RIMA
SEU FILHO NÃO ALI,
PARADO PEGA LADÃO
MENINO DE PÉ NO CHAÃO
JOGADO EM COVA RAZA
MENINO QUE NÃO RIMAVA
FAMILIA QUE NÃO NOTAVA
A RIMA LIBERTAÇÃO
O CORPO JÁ TA NO CHÃO
E TARDE NÃO TEM SAIDA
ESVAIDA AVIDA
DE QUINA SEM RIMA
RETRATO DA VIDA
SOFRIDA TARDIA
A TIA SABIA NO DIA
A RIMA SALVANDO
VIDAS
Moça, a tristeza tem um gosto amargo demais para tirar o doce dos teus lindos lábios.
Sorria! Amanhã será um novo dia...
A minha geração está confusa...
São pessoas alegres no sorriso, mas com tristeza no olhar.
Todos procuram a felicidade no amor, mas poucos estão realmente dispostos a amar.
Rabiscos
Entre rabiscos vejo meu mundo fluir
o céu se abrir,
o horizonte surgir.
A escrita me faz sentir viva,
pois assim, posso mostrar ao mundo
meus pensamentos, sentimentos...
Posso fazer do certo, o errado
do meio termo, algo preciso.
Do finito, o infinito
da tristeza, alegria
da decepção, satisfação.
Escrever é sonhar, é amar, viajar...
Ultrapassar barreiras,
viver de emoções
fazer dos personagens vilões.
Mas, é com tristeza que digo, que sinto
que não posso mais esse caminho trilhar.
Quem sabe eu dê um tempo e volte com tudo novamente,
ou talvez eu deixe de lado,
esse meu sonho e enterre de vez essa vontade.
Vontade de ver as pessoas sorrirem,
quando algumas linhas as fazerem usufruírem
de momentos nunca vividos,
Apenas criados por mim nesses escritos desmedidos.
Mas, quem sabe eu continue a divagar
e pequenos versos, irei criar.
Um poema através de um desafio
para um amigo ou talvez para o vazio.
Hoje quero estar com você
Você que me contorna
E me ilumina
Me enche de vida
E me enrubesce
Me faz transpirar
E me aquece
Deixa meu corpo dourado
Me faz mais bonita
Faz meus poros transpirar
No seu calor quero me queimar
E quando a noite cair
Quero estar deitada, estirada
Banhada de sol
Sob o manto do luar
Se por acaso me achares bonita.
Não diga nada! Cale-se…
Deixe que o tempo termine minha exposição.
Se por acaso me achares perfeita.
Também, não diga nada! Cale-se…
Deixe que eu termine minhas obras e que elas me retratem.
Se por acaso me achares maravilhosa.
Tampouco, não diga nada! Cale-se…
Deixe que o cinzel do dia-a-dia termine o meu lapidar.
Se me achares doce.
Também não diga nada! Cale-se…
Deixe que o oceano da rotina se misture a mim, somente depois me sorva um gole.
E se depois disso tudo, ainda, quiseres do meu lado estar?
Há um lugar no banco daquela praça, onde estarei todas as manhãs.
Embaixo daquele jequitibá.
Onde o chão é todo rendado.
Pelas sombras das folhas dos dias ensolarados.
E de onde, distante ficarei, a fitar meus flagrantes bisnetos.
A sorrirem de tanta graça, daquela bisa que fica ali sentada.
Enrolada em seu xale rendado.
A sorrir de volta para eles, toda encantada.
No banco daquela praça.
E se por acaso, lá não estiveres…
Ainda, assim, lá eu estarei.
Sob a sombra do jequitibá.
Num tapete rendado pelo sol.
Toda enrolada em meu xale rendado.
A sorrir e a fitar, toda encantada.
Meus bisnetos em flagrantes risadas.
No banco daquela praça
Quando sorrimos, é música; quando choramos , é música; quando partimos, é música; quando retornamos, é música.
Tudo é música.
Morro de amor, morro de ódio
Morro de medo, morro de saudade
Morro de cansaço, morro de preguiça
Morro de fome, morro de sede
Morro de tristeza, morro de alegria
Morro de calor, morro de dor
Morro de tanta coisa...
E cada vez que morro mais vivo sinto estar
