Poesia Danca de Mario Quintana

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Perdão é prática boa
que traz duplo resultado:
É tão feliz quem perdoa,
quanto quem é perdoado!

Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece que abriga
Tem abrigo que se vai sem motivo...

As vezes, estamos tão concentradas em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais.
Como distinguir os que nos querem e os que não? Distinguir os que vão ficar e os que vão embora?
Talvez o final feliz seja apenas seguir em frente.
Talvez, o final feliz seja este: apesar das ligações não retornadas e corações partidos,apesar dos erros e sinais mal interpretados, apesar da dor e constrangimento. VOCê NUNCA, NUNCA PERDE A ESPERANÇA!

Seu futuro ainda não foi escrito. O de ninguém foi. Seu futuro é o que você fizer dele.

(Dr. Emmett Brown)

⁠Vida viva!
Vivida e sentida nos momentos quentes e frios,
Nos tempos dos risos e dos calafrios!
Vida vivida na virada dos movimentos do Rio!
Vida que vive dentro do nosso coração e na pura emoção das ações de amor!
Vida que segue nas asas do rei gavião!
Sem desamor e sem rancor!
Apenas,
Vida que vive aqui dentro das minhas internas paixões!

A vida sozinha
não determina o seu caminho,
mas o caminho que você escolhe
determina toda a sua vida!

Coincidência mesmo é se deixar levar por essa brisa que nos faz sonhar e almejar imensos castelos de areia. Vento que te sopre como um sussurro e lapida os teus vértices em pentágonos e hexágonos. Vento que te grite e quebre em mil pedaços nefastos. Segredos gastos constroem meu castelo casto.
Nada é para sempre. Há quem diga o contrário. Há quem tente. Mente para si mesmo num soliloquio de como quem sente aquela sutil dor de dente.
Não tarda a chuva para desmanchar o castelo. Primeiro vão-se as torres e seus vitrais. Depois vão-se os muros e os minerais.
Mas a base fica. Ela é rica. A base conta histórias fenomenais. Viscerais. Morais. Liberais. Nada mais.
Nada mais, me sussurra o monte de areia.
Nada mais, me grita pra que creia.
Nada mais, me eleva e me norteia.
Nada mais me sussurra.
Nada mais me eleva.
Nada mais me norteia.
Tu és belo, castelo de areia.

⁠tenho tanta dificuldade
de entender
como alguém
pode derramar sua alma
sangue e energia
em alguém
sem pedir
nada em
troca

⁠da próxima vez que
pedir um café preto
você vai sentir o jeito
amargo com que ele te deixou
isso vai te fazer chorar
mas você nunca vai
trocar de bebida
você prefere ter as partes
mais sombrias dele
a não ter nada

“Hoje”
Hoje vou fazer uma grande reflexão
Sobre a vida.
Não deixarei para o epitáfio...
Vou viver o hoje como se não houvesse um amanhã.
Vou me culpar menos, e culpar menos os outros.
Vou aceitar a vida, pois ela é realizada por mim.
Vou reparar mais aqueles que me rodeiam.
Cada um é um ser diferente com virtudes e pontos fraco, afinal perfeito só Deus.
Vou reparar mais no céu, nos pássaros, nas flores, na beleza da natureza, enfim...
Vou arriscar mais, chorar mais, rir mais, brincar mais, namorar mais; viver mais.
Porque é no “hoje” que se encontram as oportunidades...
Amanhã ... só Deus sabe...

Não se trata de tocar
bem ou mal, é como
se sente a respeito do
que você toca.
O importante é sentir
a musica que toca.

Posso responder resumidamente: o homem só é feliz se puder desenvolver e utilizar todas as suas capacidades e possibilidades.
Portanto, toda e qualquer decisão unilateral deve ser recusada. Se Aristóteles vivesse hoje, talvez ele dissesse que a vida de uma pessoa que só cultiva o corpo é tão unilateral - e portanto tão lacunosa - quanto a vida de outra que só usa a cabeça. Ambos os extremos são expressão de um modo errado de viver a vida.

POEMA: A vida do índio

O índio lutador,
Tem sempre uma história pra contar.
Coisas da sua vida,
Que ele não há de negar.
A vida é de sofrimento,
E eu preciso recuperar.
Eu luto por minha terra,
Por que ela me pertence.
Ela é minha mãe,
E faz feliz muita gente.
Ela tudo nós dar,
Se plantarmos a semente.
A minha luta é grande,
Não sei quando vai terminar.
Eu não desisto dos meus sonhos,
E sei quando vou encontrar.
A felicidade de um povo,
Que vive a sonhar.
Ser índio não é fácil,
Mas eles têm que entender.
Que somos índios guerreiros.
E lutamos pra vencer.
Temos que buscar a paz,
E ver nosso povo crescer.
Orgulho-me de ser índio,
E tenho cultura pra exibir.
Luto por meus ideais,
E nunca vou desistir.
Sou Pataxó Hãhãhãe,
E tenho muito que expandir.

Sua voz continua linda
seu sorriso encantador
seu olhar ainda é o mesmo
que me encanta de amor

[Pensar Com Cabeça Alheia] -

Ler significa pensar com cabeça alheia em vez de pensar com a própria. O furor que a maioria dos eruditos sente ao ler constitui uma espécie de fuga vacui do vazio de pensamentos da sua própria cabeça, que faz força para atrair para dentro de si o que lhe é estranho: para terem pensamentos, precisam de aprender nos livros da mesma forma que os corpos inanimados recebem movimento apenas do exterior, enquanto os dotados de pensamento próprio são como os corpos vivos, que se movem por si mesmos.
Em relação à nossa leitura, a arte de não ler é extremamente importante. Ela consiste em não aceitar o que o público mais amplo sempre lê, como planfletos políticos ou literários, romances, poesias e similares, que só fazem rumor naquele momento e até atingem muitas edições no seu primeiro e último ano de vida.
Exigir que um indivíduo conserve na sua mente tudo o que já leu é como querer que ele ainda traga dentro de si tudo o que já comeu na vida.

“...Tu és pobre, trabalha; tu és ignorante, estuda; tu és fraca, arma-te!
E quando tiveres trabalhado, estudado e armado, eu, se for necessário,
saberei morrer contigo! Eis o nobre patriotismo dos patriotas..!.”

A primavera é recomeço,
é prenúncio de sol em abundância!
das cores, das flores e seus perfumes.
É o lembrete do Universo que manda dizer:
"É hora de florir-se por dentro"
Cika Parolin

Passarinho cantador

Vivo cantando e assim vou caminhando,
igual passarinho a cantar!

Passarinho cantador
canta, canta sem parar!
No caminho junto a flor
também vou cantar!

No caminho do trabalho ligo o rádio
uma música vou ouvindo
e de repente um verso vou cantando!
Igual passarinho no caminho
cantando no seu ninho!

Passarinho cantador
canta, canta sem parar!
Pra falar do amor,
também vou cantar!

Música na minha vida faz história
deste a minha infância...
Em que ouvia minha mãe cantado,
com sua voz sempre feliz...
Igual passarinho como quem diz,
que cantar é ser feliz!

Passarinho cantador
canta, canta sem parar!
Pra alegria e a felicidade
também vou cantar!

Mas, há quem cante a tristeza
igual ao rouxinol na beira do rio.
Porque não viu sua amada
no revoar sobre a correnteza!

Passarinho cantador
canta, canta sem parar!
Pra afogar a minha dor,
também vou cantar!

É DOCE E HONROSO [DULCE ET DECORUM EST] (2)

Wilfred Owen (tradução de Renato Amado Peixoto)

Encolhidos, como velhos mendigos debaixo de sacos,
Cambaleando como bêbados, tossindo feito velhas, nós ziguezagueamos em meio ao lamaçal,
Até que a luz bruxuleante dos sinalizadores nos fizesse virar
E, para a distante retaguarda, começar a caminhada.



Homens marchavam adormecidos. Muitos tinham perdido suas botas
Mas tropeçavam, calçados de sangue. Todos estavam alquebrados; todos cegos;
Bêbados de fadiga; não escutavam nem mesmo o rugido
Dos desinteressantes obuses que, fora de alcance, explodiam atrás.

Gás! Gás! Rápido, amigos! - A euforia de conseguir ajustar, atabalhoadamente, aquelas máscaras desajeitadas, na hora exata;
Mas alguém urrava e caindo,
Debatia-se como se estivesse em chamas ou sob cal viva...
Embaçado, através das enevoadas lentes da máscara e de uma grossa luz verde;
Como se estivesse debaixo de um mar verde, eu o vi se afogar.

Em todos os meus sonhos, diante de meus olhos impotentes,
Ele mergulha sobre mim, sorvendo o ar, asfixiando, afogando.

Se em algum sonho sufocante você também pudesse passar
Por detrás da carroça em que nós o arremessamos.
E observar os olhos brancos contorcidos em sua face,
Seu rosto pendurado, como o de um demônio cansado de pecar;

Se você pudesse ouvir, a cada solavanco, o sangue
Gargarejar dos seus pulmões corrompidos em espumas,
Obscenas como câncer, amargas e esverdeadas como a regurgitação de um boi
Infames, incuráveis feridas sobre línguas inocentes,

Meu amigo, você não iria, com tão grande entusiasmo e idealismo, contar
Para as crianças desejosas de algumas glórias desesperadas,
A velha Mentira: É doce e honroso
Morrer pela pátria.

O pensamento humano é tão primitivo
que é considerado uma moléstia
infecto contagiosa em outras galáxias.

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