Poesia Completa e Prosa
Vou comparar-te ao paradigma e vou comparar o paradigma a uma função,
Eu sou a anomalia porque sou o número que não te pertence, não!
Vamos substituir o nosso paradigma por um novo para ocorrer a científica revolução,
Por ti entrei em crise,
E depois de me fazerem uma análise,
Diagnosticaram-me com depressão,
Porque por ti está desesperado o meu coração!
Tenho uma mensagem para os haters de longe e para os haters de perto,
É que independentemente do que acontecer eu vou estar sempre certo,
Quem espera sempre alcança,
Eu estou a esperar para te destruir só para te deixar na lembrança,
Vocês só sabem ter conversas sem interesse,
E quando falam comigo é por obrigação e o único motivo é esse,
Vocês nunca me deixam acabar,
Opá, deixem-me falar!
Acho que está turma não me aceita,
Mesmo assim se me respondessem não iam fazer uma rima direita!
E a minha ia sair rija porque a minha poesia é perfeita!
Eu sou o reagente em excesso e vocês gastam-se totalmente a mandar hate e ódio por isso vocês são o reagente limitante,
por isso que do hate eu vou estar sempre distante!
Preciso de ti como tu precisas da luz de um candeeiro,
Tu roubas-me a atenção que é uma parte de mim, e sem ela eu nunca mais fico inteiro,
Eu tenho cuidado contigo, não é de qualquer maneira,
Eu não caminho sozinho,
Caminho a teu lado,
Isto é paixão verdadeira,
Ó amorzinho,
Eu estou por ti para tudo preparado!
De tanto o meu coração bater,
Já lhe disse que só o volta se te estiver prestes a perder!
Eu introduzo aqui que não gosto de meninas,
eu gosto de anjos e é a eles que eu mando
versos a fio, em massa e em páginas!
Vocês têm de perceber quem é que está aqui
no de dela comando,
Mudou o nome de perfil por minha causa, depois fiquei a ver e comecei a rir,
Ela também está quase sempre comigo e
também aqui
agora quem ela é só vos resta a vocês descobrir!
Se eu sei que nada sei, então saber é relativo
Enquanto estivermos sós, nada será conectivo
Nascemos e morremos, a questão de um instante
Referências subjetivas que mudam vários semblantes
A idéia de um porém, mas que nunca palpável
Dá idiotice amarga de uma sobrevivência amável
Luz que não se apaga, escuro que não dissipa
De um Deus onipotente, quem o mal habilita
Em uma esfera que não cai, enxergue o ar no céu
Numa concepção bonsai, estrelas são de papel
A Poeira de carbono, que julga e também é réu
Faça o que queres e a de ser tudo da lei
Se usassem a singularidade, talvez não existissem reis
Romântico e surreal de uma existência tão concreta
Possível vibrar emoções, se no peito bate uma pedra
É só química a sensação, treino igual de um atleta
Que por fora se faz monções, por dentro o caos deserda
Hoje não te vi, mas só de pensar que te vou ver sinto alegria,
Gostava que abraços entre nós fosse o pão nosso de cada dia!
A minha maior arma são as coisas que eu escrevo e escrevia,
A minha maior fraqueza
são as emoções que sinto e sentia,
A minha maior tristeza
É que ela não me quer nem nunca me queria!
Por isso ando triste,
Com uma coisa que não existe!
Então Diogo, porque é que amor por ela sentiste?
Porque algo em mim dizia: "há esperança porque ainda não desististe!"
Cortei um nome no braço,
Só penso em cortar o teu nome no meu,
O coração só pergunta: "o que é faço?"
Tento conquistá-la ou desisto de tudo o que a vida me deu!
Agora que penso,
O único prejudicado vou ser eu!
O que eu sinto é amor,
O que tu sentes é amizade,
Vem dar ao meu dia luz e cor,
Para eu fazer este poema para eu ficar para a eternidade!
Eu acho que isto é mais que gostar,
E eu fico nervoso sempre que te estou ver,
Diz-me tu como é que isto vai acabar,
Que eu se não te tenho vou morrer!
Dizem mal de mim e nisso não há engano,
Há sempre haters que dizem que eu sou profano,
E isso devia ser considerado pecado,
Já disse muitas vezes que esses não chegam a nenhum lado,
Eu sou o Deus da poesia moderna portuguesa,
Eu digo a toda a gente com convicção e clareza,
Que eu estou tão imortalizado com estes poemas,
Como Pitágoras com os seus Teoremas!
Haters de baixo e haters de alto,
Para chegarem a mim têm que dar mais que um salto!
Haters de perto e haters de longe,
Quero vos dizer que o hábito faz o monge,
E agora escrevo melhor a cada dia,
E é por isso que sou o Deus caminhante da poesia
Uma linda rosa vermelha eu te vou dar
para contares as pétalas para ver se é ímpar ou par!
Porque se fôr: para sempre nos vamos amar!
És a pessoa que escolhi para sempre olhar,
Eu quero contigo para a eternidade estar!
Vou te dar uma branca e uma vermelha,
Está atenta quando eu te fizer um sinal com a sobrancelha,
Só quero saber da rima nova não da rima velha,
Eu já te disse que ela era uma abelha,
Mas agora vais ser a rainha,
Vais comer os versos que são o mel,
Vou-te para sempre ser fiel,
Porque simplesmente és minha!
Mostra às outras o que é a beleza,
Graças a ti na poesia ocorreu uma revolução francesa!
Eu não tenho um fraquinho por ti, tu é que és a minha fraqueza!
O meu amor por ti é uma força da natureza!
A nossa não está um muro, mas sim uma fortaleza!
Nem sei o que te dizer quando estivermos a sós,
Mas digo-te já, e agora vou baixar a minha voz
E digo-te que no mundo só existem duas pessoas que somos nós,
Digo-te que o meu amor por ti é feroz,
E digo-te que quero correr para ti sempre que te vejo
Tão rápido como um rio a ir para a foz!
Sermos um mar de amor é que eu desejo!
Vou vos dizer um facto,
Que é que os meus poemas têm impacto
E vou vos dizer outro: Há pessoas que dizem mal de mim e só me lembro delas porque tenho boa memória,
Maltrataram-me e depois disso passaram á história,
E depois disso acho que para mim é mais uma vitória,
Aprendi que para ser viver feliz a eliminação da maldade é obrigatória!
Poema do desamor
Se passaram anos desde a aurora daquele amanhecer, víamos pássaros, flores e até o pôr do sol nascer
Sorrisos, abraços e beijos, me perdendo conscientemente em você...
Três dias, você se foi, como as outras, sim, mas diferente, deixou entardecer em mim seu olhar incandescente...
Hoje me encontro estável, mas irracionalmente doente, reguei nosso amor e infelizmente, jogada fora a semente.
Amar é como comer sem vontade,
Amar é abraçar-te com saudade,
É por isso que eu mereço uma oportunidade!
Amar é que o que toda a gente sabe,
Amar é meter onde não cabe!
O amor é um sentimento traiçoeiro,
O amor é mais do que ter um companheiro,
É contar-lhe tudo ao teu ao mais pequeno pormenor,
Amar é apreciar o sabor,
Amar é rir por tudo, sozinho ou acompanhado,
Amar é eles estarem sempre lado a lado!
Amar é lindo e nós devíamos ser um par,
Nós juntos devíamos estar!
Mas não estamos e porque razão?
Porque ela só nos quer como amigos por isso o esforço foi em vão!
A PLANTA
A planta
vistosa
formosa
quieta
ereta
esguia,
na via
estreita
eu via!
o tronco
abria
movia
saudava
se dava,
sorria,
na via
estreita
eu via!
em cena
aceno!
a vida
seguia,
o dia se ia,
volvia,
na via
estreita
eu via!
nas folhas
molhadas,
brilhavam
a água
da chuva
escorria,
na via
estreita
eu via!
o sol
que nascia
banhava
de luz
a planta
quieta
ereta
esguia,
na via
estreita
eu via!
a noite
chegava
escuro
ficava,
e a luz
camuflava
a planta
vistosa
formosa,
na via
estreita
eu via!
a planta
vistosa
formosa
quieta
ereta
esguia
cortaram
um dia,
na via
estreita
não mais
existia!
Nodo norte e nodo sul.
Já fui morte, já fui ao azul
nublado e à dourada estrela
enquanto ardia em chamas púrpuras. Treda
sou, a verdade eu prego.
Neste planeta ou em outro,
não importa. Pra sempre eu
serei horrivelmente bela,
magnificamente torta.
Tu bem sabes que não adianta
mentir pra ti mesmo.
Nesta vida e em outras,
tal mania te trará autodesemprego:
vazio de ti, teu não-ser comandante do caos orquestral.
“Corre, e vê se acelera!
Te apressa que essa chance única
é escorregadia. Tu não merece nada além disso, vadia!”
E, assim, a lúdica ilusão te encarcera.
Pela Lei
Eu não tenho que falar contigo.
Não me chama de amor.
Compreendi mas não me importo com tua dor.
Tu nunca mais serás possível abrigo.
Te odeio. Tu mentiu!
Não escutarei nada que disser
pois me causará febril
estado de ser.
Te anule e nem assim me importarei.
Só quero que cale a boca e suma!
Sou a inquebrável lei
e, tu, frágil pluma.
Enferma
Não vou voltar!
E, se voltar, não vou ficar.
Não, não, não. Tu pinicas
minha pele, como enfermidades finitas.
Se caso me curar,
longe de ti quero estar.
Tortura
Não sei porque te aguento,
nem como. Pra que serve
minha diminuição-lamento?
Tu diz me amar mas quando teu sange ferve
me torno tudo aquilo que não presta.
É falta de consideração o jeito
que me tratas. Agora a fresta
fresca aberta nas vísceras minhas dói feito
as ardentes palavras por ti proclamadas.
OLHAR ATENTO
Amanheceu uma brisa suave invadia todo ambiente, um silêncio que falava muitas coisa.
As folhas das árvores no jardim se soltavam lentamente, um raio de sol tímido querendo mostrar seu brilho.
Um olhar atento observando cada detalhe.
Sem saber o que viria, de um lado para outro carregava seus pertences, simplesmente determinada a prosseguir para novos rumos.
O tom vibrante de sua blusa nova a leveza dos cabelos cuidado com esmero, a dedicação dos detalhes me fazem crer que há esperança.
O coração pulsa, uma vida toda pela frente, Vá prossiga não olhe para traz, porque hoje tens no seu alforje tesouros valiosos que não tem preço.
Um abraço demorado , coração apertado, lágrimas de despedida que caem.
Uma voz que diz: Estarei sempre aqui.
Rosa maria marques Gonçalves.
Para alguns é misericordioso
há quem diga ser ardiloso,
mas não se desespere,
não o perca de vista, antes seja cauteloso.
Imperceptível aos olhos humanos,
testemunha das eras,
deixando rastros ao longo dos anos,
dos tempos atuais à pangeia.
Contempla-te da gestação e após o nascimento,
conhece seus traumas, também seus anseios,
continua a te observar isolado em teu lar
descrevendo a realidade através de seus efeitos.
Temo não reconhecer sua real faceta
por isso não te desafio a qualquer contenda,
confesso que por vezes tentei entender seus sinais,
mas de que me adianta, se já não me servem mais?
Seria ironia crerem que os têm em seus braços?
se por não te domarem as vezes pegos são em atrasos.
Sinceramente desisti de te entender,
somente um pouco, para melhor viver.
Quão magnífica és tua essência,
muito embora em ti não haja aquiescência.
Por direito aprendera com os sábios
vistes as quedas dos fortes e as ascensões dos fracos.
Reconhece o poder de um abraço,
mesmo que nunca o tenha experimentado.
Não cursou universidade, não tem diploma,
é simples se aceitá-lo, mas basta observá-lo
e entenderá de quem eu falo.
Sem jaleco branco, exame ou estetoscópio
sabe que a solução para muitos males não está no óbvio
com paciência, uma hora ou outra ele te cura,
mas, não confunda-o com o ócio.
Quem sabe seu nome?
De onde veio ou quem o criou?
A única coisa que realmente sei
é que é um exímio professor.
Com amor, meu grande amigo
Senhor Tempo.
Coleira
José é dono de Kiwi
e o nutre com rações de qualidade.
Embora custe caro, a felicidade
recompensa enquanto amor tiver.
Tudo certo, tudo indo
até que Kiwi não consiga mais
respirar. O carinho mútuo permanece infindo,
assim como a dor de José,
que investe saúde mental de dez
vidas, e o cachorro nem consegue ficar de pé!
Kiwi morre, José desidrata
de tanto se lamentar: “pobrezinho do bichinho!”
Agora tu vira-lata é, senhor.
Fareja teu ex-lar
afim de te encontrar.
Os dois eram um.
Eram, no passado,
porque agora José é nenhum
e Kiwi tornou-se alado.
Boas memórias
história, sonoras lembranças
a vitória,
a glória,
o amor...
Você!!
Marcado na alma,
lápis e papel
poesia do céu...
meo, meu, teu, seu
ou apenas nosso.
A sombra da lua,
luz do teu sorriso,
teu corpo
meu abrigo!!
E se o tempo é pouco
nosso amor é eterno
afeto,
discreto
um sentimento concreto.
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