Poesia Carinho Machado de Assis

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Minha poesia anda meio triste
Vagando nos espinhos
Nadando in relentos
Alimentando-se de desvarios
Clamando por um leito
de amor e de carinho
Pedindo aos céus um canto
de repouso
por onde o vazio não
me seja encanto.

Por onde andam os girassóis
que um dia colhi no jardim
despido de mim?

Tu és a sintonia que embala meus dias,
a inspiração que transforma cada instante em poesia,
meu amor, minha razão de sonhar.
Desejo você em cada amanhecer,
em cada noite estrelada,
em cada sopro de vento que me toca.
Você é a deusa do amor que ilumina meu caminho,
a chama que aquece minha alma,
o sorriso que me faz acreditar que a vida é feita de milagres.
Não há distância que me afaste de ti,
nem tempo que apague o que sinto.
Você é eternidade em meu peito,
melodia que nunca se cala,
verso que nunca se perde.
E assim, em silêncio,
eu te amo — intensamente, infinitamente,
como quem encontrou na vida
a mais bela razão para existir.

Tu és a poesia lida nos dias quentes e frios, tu és a poesia que ocupa as madrugadas de insónias, Tu és a poesia que a minha garganta reconhece para a sede matar, Tu és a poesia que como vinho que aquece minhas veias se apodera do meu ser, Tu és a poesia que com emoção ativa as minhas hormonas de felicidade, Tu és a poesia que amo e declamo com o sorriso nos lábio e alegria no coração.

Se eu pudesse transformar o tempo em poesia, cada mês seria um verso dedicado a você. Vou parcelar o meu amor, não por falta de entrega, mas para ter sempre um motivo bonito de cruzar o seu caminho, de sentir sua presença, de renovar em prestações suaves a eternidade que mora em nós.
A cada encontro, pago com sorrisos, juros de saudade e dividendos de ternura. E mesmo que o calendário tente nos separar em dias e semanas, eu insisto em fazer da rotina um ritual sagrado: o de te ver, te ouvir, te sentir.
Você é o crédito infinito da minha alma, a fatura que nunca pesa, o investimento que sempre rende felicidade. E se o amor é dívida, que seja eterna, porque não quero quitá-la jamais.
Assim, mês após mês, parcela após parcela, vou te entregando pedaços de mim — até que um dia perceba que já não há parcelas, porque o amor inteiro já se fez morada em você.

Meu amor me ouve

⁠eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Ouço Barulho de trovoada, coriscos em profusão
A chuva caindo em cascata na terra fofa do chão
Virando a poeira em lama! Torrão.
Sinto o cheiro da chuva.
Sinto o cheiro da sua pele
Do seu rosto de menina rosado
Antes de morrer espero
Cantar em versos minha alma.
E mandarei buscar orquídeas e buquê e com vc casarei.
Mas nunca terminarão o amor louco (nosso) , esse resistente a todas tempestade e enxurradas !!!
Será para sempre.

Paz e amor !

Crônica sobre a Literatura Portuguesa

Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...

A poesia, todavia,
traz alegria e tristeza,
se o sentimento
expressa o momento, com a certeza do tempo.

Acontecimentos
marcam, com lápis e canetas,
nos papéis da vida —
essa jamais obsoleta —
tratando de histórias vividas.

⁠O mundo é mesmo perverso
faço poesia
sem rima
sem verso
escrita aleatória
para fantasiar
criar esperança
onde há sempre
desconfiança
poesia disfarça
tristeza em alegria
vivendo no dia a dia

Exopéryando a Poesia!

Até conhecer-te não mais queria esta incumbência,
Por sentimento algum, afeto, querença.
Cativando, deixava a vaguejar, sem pudor,
Sem temor e sem amor.
Inconsequentemente causando dor.
Teu sorriso deu-me o desejo de estar, de cuidar,
Zelar, amar, não por paixão ou obrigação, mas por querer,
Um querer ser, um querer seu, um querer meu
E assim um só querer.

Querer ser responsável por cativar-te!

A Poesia em mim tem dois nomes "amor e saudade".
O amor é imenso, e contagia a quem me ouvir falar.
A saudade é gigante, e aumenta só de lembrar.
O amor me define e a saudade, ah... a saudade tem nome...
Tem cheiro de victória secret e de um abraço que só ela sabia dar.

O que seria de nós se não fosse a poesia.
Como seria se não houvesse os sentimentos... a tristeza, a melancolia, a dor, a alegria, a euforia...
Na hora da tristeza, muitos se desesperam dependendo do momento e mergulham no sofrimento.
E na hora da alegria... extravasam na euforia. Poucos tem controle, tem calmaria.
O poeta, ahhhhh o poeta... o poeta vê todos eles de forma diferente.
Guarda tudo o que senti.
Rima dor com flor, tristeza com beleza, com leveza, com natureza... Mistura tudo no coração.
Junta tudo com amor, com alegria, que se transformam em belas poesias.

⁠O amor é poesia que se lê
com os olhos d'alma.
É sentimento que floresce
mesmo quando não para de chover.
É sol que inunda a gente,
faz o coração crer que quando se tem amor, se é amado, vale a pena viver.

Ela é rainha, deusa, intensa, é fortaleza, ela é inspiração que no olhar certo vira poesia, ela é obra rara e especial, ela encanta, instiga, fascina.
Esse seu jeito dona de si, mulherão que sabe o que quer me faz imaginar, como seria inesquecível, marcante e sem igual, amar intensamente essa raridade de mulher, em uma junção perfeita de corpos e almas. Mas por hora só posso imaginar e sonhar como seria unir toda essa nossa intensidade no toque suave e envolvente dos corpos cheio de energia, com certeza seria transcendental.🌹❤️‍🔥

Comigo havia apenas
uma tarde
uma árvore
e o ser poesia
-
Na rua tem umas latas
no bule há café
vamos semear horizontes

⁠“A poesia é a arte de transformar emoções em eternidade — um sortilégio de fonemas que desvelam a alma.”
©JoaoCarreiraPoeta.

⁠Que seu dia seja poesia
Todos os dias ,
E seus sonhos
Sua realidade ,
Que sua cara metade
Lhe complete e aceite a outra metade ,
Que não lhe falte sim
Nem casa ,nem comida ,nem jardim .
Que more longe da dor ,
E mais longe da despedida.
Que seja do bem
Não seja do mal
Que tenha o tom
Do alto astral .
Que sua alegria seja maior
E a felicidade seja infinita
Em todos os momentos.

PoesIA, pós-IA...!!!
(Nilo Ribeiro)


Antes da máquina falar,
minha palavra já sangrava,
antes da máquina tudo dominar,
a incerteza me frustrava


desde o silêncio cativo,
ao joelho dobrado ao chão,
do sentimento aflitivo,
às dores no coração


aqui, a máquina não escreve,
pois, não sabe o que é saudade,
apenas o poeta que se atreve,
pois ele conhece a verdade


a IA chegou resoluta,
rápida, precisa, tudo perfeito,
mas, o poeta não deixou a luta,
pois, sua poesia vem do peito


a IA escreve, mas não sente,
ela calcula, mas não pesa;
o poeta adoece
quando o verso o menospreza


a palavra é um sopro,
a IA um dispositivo,
a palavra é um esforço
que não cabe em aplicativo


mas na minha poesIA
só entra o amor divino,
pois, o verbo que guIA
não se escreve sem destino...


Amém...!!!

MANDACARU NO MEU PEITO


Teu nome mora em mim como verso antigo em livro novo, em poesia que pulsa entre o início e o agora.


No teu Nordeste, o mandacaru vigia a seca, feito espada verde erguida contra o impossível.
Em mim, teu amor se faz guardião que resiste ao deserto das longas esperas.


E quando floresce...ah meu bem!
É feito a flor branca da noite sertaneja que se entrega ao infinito estrelado.
Na hora em que o silêncio é mais profundo, e a alma aprende a ficar sem falar.


Teu amor em flor do Sertão, nasce onde poucos acreditam.
Cresce sem pedir licença, rompendo barreiras com raiz teimosa e beleza que não se explica, apenas se sente.


Flor do mandacaru tão rara e breve, que se entrega inteira sem medo do fim, porque sabe que o amor verdadeiro tão somente permanece entre estações.


E eu, que te leio com o corpo e com os olhos, sei que teu coração floresce na mesma coragem branca, pura, luminosa e resistente.
Pois tu és fortaleza de afeto que abriga permanentemente.


Se o amor em meu peito tivesse forma! Seria mandacaru.
Firme, persistente e verde esperança do dia.
Amor que se revela em beleza delicada para a noite.


E se tivesse morada, seria o espaço exato entre o teu peito e o meu.

Arte


Faço verso em qualquer canto
Que a vida me deixar
Porque a poesia cabe
Sempre em qualquer lugar


Minhas palavras são simples
Não têm sofisticação
Mas são ditas com a alma
Com todo meu coração


Há arte em tudo o que vejo
Teatro, música, pintura
Tudo está entrelaçado
Pelos laços da cultura.

Fui questionado. Por que não faz poesia romantica, de amor?


Eu não escolho escrever tristeza! Eu registro a vida como ela chega, as dores, os conflitos, as tensões internas, a frustração com o mundo e com as pessoas.


Meu estilo é mais cronista emocional do que romântico. Talvez seja isso. Observo, sinto, processo, e transformo isso em palavras.


o amor costuma ser silencioso, íntimo, discreto. O amor deveria ser obrigatório, nativo...
Enquanto a dor, o conflito e a luta interior são barulhentos, urgentes, empurram pra fora.


Eu escrevo sobre o que aperta, o que incomoda, o que pesa, porque é isso que pede expressão.


Mas vou tentar...