Poesia Carinho Machado de Assis
A falsidade está por toda a parte. Há falsa idade, falsa alegria e a pior dentre estas e muitas outras, a falsa amizade. Porque dificil coisa é achar, amigos de verdade.
Nascemos neste mundo é a partir do momento que compreendemos as coisas percebemos que morre um pouquinho da gente a cada despedida de um querido ente. E os que vencem as barreiras do tempo sente o pesar da partida de tantas pessoas queridas, que nos deixam boas lembranças mas carregam um pedaço de nós. Porque ficamos diminuidos, sentindo um determinado vazio existencial daqueles os quais aprendemos a amar e considerar de uma forma incondicional.
Os animais vivem tão somente com o bastante para sua subsistência, já os humanos, se mostram insaciáveis, querem até o que jamais hão de consumir no seu ínfimo lapso temporal de sua existência.
Casamento vitorioso é igual a um rio perene, que segue o seu percurso contornando obstáculos até chegar ao seu destino final.
A pessoa se diz seu amigo, mas basta você externar ponto de vista diferente, pensamentos divergentes para que ela logo demonstre que tal amizade é tão superficial, tal como poça d'agua rasa ao calor do sol, total ausência de subsistência, seca repentinamente.
Sabem qual é a diferença entre os crentes de hoje com os do início da era cristã? Que os crentes primitivos não amavam as suas vidas, não preocupavam com as coisas deste mundo, não temiam a própria morte, pois confiavam piamente na provisão do Eterno Pai, ao passo que nós os crentes destes tempos hodiernos, estamos preocupados em conquistar, possuir e desfrutar do bom e do melhor desta terra.
A igreja não precisa de cafetões da prosperidade. Jesus Cristo não veio para conceder bens materiais aos seres humanos, Ele veio buscar o que se havia perdido. Os cafetões da teologia da prosperidade hão de prestar contas com o Eterno Pai.
Governo em que o povo exerce a soberania, chama-se democracia. Governo onde jabuti togado impõe sua vontade é tirania.
Para provocar a ira de muitos tu não precisa ser farto em tesouro, cheio de prata e ouro. Basta ser você, simples e verdadeiro, para provocar o destilar do ódio gratuito em quem se diz amigo e companheiro.
Escrevo como um passatempo, nos devaneios de momentos, por vezes ocasionalmente, registrando meus pensamentos.
A alma ferida, quem pode ver? O sofrimento alheio no mais íntimo do ser. Há mistérios intrínsecos e personalíssimos que seguem guardados em corações, sentimentos de ódio ou amor, tristeza ou alegria, coisas que humanos costumam sepultar, levando-os até o seu último dia.
Sigo lançando palavras e pensamentos mil, na certeza que muitas destas frases ecoarão pelos rincões desse Brasil. Quem sabe, não ultrapasse os limites fronteiriços dessa nação, alcançando vidas em terras distantes, e frutificando de repente, nalgum distante coração.
É interessante o mistério de nosso viver. Chegamos a este mundo sem saber de onde vimos, sem pedir para nascer, e sem conhecermos o instante que haveremos de partir. E para o desconhecido de nossa compreensão, de como sucederá nossa viajem para uma outra dimensão.
Vemos tanta hipocrisia na política dessa República de bananas, e uma delas é quando fingem se importar com a dignidade das pessoas humanas.
Tem pessoas que são hábeis em dar volta noutras pessoas, mas nada como um dia após o outro, face as voltas que o mundo se encarrega de dar. O bem e o mal, o certo e o errado ecoam pela eternidade, quem semear, certo é que colherá, cedo ou tarde.
É fácil falar em amor, dificil cumprir o amar. Este é o mandamento primaz, cumprir a lei do amor e viver verdadeira paz. Não a paz que o mundo diz, mas a paz interior. Sim, paz de uma consciência que conseguiu viver o amor.
Recolhido em minha insignificância, literalmente. Meditando minha frágil existência diante da grandeza do universo e sua vastidão de anos luz a infinda existencial de uma proposta eternidade.
Sigo escrevendo, versos, prosas e poesias. Pensando nas coisas da vida, a saúde, a doença, tristeza e alegria. Cada coisa tem seu fim, cedo ou tarde, certamente chegará o dia.
Diante de um infinito existencial, está a Terra subsistindo no espaço sideral. Há quem diga ser fruto do acaso. Poderia o nada algo produzir? Certamente que não. Mas creio piamente, na existência de um criador, que de nada se esqueceu, com equilíbrio perfeito tudo criou, ao ponto de nos fazer viajantes sobre o globo terrestre, que em velicidade astronômica circula ao redor do Sol. Sem deixar para trás a diminuta esfera lunar, que para nos se apresenta na mesma proporção de grandeza de nossa estrela solar.
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